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Uma iniciativa


» Três medidas de emergência contra a crise social

» Shaheen Bagh: muçulmanas contra a xenofobia na Índia

» Crise estrutural no ocaso do capitalismo

» Quatro ameaças à Humanidade e uma saída

» A Renda Cidadã e a reinvenção do dinheiro

» Coronavírus: já tínhamos sido avisados

» Ou desaceleramos ou morremos todos

» Pandemia desnuda a Saúde falida nos EUA

» Assim Guimarães Rosa viu nossas águas e gente

» Sopram novos ventos de revolta contra o Uber

Rede Social


Edição francesa


» Ravages cachés du sous-emploi

» Quand l'OMS épouse la cause des firmes pharmaceutiques

» Les confidences de M. Tietmeyer, architecte de l'euro

» Des services publics garants de l'intérêt général

» La citoyenneté au bord du gouffre

» À nos lecteurs

» Voyage en terres d'utopie

» Revenu minimum ou « deuxième chèque » ?

» Sur les voies du partage

» La télévision, les films et la conjoncture


Edição em inglês


» The world rediscovers Cuban medical internationalism

» Iran in the time of corona

» Covid-19: a London diary

» When viruses become pandemics

» Bringing the state back in during Covid-19

» ‘LMD' on your tablet

» February 2020

» March 2020

» Lessons for the UK deployment to Mali

» Find LMD


Edição portuguesa


» Edição de Março de 2020

» Um Brexit para nada?

» A precariedade não é só dos precários

» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…

» As marcas do frio

» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?


Nova Sociedade e Nova Moral

A hipermassificação e a destruição do indivíduo

O “tempo livre” é de fato assim tão livre? Esse tempo, saturado de produtos culturais, impede que cada qual se diferencie por escolhas próprias, espoliando sua energia vital. E, levando a uma perda generalizada de individuação, engendra rebanhos de seres em permanente e angustiante mal-estar – rebanhos que se aproximam cada vez mais da horda furiosa

Bernard Stiegler
15 de fevereiro de 2008

A celebração da blasfêmia

Baseando-se em uma farsa anticlerical do século XVI, Goytisolo transporta para o século XX um frade devasso que narra suas façanhas (sobretudo homossexuais) e detalha suas luxúrias, pervertendo o breviário da Opus Dei, Caminho – escrito por Escrivá de Balaguer

Guy Scarpetta
1º de novembro de 2002

A grande implosão do ano 2002

O 11 de setembro pôs fim à cegueira. A globalização selvagem oferece perspectivas inaceitáveis para a humanidade. Como evitar a “atração pelo abismo”? Se os homens podem ser bárbaros, são também capazes de solidariedade e fraternidade

Jacques Robin
1º de março de 2002

O futuro do tempo

O imediatismo e a urgência são a marca do nosso tempo. A instabilidade e a precariedade do trabalho encurtam o tempo presente. Essa situação impede qualquer projeto de longo prazo, fazendo prever grande incerteza sobre o futuro. É preciso estruturar uma ética do futuro, uma ética do tempo que reabilita o futuro, mas também o passado e o presente

Jérôme Deauvieau
1º de março de 2002

Ensino à distância, lucros e mediocridade

Tomadas por uma febre comercial, e incentivadas pela OMC, as universidades voltam-se cada vez mais para o ensino via Internet, apesar da suspeita sobre a eficácia pedagógica destes métodos. Vale a pena examinar o passado deste método, bem menos "moderno" do que se imagina

David Noble
12 de abril de 2000

A obsessão da saúde perfeita

O sistema médico cria incessantemente novas necessidades terapêuticas. Mas quanto maior a oferta de saúde, mais as pessoas crêem que têm problemas, necessidades, doenças. Elas exigem que o progresso supere a velhice, a dor e a morte. Isso equivale à própria negação da condição humana.

Ivan Ilich
12 de dezembro de 1999

A biodiversidade transformada em mercadoria

Quinze grandes empresas, 13 delas norte-americanas, controlam as pesquisas em biotecnologia agrícola. O mercado genético promete lucros de 110 bilhões de dólares dentro de cinco anos. O patenteamento de seres vivos parece ser o "ouro verde" do século 21. Um patrimônio natural e cultural formado por milhões de anos de evolução biológica e práticas agrícolas milenares é submetido a uma gestão agressiva em relação à biosfera

Jean-Paul Marechal
12 de dezembro de 1999

Basta de mediocridade!

Deveríamos ser os jardineiros deste planeta. Cultivá-lo como ele é e pelo que é. E encontrar a nossa vida, o nosso lugar. Mas isto está muito longe não só do atual sistema quanto da atual imaginação dominante. O imaginário da nossa época é a expansão ilimitada, a acumulação de produtos de consumo: um aparelho de televisão e um micro em cada quarto. É isso que devemos destruir. É nesse imaginário que o sistema se apóia

Cornelius Catoriadis
1º de dezembro de 1999

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