Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


Rede Social


Edição francesa


» Au travail, les enfants

» En Afrique, la démocratie entravée

» Le grand partage du globe

» La France et son espace maritime de souveraineté économique

» Villes et comptoirs hanséatiques

» Le sultanat de Malacca à la fin du XVe siècle

» Les grandes poubelles de plastique

» Feu vert à la surveillance de masse

» G8 : policiers italiens condamnés... et promus

» L'Italie saisie par la tentation autoritaire


Edição em inglês


» The rift in the AfD

» The forgotten chapter of the women's movement

» The battle for narrative in Afghanistan

» Work less, pollute less

» July: the longer view

» Ethiopia's failed experiment in ethno-federalism

» What press freedoms for North Africa?

» The Balkans rediscover socialism

» China's balancing act: power or prosperity?

» The immovable Assad clan


Edição portuguesa


» O direito à alimentação no mundo continua por cumprir

» Filho da Preguiça

» Boca de Cena

» Pandemónio Pandomínio

» Em Cuba, rumo ao fim do mais longo embargo da história

» Edição de Julho de 2021

» «Ajude um caloiro»: requiem por um direito

» Acalmia em França?

» Edição de Junho de 2021

» O jornalismo no novo negócio dos "media"


DOSSIÊ 11 DE SETEMBRO

Lembrete histórico

Imprimir
enviar por email

Ler Comentários
Compartilhe

(01/09/2002)

Na edição do Washington Post de 1º de março de 2002, o editorialista Charles Krauthammer demonstrou irritação com seus colegas da maioria das capitais européias. A mínima crítica à condução da guerra no Afeganistão ou ao discurso do presidente Bush sobre o “eixo do Mal”, por exemplo, desencadeou sua ira: “Nossos primos europeus estão desconcertados. A ofensiva partiu dos franceses, que denunciaram o simplismo norte-americano. Entendem que chamar o mal pelo seu nome é ferir a etiqueta. Preferem acomodar-se. Aliás, têm bastante experiência, pois tornaram-se célebres por se terem acomodado com a Alemanha nazista em 1940. (...) Travamos uma guerra de autodefesa. Que também é uma guerra pela civilização ocidental. Se os europeus se recusam a tomar parte nesse combate, tudo bem. Se preferem capitular, tudo bem. Poderemos deixá-los ser os maîtres de nossos hotéis, mas certamente não permitiremos que nos amarrem as mãos.”

Num artigo do New York Review of Books de 15 de agosto de 2002, o historiador Tony Judt salientou um detalhe: “Krauthammer esqueceu de citar que não somente a França perdeu 100 mil homens nas seis semanas de combates em 1940, mas que, dezoito meses depois, os Estados Unidos mantinham relações diplomáticas com os nazistas. Até dezembro de 1941, data em que Hitler declarou guerra aos Estados Unidos.”

(Trad.: Jô Amado)




Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos