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Uma iniciativa


» Capital, pandemia e os papéis do feminismo

» Na pandemia, fermenta o Comum

» Literatura periférica, borbulhante e singular

» Epidemias e a queda do céu

» A Quarentena, o desencanto e os homens de gravata

» Contra o cinismo de 1%, a Reforma Tributária

» O fantasma de 1929 está vivo

» Contra a pandemia, a opção solidária

» Pandemia implodirá a Segurança Pública?

» Filmes para desembrutecer o coração

Rede Social


Edição francesa


» Punir le viol

» Stefan Zweig ou l'horreur de la politique

» Le refus de Sartre

» Une guerre tous azimuts

» Parrain privé, chaîne publique

» « Big Pharma », ou la corruption ordinaire

» Ravages cachés du sous-emploi

» Quand l'OMS épouse la cause des firmes pharmaceutiques

» Les confidences de M. Tietmeyer, architecte de l'euro

» Des services publics garants de l'intérêt général


Edição em inglês


» To our readers

» Bangsamoro: Philippines' new Muslim-majority region

» Artist and filmmaker

» Looking without blinking

» Politics of city diplomacy

» The return of the city-state

» Philippines revives self-rule for Bangsamoro

» Marawi, the Philippines' ruined city

» Impasse in Morocco

» And now get lost, France!


Edição portuguesa


» Edição de Março de 2020

» Um Brexit para nada?

» A precariedade não é só dos precários

» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…

» As marcas do frio

» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?


Tchetchnia

Dissidentes em Moscou

Estigmatizada pelo governo Putin, a aspiração de independência da região rebelde tem, apoiadores também na Rússia

Anne Nivat
1º de maio de 2006

Ruínas, mágoas e medo

Já não se ouvem os tiros e as lagartas dos tanques. Mas, sete anos após o fim da guerra, o país se debate com produção devastada, ódio aos políticos pró-Rússia e medo da oposição terrorista

Anne Nivat
1º de maio de 2006

O labirinto caucasiano

Por trás do pesadelo de Beslan, está a força mais importante da história moderna: o nacionalismo. O islamismo radical e suas novas e detestáveis formas de terrorismo são apenas instrumentos de várias lutas de libertação nacional

Ignacio Ramonet
1º de outubro de 2004

Guerra sem fim

Fragilizada por um jogo violento travado pelas grandes potências e pela manipulação das identidades nacionais, a estratégica região caucasiana vive uma sucessão de conflitos

Jean Radvanyi
1º de outubro de 2004

Uma operação de política interna russa

Diante do desinteresse da comunidade internacional, a crise chechena continua em um impasse. Moscou aposta no esgotamento demográfico e material da resistência, que tenta sobreviver acenando com uma solução pacífica

Musa Youssoupov
1º de junho de 2003

Guerra e normalização

Na Chechênia, os abusos contra civis continuam e o exército comete crimes gozando de total impunidade. A resistência perdeu apoio. O plebiscito sobre a Constituição que declara o país parte da Rússia foi fraudado. A comunidade internacional se cala.(Mais de uma década de conflito)

Gwenn Roche
1º de junho de 2003

Putin: liberado para agir

Aderindo ao discurso, liderado pelos Estados Unidos, da “guerra ao terrorismo”, o presidente russo, Vladimir Putin, acredita poder silenciar os críticos da guerra da Chechênia e já pensa até num ’boom’ econômico, em troca de petróleo

Nina Bachkatov
1º de dezembro de 2002

Chechênia ganha o palco e deixa dúvidas no ar

A ação de um comando checheno, que fez todos os espectadores de um teatro em Moscou de reféns, resultou na morte de 169 pessoas, voltando a chamar a atenção do mundo para uma guerra “esquecida”. Ficaram, porém, várias perguntas sem resposta

Denis Paillard
1º de dezembro de 2002

Cronologia da guerra
Vicken Cheterian
1º de março de 2002

Uma guerra que não acaba

A operação “antiterrorista”, lançada em 1999, deveria terminar, segundo o governo russo, em março do ano seguinte, mas continua: a guerra de desgaste causou a morte de dezenas de milhares de civis, uma enorme destruição e despovoou a Chechênia

Vicken Cheterian
1º de março de 2002

Tchetchnia

Por que a comunidade internacional, pronta a se mobilizar no ano pasado a favor de Kosovo, em nome do direito de ingerência, assiste impassível a uma nova tragédia?

Ignacio Ramonet
13 de fevereiro de 2000

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