Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Oito teses sobre a Revolução Feminista

» As feridas da Guerra com Paraguai ainda latejam

» A última chance de salvar Julian Assange

» Quando a polícia bandida quer mandar na sociedade

» Zé do Caixão, herói do Cinema Popular Brasileiro

» Poderá Francisco salvar a Economia e o planeta?

» Auschwitz: os portões da memória ainda abertos

» As democracias engolidas e o erro de Piketty

» Eles lutam por todos nós

» Paulo Guedes, o bravateiro velhaco

Rede Social


Edição francesa


» Une Internationale… de la santé

» Wal-Mart à l'assaut du monde

» Réalité en quête de fictions

» Émergence d'une voix africaine

» L'astrologie, la gauche et la science

» L'Afrique conteste en rap

» Les sondés ne veulent plus parler

» Apolitisme très politique des journaux municipaux

» La force molle de la social-démocratie

» L'enfance, une espèce en danger ?


Edição em inglês


» US ideologues in the ascendant?

» US ideologues in the ascendant?

» Rojava, a fragmented territory

» Australia's angriest summer

» February: the longer view

» African national parks managed by African Parks

» Genetic medicine makes the world less fair

» From apartheid to philanthropy

» Who is the land for?

» Belarus, the industrious state


Edição portuguesa


» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…

» As marcas do frio

» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?

» Edição de Dezembro de 2019

» Uma fractura social exposta

» «Uma chacina»


GLOBALIZAÇÃO

Uma Convenção recente

Imprimir
enviar por email

Ler Comentários
Compartilhe

Nada é tão fácil dissimular quanto alguns dos ingredientes de uma arma química, seja fabricando-os em lugares separados ou montando-os, clandestinamente, no último momento

Any Bourrier - (01/07/2002)

O objetivo da Convenção é eliminar todas as armas químicas existentes no planeta até 2007, com exceção do gás lacrimogêneo

Aprovada em 12 de janeiro de 1993, em Paris, a Convenção para a Proibição de Armas Químicas impede a produção, armazenamento, utilização e exportação de armamento químico. Prevê a destruição das armas existentes. O objetivo da Convenção é eliminar esse tipo de armas do planeta até 2007, com exceção do gás lacrimogêneo, que permanece autorizado para a manutenção da ordem.

No entanto, o princípio da proibição de armas químicas é bastante difícil de fazer respeitar, apesar da adoção de sistemas de controle – como as inspeções de usinas sem aviso prévio. Na realidade, não há nada tão fácil de ser dissimulado como alguns dos ingredientes de uma arma química, seja fabricando-os em lugares separados ou montando-os, clandestinamente, no último momento. A aplicação da Convenção é a principal missão da Organização para a Proibição das Armas Químicas (Opaq), com sede em Haia. Seu diretor-geral é eleito por um período de quatro anos e, de acordo com a tradição, o cargo é ocupado pelo representante de um país signatário, do Terceiro-Mundo, enquanto o cargo de diretor-adjunto é escolhido entre os representantes dos países desenvolvidos.
(Trad.: Jô Amado)




Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» ONU
» Armas Biológicas e Químicas

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos