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Edição francesa


» Le capitalisme à l'assaut du sommeil

» Feu le citoyen ?

» La guerre des chaînes d'information

» Deux nouveaux gendarmes : l'Iran et l'Afrique du Sud

» Le devoir de paresse

» Ainsi nos jours sont comptés

» Au Brésil, des collectionneurs d'art très courtisés

» Fantômes russes dans l'isoloir ukrainien

» Bernard Madoff, à la barbe des régulateurs de la finance

» Les famines coloniales, génocide oublié


Edição em inglês


» How green is burning trees?

» Rojava's suspended future

» Biden's Middle East challenges

» April: the longer view

» Africa's oil-rich national parks

» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?


Edição portuguesa


» "Catarina e a beleza de matar fascistas": o teatro a pensar a política

» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021


Egito

A contra-reforma agrária egípcia

Mais de meio século depois da “revolução nasserista”, que pôs fim ao “antigo regime” nos campos do Egito, as velhas famílias latifundiárias voltam a gozar seus privilégios, sob os auspícios do neoliberalismo. Mas os camponeses não estão passivos frente a essa escalada

Beshir Sakr, Phanjof Tarcir
15 de outubro de 2007

O século 20 foi decidido aqui

Há cinqüenta anos, a União Soviética perdia, ao invadir a Hungria, a grande oportunidade de uma desestalinização controlada. Enquanto isso, os Estados Unidos abandonavam Inglaterra e Reino Unido no Egito, e aspiravam a se tornar os reguladores da ordem mundial

Roger Martelli
6 de outubro de 2006

Tele-evangelistas à moda egípcia

Com a rivalidade que, durante 25 anos, desgastou o islamismo oficial e o islamismo político, surgiram novos atores no Egito – artistas arrependidos, pregadores da burguesia – com um estilo próximo dos tele-evangelistas norte-americanos

Hussan Tammam, Patrick Haenni
1º de setembro de 2003

Heranças e contradições da era Nasser

Cinqüenta anos após a Revolução dos Oficiais Livres, a personalidade e a ação política desenvolvida por seu principal líder, Gamal Abdel Nasser, ainda são objeto de polêmicas

Kamel Labidi
1º de julho de 2002

De Nasser a Mubarak

Da epopéia da luta contra o colonialismo britânico ao atual triunfo do liberalismo ocidental, o Egito evoluiu do nacionalismo de Nasser para o pragmatismo de Mubarak, passando por Sadat, que morreu em meio à total indiferença da população

Kamel Labidi
1º de julho de 2002

A nacionalização do Canal do Suez

No dia 26 de julho de 1956, Gamal Abdel Nasser anunciou publicamente a nacionalização do Canal do Suez. Le Monde diplomatique publica, abaixo, um trecho do livro ’L’Egypte en mouvement’, de Jean Lacouture, relatando o episódio

Jean Lacouture
1º de julho de 2002

"Irmãos Muçulmanos" divididos

Um conflitos entre a "linha dura" e os "moderados" sacode a organização que criou o Hamas e que é, desde 1928, referência para militantes islâmicos no Egito, Jordânia e Palestina

Wendy Kristianasen
12 de abril de 2000

A revolta dos "marginalizados"

Que pontos em comum pode haver entre a revolta zapatista no México e a islâmica no Egito? Em ambos os casos, grupos marginalizados, empobrecidos pelas políticas do Estado e apoiados num discurso religioso, estão engajados num combate desigual, que consideram justo

Dan Tschirqi
12 de março de 2000

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