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Uma iniciativa


» Miguel: breve simbologia de um país que não mudou

» Elogio à sensorialidade da Cultura

» Edição de 5 de junho de 2020

» E se a doméstica desafiar a Casa Grande?

» Esperança como ação: caminhos ao pós-pandemia

» Como reinventar o estar presente, em quarentena

» Literatura dos Arrabaldes: Territórios culturais

» Depois da pandemia, a semana de quatro dias

» Edição de 4 de junho de 2020

» George Floyd: esse não é só um caso policial

Rede Social


Edição francesa


» Industrie, socle de la puissance

» Victoire historique au procès de l'amiante

» La cotisation, levier d'émancipation

» Sur le toboggan de la crise européenne

» Bouée pour la Grèce, béquille pour l'euro

» Faust et l'alchimie capitaliste

» Indétrônables fauteurs de crise

» Comment la droite américaine exploitait les émeutes

» Bush peut-il tirer parti des émeutes de Los Angeles ?

» Les États-Unis, une nation née dans la brutalité


Edição em inglês


» UK Labour: from Corbyn to Starmer

» June: the longer view

» Another ‘Europeanisation'

» Miami: flood risk and development

» Texas opens again for business

» US in the spring of the pandemic

» Florida's flooded future

» Oman struggles to stay neutral

» Syria's quiet return

» UK coexists with coronavirus


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2020

» A fractura social

» Vender carros Audi na Birmânia

» Edição de Maio de 2020

» Defender os trabalhadores

» Todos crianças

» Há um problema com a representação jornalística da violência doméstica

» Chile, o oásis seco

» Edição de Abril de 2020

» O tempo é agora


Transportes

A revolução cultural dos motoboys

Um evento em São Paulo, um site inusitado e dois filmes ajudam a revelar a vida e cultura destes personagens de nossas metrópoles. Sempre oprimidos, por vezes violentos, eles vivem quase todos na periferia, são a própria metáfora do caos urbano e estão construindo uma cultura peculiar

Eleilson Leite
17 de maio de 2008

Uma vida absurda, aceita como natural

Cada novo aumento da produção automobilística é comemorado pela mídia. Compram-se automóveis em 99 prestações. Entupidas, as cidades param. Estaremos, como diz Paulo Mendes da Rocha, nos dedicando a aprimorar a máquina de produzir veneno que inventamos?

José Correa Leite
6 de maio de 2008

No trem das esperanças africanas

No continente esquecido, surge uma campanha internacional por um bem público estratégico. Movimentos do Senegal e Mali defendem a ferrovia que estimulou a independência dos países, promoveu sua integração e está sendo sucateada por um consórcio franco-norte-americano

Vincent Munié
12 de fevereiro de 2007

Os trabalhadores e o serviço público

Após um acidente de trem da companhia ferroviária Ouest-Etat, então recém-nacionalizada, diretor do jornal ’L’Humanité’, escreveu este artigo, em 19 de fevereiro de 19111 , que parecia antecipar o que viria quase um século depois

Jean Jaurès
1º de junho de 2004

Mera propaganda?

Vários corredores interessam diretamente aos Bálcãs, mas somente o X (Décimo), que liga a Alemanha à Grécia através da Croácia e da Sérvia, parece destinado a um desenvolvimento rápido

Jean-Arnault Dérens
1º de novembro de 2002

Um mundo totalmente digital?

A globalização impõe o totalmente técnico como cultura do cotidiano. Só que um universo assim racionalizado e informatizado pode não só acarretar sofrimento para os indivíduos, mas também constituir uma nova fonte de vulnerabilidade para a sociedade

Victor Scardigli
1º de outubro de 2002

Ser livre nas estradas da África

Um repórter atravessa, num velho Peugeot, dez mil quilômetros no Oeste do continente perdido. Uma experiência insólita e descobertas inesquecíveis

Chistian de Brie
1º de agosto de 2002

Os corredores de desenvolvimento

Apesar de seu desinteresse, a Hungria será o ponto de encontro dos planejados corredores de desenvolvimento europeus que podem integrar economicamente regiões da ex-Iuguslávia devastadas pela guerra e pelo atual marasmo econômico

Jean-Arnault Dérens
1º de agosto de 2002

Um plano de vôo para a aviação

O transporte aéreo é o que mais consome combustível. O desperdício do Concorde é gritante: gasta 25 mil litros de querosene/hora para transportar 100 passageiros, enquanto um Boeing 747-400 consome 12.788 litros para transportar até 569 pessoas

Philippe Bovet
1º de janeiro de 2002

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