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Edição francesa


» Habits neufs et fausses pudeurs de l'extrême droite

» En Italie, le défi de la « question méridionale »

» Changements d'échelle, tranquillité perdue

» Les scientifiques, responsables et inquiets

» Blancs ou noirs, tous les shérifs se ressemblent

» Des chaînes « tout info » bien peu dérangeantes

» Edelweiss et lutte des classes dans les Alpes

» « Ils voulaient des bras, ils ont trouvé des hommes »

» Une holding économico-criminelle

» Ce que furent les « années de plomb » en Italie


Edição em inglês


» Saudi Arabia's diplomatic volte-face

» Global trade in plastic waste

» Gas pipelines and LNG carriers

» Rise and rise of the Israeli right

» Decline of Israel's Zionist left

» Knight who shed his shining armour

» How to sabotage a pipeline

» No more plastics in Southeast Asia paradise

» Whiteout for the skiing industry?

» Brussels rewrites history


Edição portuguesa


» Edição de Maio de 2021

» O Estado, o temporário e o permanente

» Disse mesmo unidade?

» "Catarina e a beleza de matar fascistas": o teatro a pensar a política

» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?


Plebiscitos e Referendos

Por que o plebiscito deu no que deu?

Chávez e seus partidários serão obrigados a analisar as causas profundas da derrota. Talvez reflitam sobre o açodamento da reforma constitucional, a exagerada personalização do processo ou a falta de eficácia dos programas governamentais. Enfrentar tais questões trará um novo vigor ao “socialismo do século 21”

Gregory Wilpert
14 de janeiro de 2008

Aonde vai o socialismo de Chávez?

A Venezuela bolivariana vive um processo inédito de mobilização social. Foi isso que tornou inviáveis os aspectos ultra-centralizadores e retrógrados do projeto do presidente. Diálogo em Caracas com o sociólogo Edgardo Lander, um socialista comprometido com o futuro da democracia

Elizabeth Carvalho
7 de dezembro de 2007

Por um novo projeto europeu

Nada obriga a União Européia a permanecer no imobilismo, desde que sua Constituição foi derrotada em plebiscitos na França e Holanda. É hora de imaginar uma coordenação mais intensa de políticas e uma definição mais clara sobre as fronteiras do bloco

Michel Foucher
22 de maio de 2007

E se a França ousasse?

Um conjunto de circunstâncias dará a Paris, nos próximos dois anos, condições de questionar a tendência mercantilista da União Européia. A pergunta é: os candidatos às eleições presidenciais, em tese favoráveis à proposta, estarão dispostos a levá-la adiante?

Bernard Cassen
16 de janeiro de 2007

Esperanças

A França rebelde, ao dar um “não” às pretensões ultraliberais do tratado constitucional para a Europa, enche de força e esperança o movimento antermundialista

Ignacio Ramonet
1º de junho de 2005

Defesa com aval americano

No Tratado Constitucional, a defesa dos países da UE estão submetidos aos compromissos da Otan – e, por conseqüência, às ordens de Washington

Bernard Cassen
1º de maio de 2005

Um persistente déficit democrático

O que é apontado como grande avanço democrático no Tratado Constitucional não passa de dispositivos formais, anulados pelo modelo econômico ultraliberal

Bernard Cassen
1º de maio de 2005

Que “novos direitos”?

Os direitos fundamentais ao trabalho, a moradia, a salário mínimo, são substituídos por quatro liberdades, também chamadas de "fundamentais": a liberdade de circulação de capitais, de mercadorias, de serviços e de pessoas

Bernard Cassen
1º de maio de 2005

A mídia em campanha

Na França, diferente de outros países, o debate sobre o projeto constitucional esquenta, e já não se descarta uma vitória do “não” – para espanto da mídia, que joga tudo, em vão, na campanha em favor do texto liberal

Serge Halimi
1º de maio de 2005

Hora da verdade

Para desespero dos partidários do “sim”, está cada dia mais transparente para os eleitores que o que está em questão no plebiscito é a continuidade de duas décadas de desregulamentação dos serviços

Frédéric Lordon
1º de maio de 2005

Que neutralidade é essa?

O discurso da neutralidade ideológica, assumido pelos defensores do “sim”, não resiste ao exame dos cânones liberais considerados como “liberdades fundamentais”

Bernard Cassen
1º de maio de 2005

Serviços públicos e concorrência

A expressão “serviço público” não faz parte do vocabulário da União Européia. E o TCE os considera um recurso para estimular a economia

Bernard Cassen
1º de maio de 2005

Cartada decisiva na França

Uma possível vitória do “não” no referendo sobre a “Constituição” Européia na França abre caminho para o debate sobre a construção da União Européia em outras bases

Bernard Cassen
1º de abril de 2005

Debate à francesa

Os partidários do “sim” na França poderiam aprender muito com as práticas democráticas de outros países da União

Bernard Cassen
1º de abril de 2005

Um debate interditado

A discussão sobre a nova «Constituição» européia é esvaziada de conteúdo, para impedir que a população reconheça ali algo próximo de um arremedo dos estatutos do FMI ou da OMC

Bernard Cassen
1º de fevereiro de 2005

A festa democrática

O governo Chávez sai fortalecido do plebiscito, assim como a mobilização popular, que através de comitês de base mobilizados para sua campanha devem reforçar a democracia participativa no país, pois esses ativistas têm perfeita consciência de que, assim como ocorreu por ocasião da sabotagem do petróleo ou do golpe de Estado, foram eles que salvaram o governo

Paul-Emile Dupret
1º de setembro de 2004

A guerra do plebiscito

Em meio à grande instabilidade política, oposição, apoiada pelos Estados Unidos, continua a desrespeitar os princípios democráticos que afirma defender

Maurice Lemoine
1º de abril de 2004

Moeda, a cristalização do político

A partir de 1o de janeiro de 2002, sugere-se um “plebiscito espontâneo, maciço, pluri-diário, até a decisão final”: a eliminação de uma “moeda privatizada pelos eurocratas, os banqueiros centrais e o Banco Central Europeu”. Aguardemos

Bernard Cassen
1º de dezembro de 2001

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