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Edição francesa


» Quand la foi devient un enjeu politique

» Poids démographique des grandes religions

» Aux origines du soutien soviétique à Israël

» En Inde, les tribus courtisées par les nationalistes

» Le Bénin carbure à la contrebande

» Fulgurance de Tadeusz Kantor

» Les filles marginalisées

» Impérative transition vers une société du temps libéré

» Extrêmes droites mutantes en Europe

» L'histoire vire-t-elle à droite ?


Edição em inglês


» The digital economy

» June: the longer view

» ‘Intelligence sources say'

» Belgium's role in Rwandan genocide

» Calabria's anti-mafia trial

» China consumes Gambia's waters

» Is an Asian NATO imminent?

» Istanbul, home to the new Arab world

» Colombia's growing repression

» India's second wave


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2021

» O jornalismo no novo negócio dos "media"

» Um povo de pé

» Na morte de Carlos Santos Pereira (1950-2021)

» Documentar o drama balcânico

» Recensão a "A Grande Guerra pela Civilização" (Robert Fisk)

» As feridas abertas da Guerra Civil

» Do bom uso do terror

» Srebrenica: a tragédia e a farsa

» NATO imune ao urânio empobrecido


Pós-modernidade

A hipermassificação e a destruição do indivíduo

O “tempo livre” é de fato assim tão livre? Esse tempo, saturado de produtos culturais, impede que cada qual se diferencie por escolhas próprias, espoliando sua energia vital. E, levando a uma perda generalizada de individuação, engendra rebanhos de seres em permanente e angustiante mal-estar – rebanhos que se aproximam cada vez mais da horda furiosa

Bernard Stiegler
15 de fevereiro de 2008

O desejo asfixiado, ou como as indústrias culturais liquidam o indivíduo

A sociedade hiperindustrial, através da indústria cultural, promove o controle íntimo dos comportamentos individuais, acarretando uma miséria simbólica que ameaça as capacidades mentais, intelectuais, afetivas e estéticas da humanidade

Bernard Stiegler
1º de junho de 2004

O assalariado ideal segundo o gerenciamento pós-moderno

Ontem, para empresas modeladas pelo ’taylorismo’ e o ’fordismo’, salvo a preocupação com as suas opiniões políticas, o que interessava eram as capacidades técnicas dos candidatos. Agora o que se cobiça são os valores dos colaboradores, suas crenças, sua interioridade e sua personalidade

Stéphane Haefliger
1º de maio de 2004

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