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Edição francesa


» Le devoir de paresse

» Ainsi nos jours sont comptés

» Au Brésil, des collectionneurs d'art très courtisés

» Fantômes russes dans l'isoloir ukrainien

» Bernard Madoff, à la barbe des régulateurs de la finance

» Les famines coloniales, génocide oublié

» LTCM, un fonds au-dessus de tout soupçon

» Récalcitrante Ukraine

» Europe de l'Est : un bilan positif sur le plan social mais négatif dans le domaine des droits politiques

» La crise russo-ukrainienne accouchera-t-elle d'un nouvel ordre européen ?


Edição em inglês


» Rojava's suspended future

» Biden's Middle East challenges

» April: the longer view

» Africa's oil-rich national parks

» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?

» Senegal's five days of anger


Edição portuguesa


» "Catarina e a beleza de matar fascistas": o teatro a pensar a política

» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021


Geopolítica da Ásia Central

Dissidentes em Moscou

Estigmatizada pelo governo Putin, a aspiração de independência da região rebelde tem, apoiadores também na Rússia

Anne Nivat
1º de maio de 2006

Ruínas, mágoas e medo

Já não se ouvem os tiros e as lagartas dos tanques. Mas, sete anos após o fim da guerra, o país se debate com produção devastada, ódio aos políticos pró-Rússia e medo da oposição terrorista

Anne Nivat
1º de maio de 2006

Afirmação incerta

Quinze anos depois da independência, a identidade bielo-russa ainda luta para se consolidar. A maior dificuldade está na influência russa, construída durante o enfrentamento comum contra o nazismo

Alexandre Billette, Jean-Arnault Dérens
1º de março de 2006

As razões do grande reinado

Tudo indica que o presidente Alexandre Lukachenko, no poder desde o fim da União Soviética, conquistará um novo mandato, em 19/3. O endurecimento do regime é real, mas há outras razões para a permanência

Alexandre Billette, Jean-Arnault Dérens
1º de março de 2006

Dinastia, petróleo e ambições

Astúcia política, controle policial e fraqueza da oposição permitiram à dinastia Aliev manter-se no poder. Qual o futuro do país, enriquecido agora pelo petróleo e tentado a estabelecer aliança militar com os EUA e a "recuperar" o Alto Karabakh?

Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2006

A briga dos grandes

China, Rússia e Estados Unidos disputam território, riquezas e influência política em uma área estratégica

Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2005

Entre o nacionalismo e o islamismo

Nos cinco estados da Ásia Central que foram parte da União Soviética, a independência nacional não significou democracia ou desenvolvimento econômico

Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2005

Guerra sem fim

Fragilizada por um jogo violento travado pelas grandes potências e pela manipulação das identidades nacionais, a estratégica região caucasiana vive uma sucessão de conflitos

Jean Radvanyi
1º de outubro de 2004

Quando a diáspora volta para casa

Formando ’lobbies’ importantes nos Estados Unidos e mesmo na Rússia, a comunidade armênia na diáspora investe no país, metamorfoseando sua paisagem, não sem antes enfrentar percalços políticos e choques culturais

Vicken Cheterian
1º de janeiro de 2004

Os filhos da privatização chegam ao poder

Quatro eleições, maculadas por fraudes, abalaram Geórgia, Armênia e Azerbaidjão, revelando que, apesar do fim do regime soviético, o poder nunca mudou através das urnas e a política continua sendo o reino de alguns raros privilegiados

Vicken Cheterian
1º de janeiro de 2004

A base dos EUA na Ásia central

Para deslanchar a guerra contra o terrorismo internacional, os Estados Unidos estabeleceram bases militares, na Ásia central, no Uzbequistão, na Quirguízia e no Tadjiquistão. Mas, evidentemente, há o projeto do oleoduto Baku-Tbilisi-Ceyhan

Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2003

Uzbequistão, um país-chave

Com 24 milhões de habitantes e uma posição geograficamente privilegiada, o Uzbequistão é um território crucial no contexto político-militar da atual guerra. Mas é governado por um dos regimes mais repressivos da Ásia central

Vicken Cheterian
1º de novembro de 2001

O novo “grande jogo”

A atual guerra alterou a lógica da competição estratégica na Ásia central. O comércio do petróleo e os projetos de oleodutos perderam parte da sua importância, enquanto as bases aéreas, os serviços de informações e o poder militar viram a sua aumentar

Vicken Cheterian
1º de novembro de 2001

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