Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Honduras: a nova presidente diante do colapso

» 21 de janeiro de 2020

» Amor, desconcerto anticapitalista

» Torto Arado e o direito da mulher camponesa

» ¿Adónde va Chile?: Um olhar afetivo e político

» 20 de janeiro de 2022

» Netflix sacode (e ameaça) o cinema

» Como avança a uberização no setor de turismo

» Um Macbeth negro, deslumbrante e irreal

» Combater desigualdades e mudar a Economia

Rede Social


Edição francesa


» Argent public, fortunes privées

» Le Roi sans nuages ni soleil

» Le Maghreb central

» Conséquences du changement climatique au Maghreb

» Alphabétisation & scolarisation

» Développements comparés des pays du Maghreb

» Taux de croissance annuel de la population

» Pyramide des âges au Maghreb

» Au lycée, vigilance ou paranoïa

» TF1 ou la parabole de Frankenstein


Edição em inglês


» January: the longer view

» United States: the black hole of Guantanamo

» Transnistria: a pro-Russian enclave in Europe

» The Chinese take to the slopes

» Japanese women find their voice

» The open-source world is more and more closed

» Transnistria, relic of a frozen conflict

» The Algeria-Morocco standoff

» Chile's victorious ‘new left' brings hope, but it's all to play for

» Europe's secretive system to keep out migrants


Edição portuguesa


» A orquestra do caos

» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» A pilhagem da comunidade do software livre

» Braço-de-ferro entre Marrocos e a Argélia

» Transnístria: o vestígio de um conflito congelado

» As japonesas já não querem ficar caladas

» O regresso da chantagem da dívida

» Homenagem do vício à virtude

» Impor uma visão do mundo


Prêmio Nobel

A impostura do Nobel de economia

O prêmio instituído pelo Banco da Suécia nada tem a ver com o Nobel e servem para endeusar economistas americanos da Escola de Chicago

Hazel Henderson
1º de fevereiro de 2005

A palavra disfarçada em carne

Eu não faço jorrar sangue, apenas palavras. Mas quem tem necessidade delas, por mais que se esforcem para ser contemporâneos, quem tem necessidade delas?

Elfriede Jelinek
1º de dezembro de 2004

A escandalosa de Viena recompensada

A escritora desprezada pela mídia e pela direita liberal-conservadora austríaca recebe o Nobel de literatura, com uma obra que põe o dedo nas feridas de seu país

Brigitte Pätzold
1º de dezembro de 2004

Sobre a dificuldade de comunicar

Ao receber o Prêmio Nobel da Literatura, o escritor sul-africano John Cotzee contou uma enigmática história que, na verdade, é uma metáfora que evoca o mistério da inspiração e da relação entre o escritor (ou o escriba?) com o narrador da escrita

Laure-Elisabeth Lorent
1º de julho de 2004

Ele e seu homem

“Mas, para retornar a meu novo companheiro. Eu estava extremamente deleitado com ele, e transformei em meu negócio a tarefa de ensinar-lhe tudo que era apropriado, acessível, e útil; mas especialmente, fazê-lo falar e compreender o que eu falo; e ele era o mais apto aluno, como jamais houve”.
- Daniel Defoe, Robinson Crusoe

J.M. Coetzee
1º de julho de 2004

Um Nobel para um renegado

Naipaul identifica-se completamente com os valores britânicos, como se renegasse seu percurso e tivesse rompido todas as ligações com seu passado – nasceu em Trinidad, em 1932, numa família indiana imigrante, de alta casta, mas pobre

Pascale Casanova
1º de dezembro de 2001

Palavras-chave no mesmo grupo
[temas permanentes]

Outros grupos de palavras-chave

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel