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» Uma caminhada na cidade dos não-confinados

» O dinheiro que não existia reaparece

» Bolsonaro recuou. Por quê?

» China: as lições da pandemia e o depois

» Brasil: a insanidade vai muito além de Bolsonaro

» Vigilância em tempos de educação à distância

» Todos escrevem ao Presidente

» Mapas do coronavírus: desafios e direções

» Três medidas de emergência contra a crise social

Rede Social


Edição francesa


» Le refus de Sartre

» Une guerre tous azimuts

» Parrain privé, chaîne publique

» « Big Pharma », ou la corruption ordinaire

» Ravages cachés du sous-emploi

» Quand l'OMS épouse la cause des firmes pharmaceutiques

» Les confidences de M. Tietmeyer, architecte de l'euro

» Des services publics garants de l'intérêt général

» La citoyenneté au bord du gouffre

» À nos lecteurs


Edição em inglês


» To our readers

» Bangsamoro: Philippines' new Muslim-majority region

» Artist and filmmaker

» Looking without blinking

» Politics of city diplomacy

» The return of the city-state

» Philippines revives self-rule for Bangsamoro

» Marawi, the Philippines' ruined city

» Impasse in Morocco

» And now get lost, France!


Edição portuguesa


» Edição de Março de 2020

» Um Brexit para nada?

» A precariedade não é só dos precários

» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…

» As marcas do frio

» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?


Música

Rap à francesa

Como alternativa à anestesia da música bem-comportada, artistas e grupos como D’, La Rumeur e Keny Arkana propõem crítica social, resistência e resgate de direitos. Fincados nas periferias "problemáticas" e ligados à migração, eles não recuam nem diante dos boicotes, nem da censura

Jacques Denis
20 de julho de 2008

Lia de Itamaracá não conta no PIB

O indicador que deveria medir a riqueza nacional ignora as relações culturais e afetivas estabelecidas num espetáculo artístico. Também não considera trabalho a criação dos filhos. Omissões como estas levam cada vez mais gente a indagar: para que serve um índice que só enxerga relações mercantis?

Marcos Aurélio Souza
30 de abril de 2008

Pirapora, onde pulsa o samba paulista

Aqui, romeiros e sambistas, devotos e profanos lançaram sementes para o carnaval de rua, num fenômeno que entusiasmou Mário de Andrade. Aqui, o samba dos mestres (como Osvaldinho da Cuíca) vibra, e animará quatro dias de folia. Aqui, a 45 minutos do centro da metrópole

Eleilson Leite
2 de fevereiro de 2008

As mixtapes conquistam as ruas

A prisão de dois DJs famosos sinaliza o endurecimento da luta das grandes gravadoras norte-americanas contra a produção independente. Mas todas as pessoas do meio sabem que esse circuito alternativo sustenta a vitalidade criativa do rap e constitui uma verdadeira mina de talentos para a própria indústria

Thomas Blondeau
14 de janeiro de 2008

A arte rebelde do maestro Lutero

Um músico brasileiro consagrado e de vida aventurosa vê no canto coletivo uma forma de transformar as relações humanas, cria o Fórum Coral Mundial e oferece, em São Paulo, espetáculos incomuns — porém, quase clandestinos...

João Paulo Charleaux
25 de outubro de 2007

A música francesa e a diversidade cultural

O fenômeno da defasagem e de frieza da mídia diante da diversidade da produção musical nunca esteve tão evidente em um mundo submetido à influência massacrante de cinco gravadoras multinacionais

Jean Ferrat
1º de maio de 2004

O som do país de Lula

Em um país de forte musicalidade, a chegada de Lula ao poder também é acompanhada pela ascensão de uma geração de músicos que faz uma nova mistura de tradição, ritmos rurais e samba com sintetizadores, rock e rap e que procura selos independentes para se fazer ouvir

Jacques Denis
1º de dezembro de 2003

Paris-Bamako: a terceira via

Uma espécie de terceira via musical franco-malinesa evita as armadilhas do exotismo, assim como as das superproduções, em proveito de uma mistura de modéstia e escuta do outro, paciência e improvisação, sons eletrônicos e acústicos

Jean-Christophe Servant
1º de outubro de 2002

O artesão do futuro

Alfabetizado em música clássica por padres belgas em sua cidade de Kinshasa, Ray Lema ganhou o mundo: tocou nos Estados Unidos, França, Bulgária, Suécia... E voltou à África, onde, como explica, a música “é a arte de viver”

Chistian de Brie
1º de agosto de 2002

As preocupações dos rappers

Aprovada no mês de junho, a capa de um álbum dos rappers do The Coup queria provar, “com sua implosão fantasmagórica”, que a música pode contornar as leis do capitalismo e fazer explodir o sistema. Detalhe: ao fundo, o World Trade Center, em chamas

Jean-Christophe Servant
1º de dezembro de 2001

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