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Uma iniciativa


» Washington X Moscou: o que esperar agora

» Uberizados no Brasil: quem são; como resistem

» A alta — devastadora e inútil — dos juros

» Um convite à arte (e ciência) da sabotagem

» Rio: o que esperar das UPPs recauchutadas

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» 24 de janeiro de 2021

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» Ucrânia: quem atiça a guerra em zona crítica

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Rede Social


Edição francesa


» L'avenir de l'Europe se discute à huis clos

» Patrons de presse en campagne

» L'armée mexicaine de l'Union européenne

» Les candidats parlent de moi

» À gauche… mais proches des milieux d'affaires

» Argent public, fortunes privées

» Le Roi sans nuages ni soleil

» Le Maghreb central

» Conséquences du changement climatique au Maghreb

» Alphabétisation & scolarisation


Edição em inglês


» January: the longer view

» United States: the black hole of Guantanamo

» Transnistria: a pro-Russian enclave in Europe

» The Chinese take to the slopes

» Japanese women find their voice

» The open-source world is more and more closed

» Transnistria, relic of a frozen conflict

» The Algeria-Morocco standoff

» Chile's victorious ‘new left' brings hope, but it's all to play for

» Europe's secretive system to keep out migrants


Edição portuguesa


» A orquestra do caos

» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» A pilhagem da comunidade do software livre

» Braço-de-ferro entre Marrocos e a Argélia

» Transnístria: o vestígio de um conflito congelado

» As japonesas já não querem ficar caladas

» O regresso da chantagem da dívida

» Homenagem do vício à virtude

» Impor uma visão do mundo


Imprensa

Um sopro de oxigênio na mídia norte-americana

Frente ao crescente alinhamento das grandes corporações da comunicação com o governo e de sua ostensiva perda de qualidade, uma fatia cada vez mais do público se volta para esse noticiário independente, em busca de informações confiáveis. A cada semana, duas novas emissoras de rádio ou tevê inserem o boletim em sua programação

Danielle Follett, Thomas Boothe
14 de janeiro de 2008

Pequenos editores, grandes ambições

Editoras e mídias alternativas surgem como contraponto aos grandes conglomerados da imprensa. Uma maneira de inverter a postura panfletária, acrítica e maniqueísta da mídia oficial, propondo uma visão pluralista e independente

André Schiffrin
16 de outubro de 2007

Livros de Noam Chomsky publicados no Brasil
13 de agosto de 2007

Ameaça à informação

Já controlada há muito por grandes grupos econômicos, a mídia impressa passou a sofrer, há anos, o assédio das publicações gratuitas e da internet. Em defesa do direito à informação e ao debate, é preciso apoiar as publicações independentes

Ignacio Ramonet
16 de janeiro de 2007

A eterna busca do modelo estrangeiro

A mídia e os liberais se encantam com modelos que abrem caminho para o desmantelamento completo do Estado de bem-estar social

Serge Halimi
1º de outubro de 2005

Mídias em crise

A queda de circulação dos jornais e a concentração de veículos nas mãos poucos grupos ameaça o pluralismo, a independência jornalística e a democracia. Além da concorrência implacável da Internet, esta crise é fruto da perda de credibilidade da imprensa escrita

Ignacio Ramonet
1º de janeiro de 2005

A Publicis no poder

O quarto maior grupo de comunicação do mundo guarda relações estreitas com a mídia, freqüenta os círculos do poder e exerce grande influência nas grandes questões – e nos grandes negócios – da Europa

Marie Bénilde
1º de junho de 2004

As 50 vozes da Resistência

Na grande festa de comemoração dos 50 anos do Le Monde diplomatique, 5 mil pessoas se reuniram e ecoaram a reflexão de 50 personalidades comprometidas com a transformação do mundo, como João Pedro Stédile, José Bové, José Saramago, Eduardo Galeano, Naomi Klein e Noam Chomsky

Dominique Vidal
1º de junho de 2004

Mirando a ordem midiática

Enquanto a mídia começa a ocupar o centro dos debates e das mobilizações contra as regressões neoliberais, seus guardiães sentem-se acuados e se empenham em convencer a todos que defendem o pluralismo e a independência do jornalismo

Henri Maler
1º de maio de 2004

Um “golpe de Estado” na mídia?

A recusa do presidente italiano Carlo Ciampi em assinar uma lei que beneficiaria uma das estações de TV de Berlusconi é mais um alerta sobre o conflito de interesses que permeia o governo do primeiro-ministro e empresário de comunicação

Pierre Musso
1º de fevereiro de 2004

Um conformismo conveniente

Nascida durante a Resistência e considerada uma referência por seus compromissos com a ética e a dignidade, a principal escola de comunicação da França – o Centro de Formação de Jornalistas – foi tomada pelo rei-dinheiro e pela lógica do mercado

François Ruffin
1º de fevereiro de 2003

Os novos imperadores da mídia

A crescente concentração dos meios de comunicação ameaça o pluralismo da imprensa, já que seus novos donos privilegiam a rentabilidade, em detrimento do direito de ser bem informado - acompanhante fundamental da liberdade de expressão

Ignacio Ramonet
1º de dezembro de 2002

Crônica do coro da imprensa

Articulado e regido pelos meios de comunicação, um coro unívoco e uniforme exigiu, no período de 22 de abril a 4 de maio, que a França votasse em Chirac. Uma exigência melodramática, intimidadora e dissimuladora. Com que objetivos?

Edgar Roskis
1º de junho de 2002

A era da passividade

Cada vez mais associada à propaganda, a mídia mostra a vida social como uma sucessão de "grandes fatos", que o cidadão deve limitar-se a assistir. Consumo, logo existo! Esta é a máxima que parece resumir o nosso tempo

François Brune
12 de abril de 2000

Guerra, mídia e desinformação

Antes e durante a guerra, as campanhas de desinformação promovidas pela imprensa foram essenciais para que a opinião pública aceitasse a ação militar da OTAN contra a Iugoslávia. Nosso dossiê aponta as mentiras mais flagrantes

Dominique Vidal, Serge Halimi
12 de março de 2000

O "genocídio":

Nove meses após a entrada da OTAN em Kosovo, nada comprova a prática de um "holocausto", que os jornais davam como certa

Dominique Vidal, Serge Halimi
12 de março de 2000

Uma informação "exemplar"?

Os jornais e emissoras de TV ficaram extremamente satisfeitos com a cobertura que deram à guerra. A OTAN e os Estados Unidos, também...

Dominique Vidal, Serge Halimi
12 de março de 2000

Apocalipse das mídias

Durante muito tempo a comunicação libertou, porque significava difusão do saber, do conhecimento e da razão contra as superstições e obscurantismos. Agora, impondo-se como obrigação absoluta, inundando todos os aspectos da vida social, política, econômica e cultural, ela exerce uma espécie de tirania. E tende a tornar-se uma das grandes superstições de nosso tempo

Ignacio Ramonet
12 de dezembro de 1999

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