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» Fagulhas de esperança na longa noite bolsonarista

» 1 de setembro de 2020

» O fim do mundo e o indiscreto racismo das elites

» O milagre da multiplicação de bilhões — para os bancos

» Movimento sindical em tempos de tormenta

» 31 de agosto de 2020

» A crucificação de Julian Assange

» Nuestra America: os cinco séculos de solidão

» Ir além do velho mundo: lições da pandemia

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Edição francesa


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» Des treillis sous les blouses blanches

» Hanoï s'étend vers l'ouest

» Contourner et désenclaver Anvers

» « La France gesticule… mais ne dit rien »

» Russie, un territoire à géographie variable

» Démographie et richesse en Russie, les grands déséquilibres

» J'ai assisté à la montée du nazisme

» L'Afghanistan ne croit pas à la paix

» La jeunesse burkinabé bouscule la « Françafrique »


Edição em inglês


» January: the longer view

» Mutual suspicion in Greece's borderlands

» Border tensions

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» Time to reform the Peruvian system

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» When Algerians took to the streets


Edição portuguesa


» Edição de Janeiro de 2021

» O presidente, a saúde e o emprego

» Quem será o próximo inimigo?

» Edição de Dezembro de 2020

» A democracia desigual e os neoliberais autoritários

» A amarga vitória democrata

» A segunda morte da Europa

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» Edição de Novembro de 2020

» A máquina infernal


Idiomas

O último imigrante

Que se passará com sociedade, cultura, arte e ciência na França, quando já não restarem árabes. Fábula inédita de Tahar Bem Jelloun

Tahar Ben Jelloun
1º de agosto de 2006

A língua árabe, o Rolls Royce e o Volkswagen

No debate sobre a reforma do islã, algumas pessoas exigem dos árabes que modifiquem também sua língua: que escolham definitivamente o árabe clássico e abandonem o árabe dialetal. Antes de sua morte em setembro do ano passado, Edward W. Said explicou por que essa exigência reflete um extraordinário desdém pela riqueza da experiência cotidiana expressa pela língua popular

Edward W. Said
1º de agosto de 2004

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