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» Pós-materialismo: por uma política não-cartesiana

» Greta Thunberg e a escola do século XXI

» A Classe de Davos e como vencê-la

» Prepare-se para o ano Bernie Sanders

» Orientalismo: por que não enxergamos o Irã

» 1917: Mergulho no horror e dilemas da técnica

» As ideias perigosas que eles temem

» Polícia Militar, nascida para reprimir greves

» Roteiro para reinventar as cidades brasileiras

Rede Social


Edição francesa


» Ce que la génétique doit à l'eugénisme

» À la recherche de l'enfant parfait

» Au temps du terrorisme anarchiste

» Population kurde dans le monde

» Un grand peuple sans État

» Contestation à consommer pour classes cultivées

» Raymond Soubie, une éminence grise au service de la « réforme »

» Retour de la mal-vie dans le monde du travail

» Dialogue avorté entre Téhéran et Washington

» La tentation de l'apartheid génétique


Edição em inglês


» Ben Bella: ‘It protected us from hatred'

» Hicham Yezza on what went wrong for the UK's Labour Party

» The US and Iran: a long and bitter war

» As Australia's right tacks left on climate, the course is set

» The two souls of veganism

» January: the longer view

» Iranians united

» Luxembourg's multilingual geography

» Controlled by Ritalin

» The hero of Petliura Street


Edição portuguesa


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» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?

» Edição de Dezembro de 2019

» Uma fractura social exposta

» «Uma chacina»

» Assinatura de 6 meses: só 18 €

» Golpe de Estado contra Evo Morales

» Será que a esquerda boliviana produziu os seus coveiros?


Feminismo

O estuprador e o algoz

Tão assustadora quanto o abuso sexual cometido contra uma garota de nove anos, por seu padrasto, é a posição da igreja católica, ao transferir à vítima a culpa pelo “pecado” do aborto. O irracionalismo religioso, que enxergamos nas "teocracias " do Oriente Médio, está bem perto de nós

Cláudio César Dutra de Souza, Sílvia Ferabolli
11 de março de 2009

Todas as mulheres do mundo

Como a condição feminina mudou ao longo da história. De primeira dama do paraíso, virgem santíssima e carolas a Madonas, Leilas Diniz e mulheres-maravilha — muitas vezes à beira de um ataque de nervos. Preconceitos, assédios, triplas jornadas de trabalho: a mulher do século 21

Cláudio César Dutra de Souza, Sílvia Ferabolli
3 de maio de 2008

Como se enfrenta a mutilação feminina

Em Burkina Faso, um dos três países mais empobrecidos do planeta, organizações sociais e autoridades desafiam preconceitos e alcançam êxitos notáveis contra prática centenária da excisão do clitóris

Hubert Prolongeau
1º de agosto de 2006

O olhar feminino do Islã

Na Internet, nas mesquitas e nos salões islâmicos, as mulheres buscam seus espaços dentro de um “novo islamismo”, que ainda ensaia seus primeiros passos no Egito

Wendy Kristianasen
1º de setembro de 2005

Aquelas corajosas mulheres da Rosenstrasse

As centenas de alemãs que protestaram em Berlim, em 1943, para exigir a libertação de seus maridos judeus, conseguiram o que era visto como impossível: o recuo do governo nazista

Dominique Vidal
1º de maio de 2005

Uma “moléstia social”

Enquanto alguns pesquisadores insistem na punição, outros insistem em compreender a violência masculina para tentar vencê-la – e a única saída seria escutar os homens violentos

Mona Chollet
1º de maio de 2005

Machismo sem fronteiras

A violência contra a mulher é um fenômeno universal, presente em todas as classes sociais; negar-se a analisar as causas desse fenômeno contribui para perpetuá-lo

Mona Chollet
1º de maio de 2005

Violência machista

A violência doméstica atinge, em escala planetária, um tal grau de brutalidade que deveria ser considerada uma violação importante dos direitos humanos, assim como um problema considerável de saúde pública

Ignacio Ramonet
1º de julho de 2004

O crime da esterilização forçada

O maior crime da administração Fujimori continua sem grande repercussão e sem punição dos responsáveis: uma política eugenística que provocou a esterilização forçada de mais de 300 mil mulheres, evidentemente pobres e indígenas

Françoise Barthélemy
1º de junho de 2004

Para redescobrir o feminismo

Os movimentos feministas conquistaram direitos fundamentais. Mas hoje é necessário encarar novos desafios: fazer aplicar as leis, resistir às tentativas de retrocesso e mobilizar as mulheres, conscientes de sua força de oprimidas

Christine Delphy
1º de maio de 2004

Os movimentos das mulheres do Islã

Tanto no Irã, como no Marrocos as mulheres desempenharam um papel ativo. Se definem como militantes dos direitos femininos e, principalmente no Marrocos, rejeitam o termo "feminista", que julgam restrito, referindo-se a uma época e um espaço que não são delas

Wendy Kristianasen
1º de abril de 2004

O status quo das mulheres

A derrota do islamismo radical mudou pouco, ou nada, a vida das argelinas, que continuam sendo vítimas de violência e preconceito

Lyes Si Zoubir
1º de março de 2004

Quando a revolução devora seus filhos

A escritora britânica Doris Lessing nasceu em 1919 e instalou-se com seus pais na Rodésia do Sul (atual Zimbábue) aos 6 anos de idade. Identificada como a militante feminista que abalou as idéias conservadoras com seu romance ’cult Carnet d’or’ (Carnê dourado), foi também uma combatente heróica contra as injustiças, o colonialismo e o ’apartheid’. Hoje, aos 84 anos, Lessing não hesita em falar sobre suas decepções com o feminismo, mas também com os dirigentes do Zimbábue, pois lutou muito em prol da independência desse país. Traça aqui um retrato acusador contra o controvertido presidente Robert Mugabe. Trata-se de um autocrata que mandou prender seu principal oponente, Morgan Tsvangirai, antes de ser obrigado a libertá-lo. Mas sua política é também marcada pelas pressões econômicas e políticas das potências internacionais.

Doris Lessing
1º de agosto de 2003

O “complô” feminista

Uma série de livros recentemente lançados na França e com grande repercussão na mídia criticam o movimento feminista, classificando-o de “fraude”, empresa de “vitimização” das mulheres, que “fragilizam” os homens e os transformam em “objetos” de suas “novas tiranas”

Gisèle Halimi
1º de agosto de 2003

Ninguém se prostitui por prazer

Apesar da recente adoção de medidas repressivas na França, há um importante avanço na questão do preconceito em relação à prostituição, mas a razões econômicas e sociais que levam mulheres e homens a tomar este caminho continuam sendo menosprezadas

Lilian Mathieu
1º de fevereiro de 2003

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