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» Miguel: breve simbologia de um país que não mudou

» Elogio à sensorialidade da Cultura

» Edição de 5 de junho de 2020

» E se a doméstica desafiar a Casa Grande?

» Esperança como ação: caminhos ao pós-pandemia

» Como reinventar o estar presente, em quarentena

» Literatura dos Arrabaldes: Territórios culturais

» Depois da pandemia, a semana de quatro dias

» Edição de 4 de junho de 2020

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» Industrie, socle de la puissance

» Victoire historique au procès de l'amiante

» La cotisation, levier d'émancipation

» Sur le toboggan de la crise européenne

» Bouée pour la Grèce, béquille pour l'euro

» Faust et l'alchimie capitaliste

» Indétrônables fauteurs de crise

» Comment la droite américaine exploitait les émeutes

» Bush peut-il tirer parti des émeutes de Los Angeles ?

» Les États-Unis, une nation née dans la brutalité


Edição em inglês


» UK Labour: from Corbyn to Starmer

» June: the longer view

» Another ‘Europeanisation'

» Miami: flood risk and development

» Texas opens again for business

» US in the spring of the pandemic

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» Oman struggles to stay neutral

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Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2020

» A fractura social

» Vender carros Audi na Birmânia

» Edição de Maio de 2020

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» Todos crianças

» Há um problema com a representação jornalística da violência doméstica

» Chile, o oásis seco

» Edição de Abril de 2020

» O tempo é agora


Direito à diversidade sexual

Todo mundo é natal

É preciso deixar nascer. Pensar a política a partir dos partos. A erótica como parteira de nossas mais profundas potências. Por que corpos são palanques. Palanques com cheiro. E não há mandato para o novo: ele é delicado com a política e o sexo

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
12 de novembro de 2008

Queer: política sexual do noise

Nem se trata de encontrar espaço para o ruído, mas de roer lentamente o sexo com partitura, o desejo como coreografia e os corpos com tonalidade fixa. E a parte mais excitante: tudo soa. Tudo é som. Cada ínfima parte do mundo tem seu próprio ruído. Isso é noise, isso é sexo. Democracia

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
24 de julho de 2008

Por uma pornografia livre

Contra a mercantilização dos desejos e o patriarcado falocêntrico, queremos fazer uma pornografia com o odor de Walt Whitman. Oceano-sexual, via-láctea sexual, brisa-sexual, esperando-por-você-sexual. Uma pornografia livre como uma grafia do corpo livre, ou uma geografia da alma livre

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
13 de maio de 2008

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