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» No Equador, a insurreição tem rosto indígena

» A instigante experiência da “comuna” originária

» Alcântara, acordo indigno

» Marxismo cultural, hora de um resgate

» Conheci Santa Dulce dos Pobres

» Finanças: antes da tempestade, o mormaço

» O amargo sabor da fruticultura brasileira

» O Mugica que era padre

» O flerte do “lugar de fala” com a brutalidade israelense

» Equador: os componentes da rebeldia andina

Rede Social


Edição francesa


» Gauche latino-américaine, version Uruguay

» Fascisme, islam et grossiers amalgames

» Intellectuels est-allemands sur la sellette

» Le malheur kurde

» La Turquie dans le grand jeu

» Fiasco américain au Proche-Orient

» Le paradis sur terre des intellos précaires

» Ces territoires méconnus de l'économie sociale et solidaire

» Ces visages multiples de l'islamisme

» La santé, malade de l'argent


Edição em inglês


» October: the longer view

» Socialism resurgent?

» Power to decide who's guilty

» East Germany's loyal returnees

» Ankara realpolitik

» South Africa's lands must be shared

» Turkey's rival Islamists

» Argentina's unlikely presidential duo

» Reversing the polarities

» Value chains: who takes the profits?


Edição portuguesa


» Edição de Outubro de 2019

» Estabilidade para quem?

» Washington contra Pequim

» Edição de Setembro de 2019

» Portugal não pode parar?

» Quem elegeu Ursula von der Leyen?

» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019


Direito à diversidade sexual

Todo mundo é natal

É preciso deixar nascer. Pensar a política a partir dos partos. A erótica como parteira de nossas mais profundas potências. Por que corpos são palanques. Palanques com cheiro. E não há mandato para o novo: ele é delicado com a política e o sexo

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
12 de novembro de 2008

Queer: política sexual do noise

Nem se trata de encontrar espaço para o ruído, mas de roer lentamente o sexo com partitura, o desejo como coreografia e os corpos com tonalidade fixa. E a parte mais excitante: tudo soa. Tudo é som. Cada ínfima parte do mundo tem seu próprio ruído. Isso é noise, isso é sexo. Democracia

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
24 de julho de 2008

Por uma pornografia livre

Contra a mercantilização dos desejos e o patriarcado falocêntrico, queremos fazer uma pornografia com o odor de Walt Whitman. Oceano-sexual, via-láctea sexual, brisa-sexual, esperando-por-você-sexual. Uma pornografia livre como uma grafia do corpo livre, ou uma geografia da alma livre

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
13 de maio de 2008

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