Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» A desigualdade brasileira posta à mesa

» Fagulhas de esperança na longa noite bolsonarista

» 1 de setembro de 2020

» O fim do mundo e o indiscreto racismo das elites

» O milagre da multiplicação de bilhões — para os bancos

» Movimento sindical em tempos de tormenta

» 31 de agosto de 2020

» A crucificação de Julian Assange

» Nuestra America: os cinco séculos de solidão

» Ir além do velho mundo: lições da pandemia

Rede Social


Edição francesa


» Devoir de réserve, un effet d'intimidation

» La Pologne s'accroche à son charbon

» Le miasme et la jeune fille

» L'énigme de « La Coubre »

» Au Canada, la fin de la résignation pour les peuples autochtones

» Jean Cavaillès, une pensée explosive

» Au Rwanda, la tradition instrumentalisée

» Les municipalités laissent mourir les centres de santé

» Samsung ou l'empire de la peur

» Main basse sur l'eau des villes


Edição em inglês


» China leads the 5G race

» South Korea's feminists fight back

» The biosecurity myth

» The Huawei war

» Moscow's Active Citizens

» Greater Moscow's unsure future

» Golden age of coal turns to black dust

» For those in peril on the sea

» China's outlaw fishermen

» The Great Lockdown hits the Third World hard


Edição portuguesa


» Um resultado que ninguém aceitará

» Edição de Outubro de 2020

» Distâncias à mesa do Orçamento

» Falsas independências

» Trabalho na cultura: estatuto intermitente, precariedade permanente?

» RIVERA

» Edição de Setembro de 2020

» Cuidar dos mais velhos: por uma rede pública e universal

» Restauração em Washington?

» Cabo Delgado: névoa de guerra, tambores de internacionalização


Panamá

A lei, ora, a lei...

Os Estados Unidos apóiam seqüestros em território venezuelano e homenageiam paramilitares na fronteira da Colômbia

Hernando Calvo Ospina
1º de fevereiro de 2005

Nas fronteiras do Plano Colômbia

Do Panamá à Venezuela, o Plano Colômbia consolida a política de ingerência americana na região e viola a soberania dos países, provocando crises diplomáticas que chegam à beira de conflitos militares

Hernando Calvo Ospina
1º de fevereiro de 2005

A “rebelião espontânea” de 1903

Em dezembro de 1999, o Panamá recuperou a soberania do canal. A Colômbia, no entanto, jamais recuperou o Panamá, província que lhe pertencia e lhe foi surrupiada por aventureiros internacionais em função de objetivos estratégicos comerciais

Hernando Calvo Ospina
1º de novembro de 2003

O Panamá recupera seu canal

Faltam poucos dias para que os EUA restituam o canal aberto entre 1903 e 1914 e deixem uma zona de 1474 quilômetros quadrados onde exerciam total soberania. Mas a presença estrangeira (agora também chinesa…) no Panamá continua enorme, e Washington mantém amplas prerrogativas militares sobre o país que criou artificialmente, no início do século.

Maurice Lemoine
1º de dezembro de 1999

Palavras-chave no mesmo grupo
[países]

Outros grupos de palavras-chave

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel