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Uma iniciativa


» Washington X Moscou: o que esperar agora

» Uberizados no Brasil: quem são; como resistem

» A alta — devastadora e inútil — dos juros

» Um convite à arte (e ciência) da sabotagem

» Rio: o que esperar das UPPs recauchutadas

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» 24 de janeiro de 2021

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» Ucrânia: quem atiça a guerra em zona crítica

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Rede Social


Edição francesa


» L'avenir de l'Europe se discute à huis clos

» Patrons de presse en campagne

» L'armée mexicaine de l'Union européenne

» Les candidats parlent de moi

» À gauche… mais proches des milieux d'affaires

» Argent public, fortunes privées

» Le Roi sans nuages ni soleil

» Le Maghreb central

» Conséquences du changement climatique au Maghreb

» Alphabétisation & scolarisation


Edição em inglês


» January: the longer view

» United States: the black hole of Guantanamo

» Transnistria: a pro-Russian enclave in Europe

» The Chinese take to the slopes

» Japanese women find their voice

» The open-source world is more and more closed

» Transnistria, relic of a frozen conflict

» The Algeria-Morocco standoff

» Chile's victorious ‘new left' brings hope, but it's all to play for

» Europe's secretive system to keep out migrants


Edição portuguesa


» A orquestra do caos

» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» A pilhagem da comunidade do software livre

» Braço-de-ferro entre Marrocos e a Argélia

» Transnístria: o vestígio de um conflito congelado

» As japonesas já não querem ficar caladas

» O regresso da chantagem da dívida

» Homenagem do vício à virtude

» Impor uma visão do mundo


Previdência Social

Dura batalha pela seguridade social

Num continente assolado pela pobreza, espalham-se as campanhas para transformar a Previdência em direito de todos. As políticas “de mercado” do FMI e Banco Mundial são o obstáculo

Assane Diop
1º de maio de 2006

A sociedade dos proprietários

Com novo mandato e maioria reforçada no Congresso, Bush propõe uma reforma para privatizar o que resta de Previdência pública. Se colocada em prática, pode inspirar seus pares em escala internacional

George Ross
1º de junho de 2005

Quem vai pagar ?

O caminho para diminuir ou acabar com o déficit da Previdência não passa por taxar ainda mais os assalariados. Deve-se levar a empresa – isto é, o lugar de criação das riquezas – de volta ao centro do financiamento

Dominique Sicot
1º de julho de 2004

Meio século de sabotagem

Com o fim da II Guerra Mundial, os partidos políticos franceses tentaram criar uma “previdência social” para todos, fundada sobre o trabalho, co-gerida pelos trabalhadores e pelo Estado. Nos 50 anos que se seguiram, essas conquistas foram solapadas

Martine Bulard
1º de outubro de 2003

A insegurança social programada

A justificativa do governo francês para sua reforma estrutural é a seguinte: com a queda do crescimento econômico, diminuem os depósitos, aumenta o déficit e diminui o consumo. Portanto, para a área da saúde, a palavra de ordem é privatizar

Martine Bulard
1º de outubro de 2003

As alternativas à “reforma única”

O dogma de que é preciso baixar os custos das políticas sociais para a retomada do emprego e do crescimento precisa ser submetido a críticas - existem medidas que aportariam novos fundos e reduziriam déficits sem penalizar o aposentado

Martine Bulard
1º de julho de 2003

Morrer de trabalho

Enquanto se orquestra um ataque ao sistema de aposentadorias em todo o mundo, sem qualquer aumento da participação das empresas ou do capital na pensões de seus empregados, pesquisa da OIT denuncia que 5 mil pessoas morrem por dia no trabalho

Ignacio Ramonet
1º de junho de 2003

Como pagar as aposentadorias ?

Há uma grande campanha nos meios de comunicação que visam convencer a população de que é necessário escolher entre a maneira mais equitativa e menos dolorosa de repartir a diminuição dos recursos para as aposentadorias, pressupondo que não há outra saída. Nada mais falso.

Michel Husson
1º de maio de 2003

Traídos pelos fundos de pensão

Difundidos nos países anglo-saxões e tomando corpo nas outras regiões do ocidente, os fundos de pensão por capitalização deixam o poupador dependente da volatilidade do mercado financeiro e ameaçam destruir a aposentadoria pública

Martine Bulard
1º de maio de 2003

A experiência dos sindicatos investidores

No Quebec, fundos de pensão organizados e dirigidos por federações e sindicatos dos trabalhadores se tornaram a principal instituição de capital de desenvolvimento da província. Poderia este modelo ser uma forma de “domesticação” da globalização financeira?

Corinne Gendron
1º de abril de 2002

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