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Uma iniciativa


» 4 de agosto de 2020

» Eletrobrás, privatização humilhante

» Chile: a rebeldia retomada e o sistema em xeque

» Rusgas no casamento entre Bolsonaro e Guedes

» Cinema: Minimalismo vazio ou superação do consumismo?

» 3 de agosto de 2020

» Enfim, o direito humano a imprimir dinheiro

» Despotismo algorítmico, outra faceta da exploração

» Por que a pandemia afasta mulheres da ciência

» 31 de julho de 2020

Rede Social


Edição francesa


» Algérie : Les réformes de 1947 et l'intégration

» « The Economist », le journal le plus influent du monde

» L'avènement du tourisme de masse... Près de chez soi

» Babel jeune et innocente

» Des usages de Bach

» Rendez-vous avec Frantz Fanon

» Dans la jungle de Bornéo, des visiteurs en quête d'authenticité

» « Il nous faut tenir et dominer Athènes »

» Égalité, identités et justice sociale

» D'autres pistes pour la santé publique


Edição em inglês


» August: the longer view

» Hagia Sophia in Turkey's culture wars

» Pilgrimage routes

» Bolivia's shrinking glaciers

» It's the healthcare system, stupid

» The Twenty Years' war

» Government by the worst

» The eternal Johann Sebastian

» Wake up! I have things to say!

» Newspapers without borders


Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2020

» Prisioneiros do paradigma

» A guerra dos vinte anos?

» Offshores: paraíso para alguns, inferno para todos

» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago


Reforma da ONU

Mudança pela metade

Quais os poderes e limites do novo Conselho de Direitos Humanos — único resultado efetivo da "reforma das Nações Unidas", proposta com alarde, mas bloqueada até o momento

Philippe Texier
19 de outubro de 2006

Para nos salvar do inferno

Ao completar 60 anos, a ONU tem pela frente um desafio: como recuperar, em meio à hegemonia norte-americana, os princípios da Carta de 1945, que proclamava a primazia do direito e a soberania dos povos?

Samantha Power
1º de setembro de 2005

Com a palavra, os países do sul

Hugo Ruiz-Diaz*

Hugo Ruiz-Diaz
1º de setembro de 2005

Por uma organização da comunidade mundial

Como fundar uma organização mundial realmente engajada na defesa do bem comum dos povos e, principalmente, capaz de limitar o poder das grandes potências?

Monique Chemillier-Gendreau
1º de setembro de 2005

A África e a reforma das Nações Unidas

Em julho, a Líbia foi sede de duas reuniões da União Africana para definir uma posição comum sobre a reforma das Nações Unida e um eventual assento do continente no Conselho de Segurança, questão maior para a afirmação da África na cena mundial

Delphine Lecoutre
1º de julho de 2005

Elogio ao senso comum

A luta pela democracia no mundo não deveria se iniciar pela democratização dos organismos que se chamam internacionais? O que opina o senso comum? Não está previsto que opine. O senso comum não tem voto nem tem voz

Eduardo Galeano
1º de agosto de 2004

ONU: a bússola disponível para o mundo

As Nações Unidas devem ser melhoradas para se adaptar à realidade. Mas seus detratores erram ao vê-la com uma caricatura burocrática, prejudicial e ineficaz. Termômetro do mundo, deve ser articulada com organizações multilaterais regionais

Amara Essy
1º de julho de 2003

Rumo a um Conselho de Segurança Econômico e Social

A ONU se tornou um instrumento indispensável para a gestão de problemas diversos e a garantia da multilateralidade. Falta agora implantar uma espécie de Conselho de Segurança Social e Econômica que incentivaria o respeito às suas normas

Stéphane Hessel
1º de julho de 2003

A Liga das Nações está morta, viva a ONU...

A Liga das Nações nasceu em 1919 com os EUA desejando administrar o mundo – como nesse início de terceiro milênio. Esvaziada no fim da Segunda Guerra, é sucedida pela ONU, que logo manifestaria a mesma impotência em relação a questões de desarmamento

Marc Ferro
1º de abril de 2003

Por uma ordem pública mundial

Os povos ganham as guerras por força das idéias e pelo surgimento de uma mudança da norma jurídica com a afirmação do direito de dispor de si mesmos. Seria esse o caminho para pôr fim à nova etapa de um imperialismo unilateral?

Monique Chemillier-Gendreau
1º de dezembro de 2002

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