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Uma iniciativa


» 14 de janeiro de 2022

» A resposta que o vento sopra

» Assim chegamos à era do futilitarismo

» O irrealizável retorno

» O certo é autista tomar eletrochoque “suave”?

» Ucrânia: como enxergar a hipocrisia de Washington

» 13 de janeiro de 2022

» Muxima: financie a plataforma que enfrenta a evasão escolar

» Um coronel da PM propõe saídas ao Estado policial

» Trabalho: a velha ladainha e a nova agenda

Rede Social


Edição francesa


» Les fous du roi

» De la soumission dans les têtes

» Fidèle au poste

» L'Italie écartelée

» Affaire Moro : l'antique tragédie du pouvoir

» Kazakhstan, l'or noir et la colère

» L'Université féodale de demain

» Le retour de M. Cabot Lodge a éveillé à Saïgon la méfiance des généraux sud-vietnamiens

» Quand la droite américaine pensait l'impensable

» En Ukraine, jeux de miroirs pour héros troubles


Edição em inglês


» January: the longer view

» United States: the black hole of Guantanamo

» Transnistria: a pro-Russian enclave in Europe

» The Chinese take to the slopes

» Japanese women find their voice

» The open-source world is more and more closed

» Transnistria, relic of a frozen conflict

» The Algeria-Morocco standoff

» Chile's victorious ‘new left' brings hope, but it's all to play for

» Europe's secretive system to keep out migrants


Edição portuguesa


» A orquestra do caos

» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» A pilhagem da comunidade do software livre

» Braço-de-ferro entre Marrocos e a Argélia

» Transnístria: o vestígio de um conflito congelado

» As japonesas já não querem ficar caladas

» O regresso da chantagem da dívida

» Homenagem do vício à virtude

» Impor uma visão do mundo


Energia

O petróleo e o tempo

Estaremos ricos, com a descoberta dos imensos campos de petróleo do "pré-sal"? Ficarão para trás os problemas da falta de recursos financeiros? Tudo dependerá de decisões políticas que serão tomadas nos próximos meses. Questão crucial: que ritmo de exploração atende aos interesses da sociedade?

André Ghirardi
19 de agosto de 2008

Incertezas e cobiça sobre o petróleo do Brasil

A descoberta das imensas jazidas do pré-sal convida a um debate, que a mídia insiste em omitir. Quem irá tirar proveito dos recursos de nosso subsolo? Por que manter uma legislação que favorece as transnacionais? Que alternativas permitiriam usar as reservas em favor das maiorias?

Paulo Metri, Sergio Ferolla
27 de julho de 2008

Olho grande sobre o urânio brasileiro

Um poderoso lobby age em silêncio, no Congresso e junto ao Executivo, para quebrar o monopólio estatal sobre o combustível. Interesse: exportá-lo em estado primário, num momento em que os preços internacionais não param de subir e o país desenvolveu tecnologia para processá-lo

Paulo Metri, Sergio Ferolla
12 de abril de 2008

Ilusões do ambientalismo de mercado

Uma das bases em que se apóia o Protocolo de Kyoto é tentar reduzir as emissões de CO2 impondo penalidades monetárias aos países e agentes poluidores. Mas bastam alguns cálculos simples para revelar a ilusão de tal fórmula

Flávio Shirahige, Manoel Neto
11 de janeiro de 2008

Apocalipse (Consumista) Now

Só no ano de 2007, a população mundial aumentará em 66 milhões de pessoas; 23.282 espécies serão extintas; 11 milhões de hectares, desmatados; 31 milhões de carros e 72 milhões de computadores produzidos e 26 trilhões de barris de petróleo extraídos

Flávio Shirahige, Manoel Neto
16 de novembro de 2007

A nova era do petróleo estatal

Por que avança, em todo o mundo, uma onda de nacionalização das jazidas de óleo e gás. Como os Estados enfrentam as transnacionais, que agora controlam apenas 9% das reservas mundiais. Qual a estratégia das corporações para recuperar terreno

Jean-Pierre Séréni
20 de março de 2007

Como evitar a catástrofe climática

Falta incluir, no debate sobre o aquecimento da Terra, um dado essencial. As energias limpas já são uma alternativa viável. A humanidade só permanece refém dos combustíveis fósseis e nucleares porque a mudança de paradigma ameaça os interesses de mega-corporações

Hermann Scheer
1º de fevereiro de 2007

O direito à tecnologia

As deformações dos EUA sobre os “planos nucleares” de Teerã fazem lembrar o caso das “armas de destruição de massa” do Iraque. Suspeita: Washington estaria interessada em criar um oligopólio ocidental de produção de energia?

Cyrus Safdari
1º de novembro de 2005

Antecipar o fim do petróleo

Os dados relativos às reservas de petróleo – uma produção de 40 anos no ritmo atual - causam fortes controvérsias entre escolas de pensamento, umas otimistas, outras pessimistas. Esta falta de consenso impede a tomada de medidas para evitar a crise a tempo

Denis Babusiaux
1º de janeiro de 2005

Contagem regressiva

Depois de 50 anos de crescimento exponencial, a atividade humana rivaliza de agora em diante com as forças da natureza. Se interceptarmos toda energia irradiada pelo sol, teremos uma alternativa importante para evitar a crise energética, mas também ela tem seu limite

Roland Lehoucq
1º de janeiro de 2005

Sabendo usar não vai faltar

Para acolher em nosso planeta mais 4 bilhões de seres humanos no futuro, com moradia, educação, saúde e alimentação, é preciso energia. Ao invés da inquietação com a alta do barril do petróleo, uma opção é aprendermos coletivamente a diminuir o seu consumo

Benjamin Dessus
1º de novembro de 2004

Energia elétrica: a grande liquidação

O governo francês prepara as condições para a privatização do setor de energia, submetendo-se ao bombardeio ideológico que prega que o público é sempre ineficiente, e o privado, sempre o modelo de eficácia. Mas quem já convive com a liberalização experimenta apagãos e tarifas altas

Ernest Antoine
1º de junho de 2004

A saída pelas energias renováveis

Apesar da poluição, do efeito estufa e dos riscos da utilização do urânio, a França se apóia em duas fontes essenciais de energia: a nuclear (78%) e a hidráulica (12%), mantendo-se alheia à iniciativa de outros países que buscam alternativas renováveis como a energia solar e a eólica

Philippe Bovet
1º de fevereiro de 2004

A base dos EUA na Ásia central

Para deslanchar a guerra contra o terrorismo internacional, os Estados Unidos estabeleceram bases militares, na Ásia central, no Uzbequistão, na Quirguízia e no Tadjiquistão. Mas, evidentemente, há o projeto do oleoduto Baku-Tbilisi-Ceyhan

Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2003

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