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» 29 de junho de 2022

» Boaventura: o encolhimento do Ocidente

» Contramemória: Modernismo em alta voltagem política

» WikiFavelas: As lutas LGBTI+ pela saúde pública

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» No tempo do Bumba-boi

» 28 de junho de 2022

» A paranoia política, no passado e agora

» Os desafios para a política monetária em 2023

» 27 de junho de 2022

Rede Social


Edição francesa


» Bouillonnement de l'art contemporain africain

» Les Sri-Lankais défient le pouvoir

» Clarice Lispector, l'étoile de Rio

» Séparatismes ukrainiens

» Les mineurs, la mer et autres histoires

» Le droit à l'avortement menacé

» Occident contre Occident

» Tunisie : le triple déni des cadres déchus

» L'Ukraine se dérobe à l'orbite européenne

» Le Donbass apprend à vivre sans Kiev


Edição em inglês


» Fragmented Yemen

» Ukraine's logistical crisis

» Tensions and blackmail over Western Sahara

» Migrants still risk their lives to reach England

» Africa: agribusiness or diversity?

» Poisoning our oceans

» UN Earth Summits: how the rot set in

» In Mexico, will slow and steady win the day?

» Sri Lanka plunges into crisis

» Uncertain loyalties and competing narratives


Edição portuguesa


» Que pode o teatro face ao crescimento das extremas-direitas?

» Mapeamento de uma arte político-social: "Untitled", de Paula Rego

» Assembleia-Geral da Outro Modo

» O problema da riqueza

» «Sangrar a Rússia»

» Vulnerabilidades territoriais: o que se pode aprender com a crise pandémica?

» O paraíso da inovação militarizada

» Mineração em mar profundo: para quê destruir os fundos oceânicos?

» O lado oculto das cimeiras da Terra

» Viagem ao fim da Transamazónica


Geopolítica da Ásia Central

Dissidentes em Moscou

Estigmatizada pelo governo Putin, a aspiração de independência da região rebelde tem, apoiadores também na Rússia

Anne Nivat
1º de maio de 2006

Ruínas, mágoas e medo

Já não se ouvem os tiros e as lagartas dos tanques. Mas, sete anos após o fim da guerra, o país se debate com produção devastada, ódio aos políticos pró-Rússia e medo da oposição terrorista

Anne Nivat
1º de maio de 2006

Afirmação incerta

Quinze anos depois da independência, a identidade bielo-russa ainda luta para se consolidar. A maior dificuldade está na influência russa, construída durante o enfrentamento comum contra o nazismo

Alexandre Billette, Jean-Arnault Dérens
1º de março de 2006

As razões do grande reinado

Tudo indica que o presidente Alexandre Lukachenko, no poder desde o fim da União Soviética, conquistará um novo mandato, em 19/3. O endurecimento do regime é real, mas há outras razões para a permanência

Alexandre Billette, Jean-Arnault Dérens
1º de março de 2006

Dinastia, petróleo e ambições

Astúcia política, controle policial e fraqueza da oposição permitiram à dinastia Aliev manter-se no poder. Qual o futuro do país, enriquecido agora pelo petróleo e tentado a estabelecer aliança militar com os EUA e a "recuperar" o Alto Karabakh?

Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2006

A briga dos grandes

China, Rússia e Estados Unidos disputam território, riquezas e influência política em uma área estratégica

Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2005

Entre o nacionalismo e o islamismo

Nos cinco estados da Ásia Central que foram parte da União Soviética, a independência nacional não significou democracia ou desenvolvimento econômico

Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2005

Guerra sem fim

Fragilizada por um jogo violento travado pelas grandes potências e pela manipulação das identidades nacionais, a estratégica região caucasiana vive uma sucessão de conflitos

Jean Radvanyi
1º de outubro de 2004

Quando a diáspora volta para casa

Formando ’lobbies’ importantes nos Estados Unidos e mesmo na Rússia, a comunidade armênia na diáspora investe no país, metamorfoseando sua paisagem, não sem antes enfrentar percalços políticos e choques culturais

Vicken Cheterian
1º de janeiro de 2004

Os filhos da privatização chegam ao poder

Quatro eleições, maculadas por fraudes, abalaram Geórgia, Armênia e Azerbaidjão, revelando que, apesar do fim do regime soviético, o poder nunca mudou através das urnas e a política continua sendo o reino de alguns raros privilegiados

Vicken Cheterian
1º de janeiro de 2004

A base dos EUA na Ásia central

Para deslanchar a guerra contra o terrorismo internacional, os Estados Unidos estabeleceram bases militares, na Ásia central, no Uzbequistão, na Quirguízia e no Tadjiquistão. Mas, evidentemente, há o projeto do oleoduto Baku-Tbilisi-Ceyhan

Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2003

Uzbequistão, um país-chave

Com 24 milhões de habitantes e uma posição geograficamente privilegiada, o Uzbequistão é um território crucial no contexto político-militar da atual guerra. Mas é governado por um dos regimes mais repressivos da Ásia central

Vicken Cheterian
1º de novembro de 2001

O novo “grande jogo”

A atual guerra alterou a lógica da competição estratégica na Ásia central. O comércio do petróleo e os projetos de oleodutos perderam parte da sua importância, enquanto as bases aéreas, os serviços de informações e o poder militar viram a sua aumentar

Vicken Cheterian
1º de novembro de 2001

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