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» Os dois combates de Flávio Dino

» A Embraer continua nossa: e agora?

» Feminismo e internet: as fronteiras para o livre saber

» Por que ultradireita teme um Estado de Emergência

» 6 de agosto de 2020

» Hiroshima, 75 anos

» Cinema: as engrenagens do ódio, vistas por dentro

» Quem é responsável pelos crimes da PM?

» Equador e Bolívia: ressurge o golpismo latino-americano

Rede Social


Edição francesa


» Contestation sonore en Angola

» Contre la concurrence, l'émulation

» Fascination pour les pôles

» Ignorance toxique

» L'Etat utopique ou la haine de l'histoire

» Tunisie : du protectorat à l'autonomie interne

» Algérie : Les réformes de 1947 et l'intégration

» « The Economist », le journal le plus influent du monde

» L'avènement du tourisme de masse... Près de chez soi

» Babel jeune et innocente


Edição em inglês


» US-Iran: an election showdown?

» August: the longer view

» Hagia Sophia in Turkey's culture wars

» Pilgrimage routes

» Bolivia's shrinking glaciers

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» The Twenty Years' war

» Government by the worst

» The eternal Johann Sebastian

» Wake up! I have things to say!


Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2020

» Prisioneiros do paradigma

» A guerra dos vinte anos?

» Offshores: paraíso para alguns, inferno para todos

» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago


Direito à diversidade sexual

Todo mundo é natal

É preciso deixar nascer. Pensar a política a partir dos partos. A erótica como parteira de nossas mais profundas potências. Por que corpos são palanques. Palanques com cheiro. E não há mandato para o novo: ele é delicado com a política e o sexo

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
12 de novembro de 2008

Queer: política sexual do noise

Nem se trata de encontrar espaço para o ruído, mas de roer lentamente o sexo com partitura, o desejo como coreografia e os corpos com tonalidade fixa. E a parte mais excitante: tudo soa. Tudo é som. Cada ínfima parte do mundo tem seu próprio ruído. Isso é noise, isso é sexo. Democracia

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
24 de julho de 2008

Por uma pornografia livre

Contra a mercantilização dos desejos e o patriarcado falocêntrico, queremos fazer uma pornografia com o odor de Walt Whitman. Oceano-sexual, via-láctea sexual, brisa-sexual, esperando-por-você-sexual. Uma pornografia livre como uma grafia do corpo livre, ou uma geografia da alma livre

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
13 de maio de 2008

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