Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Cinema: Os últimos soldados da Guerra Fria

» A eleição mais árdua de Evo Morales

» Reviravolta no Oriente Médio: os curdos podem resistir

» Atualismo: assim percebemos o tempo no século XXI

» Porto ameaça cartão-postal amazônico

» Banco Mundial, parceiro de maldades de Bolsonaro

» Por que os EUA traíram a guerrilha curda

» Franz Kafka: como sair do labirinto

» Por trás do iPhone, o Estado e os militares

» Equador: bastidores e sentidos da notável vitória

Rede Social


Edição francesa


» Ces dures grèves des ouvriers américains

» 17 octobre 1961 : rendez-vous avec la barbarie

» La gauche dans son ghetto, la droite à la radio

» Les médias américains délaissent le monde

» Fruits et légumes au goût amer

» La Bolivie dans l'étau du néolibéralisme

» La crise suscite de sérieux remous en Irak et relance la guerre froide en Proche-Orient

» Les rivalités entre Washington, Moscou et Pékin

» Gauche latino-américaine, version Uruguay

» Fascisme, islam et grossiers amalgames


Edição em inglês


» Iraq's demographic time bomb

» October: the longer view

» Socialism resurgent?

» Power to decide who's guilty

» East Germany's loyal returnees

» Ankara realpolitik

» South Africa's lands must be shared

» Turkey's rival Islamists

» Argentina's unlikely presidential duo

» Reversing the polarities


Edição portuguesa


» A crise catalã nasceu em Madrid

» Quantas divisões há entre os curdos?

» Edição de Outubro de 2019

» Estabilidade para quem?

» Washington contra Pequim

» Edição de Setembro de 2019

» Portugal não pode parar?

» Quem elegeu Ursula von der Leyen?

» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda


Paraísos Fiscais

O dinheiro da Al Qaida

Um ano após George W. Bush anunciar uma operação com o objetivo de desmantelar a “rede financeira do terrorismo internacional”, as investigações vêm esbarrando em revelações constrangedoras, envolvendo CIA, FBI etc., etc.

John K. Cooley
1º de novembro de 2002

Onde as máfias, as transnacionais e os governos se encontram

A lavagem de dinheiro não é resultado das maldades de um ou outro governo corrupto. Tornou-se uma atividade essencial ao funcionamento do capitalismo moderno. Por isso, unem-se em torno dela, além dos mafiosos de carteirinha, transnacionais e políticos "respeitáveis"

Chistian de Brie
12 de abril de 2000

No inferno dos paraísos fiscais

Aplicação, empilhamento e integração — as três operações adotadas para lavar dinheiro — são fáceis de realizar em qualquer banco que opere nestas antigas colônias ocidentais. A "comunidade internacional" tem todos os meios para acabar com a farra, mas prefere não fazê-lo...

Chistian de Brie
12 de abril de 2000

As máfias e as crises financeiras

O FMI calcula a massa circulante de dinheiro sujo entre 1 e 5% do PIB mundial. Essa cifra astronômica teria ajudado a deflagrar as crises que abalaram as economias mexicana (1994-95), asiáticas (1997) e russa (1998)

Guilhem Fabre
12 de abril de 2000

Quando a lei vira mercadoria

Refúgios de criminosos, os paraísos fiscais prosperam graças a contradições. Não têm leis, mas vendem fachadas de legalidade. Sobrevivem amparados no princípio da soberania nacional, mas violam a soberania das demais nações. Para enfrentá-los, a comunidade internacional precisará admitir que as sociedades valem mais que os mercados

Jean De Maillard
12 de abril de 2000

O mapa da mina
12 de abril de 2000

Bibliografia
12 de abril de 2000

Palavras-chave no mesmo grupo
[temas permanentes]

Outros grupos de palavras-chave

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel