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RUANDA

Os sentidos de uma comemoração

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Antes de se tornar objeto de rememoração, o genocídio de um milhão de tútsis e hutus foi contestado em sua própria realidade. Dez anos depois, pelo menos esta parte da história foi restaurada

José Kagabo - (01/03/2004)

O genocídio foi contestado em sua própria realidade para questionar a legitimidade do novo poder ruandês

Todos os anos, no sétimo dia do mês de abril, Ruanda comemora o genocídio de cerca de um milhão de tútsis e de hutus da oposição entre abril e julho de 19941/b> . No entanto, antes de se tornar objeto de rememoração, esse genocídio foi contestado em sua própria realidade, uma negação destinada a questionar a legitimidade do novo poder ruandês: uma coalizão de membros da Frente Patriótica Ruandesa (FPR) e de representantes dos partidos que se opuseram à “solução final”. De fato, determinadas potências européias (leia, nesta edição, o artigo de Colette Braeckman foram tentadas a impor a Ruanda uma espécie de crise “negociada” entre os vencedores da guerra de 1990-1994 (a FPR e seu exército proveniente de Uganda) e os representantes do regime deposto e responsável pelo crime. Um ano depois dos acontecimentos, falava-se ainda de massacres indiscriminados, ou de “duplo genocídio”.

Nesse contexto de incompreensão, o primeiro aniversário do genocídio também foi comemorado de modo confuso, a ponto da escolha da data ter sido submetida a uma discussão acirrada: 6 de abril, data do início dos assassinatos, mas também da morte do presidente Juvenal Habyarimana, ou 4 de julho, data oficial do fim do genocídio graças à intervenção armada da FPR. Na verdade, esse debate dissimulava uma questão mais importante: seria preciso, ou não, associar as vítimas tútsis e hutus na mesma lembrança? Ao escolher 7 de abril, a memória destas últimas estava incluída. Esse simbolismo permitia, além disso, consolidar (pelo menos virtualmente) a nova equipe governamental, da qual o presidente da República (Pasteur Bizimungu), o primeiro-ministro e os ministros das Relações Exteriores, do Interior e da Informação eram hutus, estando os tútsis empenhados sobretudo em manter o controle do exército, especialmente Paul Kagame, vice-presidente e ministro da Defesa.

Dissonâncias semânticas

Para os ruandeses, a primeira conferência internacional sobre o genocídio, em 1995, foi o sinal de que o mundo inteiro reconhecia finalmente a tragédia por eles vivida

Na seqüência, as dissonâncias semânticas traíram um verdadeiro conflito de memória. Ao falar do genocídio, o chefe de Estado usava de preferência dois termos: ishyano (ou, no plural, amahano) e itsembatsemba. O primeiro só abrange uma vaga noção de infelicidade, o segundo é apenas uma onomatopéia formada com o verbo gutsemba, que significa exterminar, erradicar. Em seus discursos, ele lembrava, portanto, o extermínio, mas sem especificar o objeto do genocídio, a não ser em longas perífrases. Foi preciso haver a primeira conferência internacional sobre o genocídio, em novembro de 1995, em Kigali, para dissipar os equívocos. Para os ruandeses, esse encontro foi o sinal de que o mundo inteiro reconhecia finalmente a tragédia por eles vivida.

A partir de 1996, esboçou-se uma verdadeira “política” da memória. Essa segunda comemoração ocorreu em Muhororo, na região de origem do novo chefe de Estado, uma região que foi posto avançado do extremismo hutu, em que os massacres foram impiedosos. O presidente Bizimungu fez ali um discurso de circunstância, lembrando as causas da tragédia: foi, de fato, um questionamento oficial da história, insistindo nas responsabilidades da comunidade internacional (a colonização, o apoio ao regime responsável pelo genocídio, a retirada da força de interposição das Nações Unidas durante os massacres). Dirigindo-se a um pequeno grupo de camponeses que seguiam de longe a cerimônia, visivelmente sem nada entender, ele atacou coletivamente os hutus: “Por seus atos, por sua crueldade, vocês mostraram que nós todos, os hutus, somos animais!”

Responsabilidade da França

Em 1996, o presidente Bizimungu fez um questionamento oficial da história, insistindo nas responsabilidades da comunidade internacional

Em 7 de abril de 1997, para a terceira comemoração, o local escolhido foi Murambi, onde se localiza um imenso ossuário. O distrito situa-se no município de Gikongoro, na antiga zona da Operação Turquesa, no sul do país, onde o exército francês se “interpôs” entre os genocidas e suas vítimas. Bizimungu (conhecido por não ter nenhum senso de moderação) contou a história de um elefante que atacou uma formiga. O enorme animal só contava com seu peso para esmagar o bichinho. Mas o resultado da batalha foi totalmente diferente: “Onde está hoje o elefante? A formiga continua aqui!”, concluiu o chefe de Estado. Os organizadores da cerimônia convidaram para a tribuna um sobrevivente e aqueles que não tinham percebido bem a metáfora animal, compreenderam então que o elefante mencionado era a França, e a formiga, Ruanda. A testemunha acusou formalmente os militares franceses de terem acobertado os massacres, depois de terem tentado dissimular o ossuário de Murambi, construindo ali uma quadra de vôlei. O segundo momento significativo da cerimônia foi o requisitório dirigido pelo presidente Bizimungu, na presença do interessado, contra o bispo de Gikongoro, monsenhor Augustin Misago, acusado de genocídio e de ter fugido do país com o exército francês.

Algumas pessoas, sobretudo na França, só vêem, nesses questionamentos estrangeiros, chantagem em relação à comunidade internacional e manipulação política destinada a fortalecer o poder instituído. É uma interpelação esquemática: se é exato que as autoridades ruandesas se dirigem, ao mesmo tempo, à opinião pública mundial e à população local, falta compreender por que razão e com que objetivo.

Contexto complexo pós-genocídio

Em 2003, o presidente Kagame ironizou o “nunca mais” da comunidade internacional após o Holocausto, lembrando que o povo ruandês fora abandonado em 94

Em 1996, as palavras do presidente Bizimungu situavam-se no contexto muito complexo do imediato pós-genocídio. O sofrimento dos sobreviventes, os medos e os ressentimentos estavam ainda muito fortes, a ponto de ninguém ousar se aventurar a andar pelo interior do país. E no exterior, sobretudo nos campos de refugiados do leste da atual República Democrática do Congo (na época, Zaire), as ex-forças armadas ruandesas e as milícias reconstituídas ameaçavam reconquistar o poder e “terminar o trabalho2 ”. Provavelmente, o discurso aterrorizante do chefe de Estado foi uma advertência contra qualquer tentação de aliança com as redes extremistas, suspeitas de terem ramificações no país.

Quanto à linguagem vigorosa de 1997, ela se insere num contexto de tensões bastante fortes entre Ruanda e a França. Os ruandeses desconfiavam que Paris continuava a ajudar os extremistas do antigo regime, refugiados no Zaire, e começaram a preparar a opinião pública internacional para a invasão do gigante dos Grandes Lagos3 Por outro lado, na medida em que se acentua o questionamento da Igreja Católica (cumplicidade com o antigo regime, participação de alguns de seus membros no genocídio), as relações entre o governo ruandês e o Vaticano se deterioraram. O violento questionamento de monsenhor Misago repercutiu, portanto, como uma desconfiança.

“Nunca mais” em atos

Embora a personalidade e o estilo de comunicação de Paul Kagame, o atual chefe de Estado ruandês, difiram notoriamente dos de seu predecessor, o discurso continua se destinando simultaneamente à comunidade internacional e à opinião pública interna, num tom sem dúvida mais tranqüilo, mas sempre firme. Por ocasião da comemoração de abril de 2003, por exemplo, o presidente ironizou quanto ao “nunca mais” apregoado pela comunidade internacional após o Holocausto, para lembrar que o povo ruandês fora abandonado em 19944 . Diante de Louis Michel, ministro belga das Relações Exteriores, reafirmou a firme determinação de seu governo: “Não pouparemos nenhum esforço para combater aqueles que, de perto ou de longe, quiserem nos fazer retornar a uma situação semelhante. Nosso ‘nunca mais’ deve ser traduzido em atos”. Percebe-se facilmente que o presidente Kagame faz alusão ao papel que seu país desempenhou e ainda poderia ser tentado a desempenhar no Congo. Como importantes datas eleitorais (eleição presidencial e legislativas) se anunciavam também para o verão de 2003, a segunda parte da mensagem destinava-se aos candidatos da oposição. “Durante o dia, fazem discursos positivos sobre os valores e os direitos humanos, sobre a necessidade de construir a unidade e a reconciliação (...). À noite, as mesmas pessoas mudam de linguagem e defendem posições divisionistas.” Sem surpresas, Paul Kagame foi reeleito para a presidência no final de agosto, com um total de 95% dos votos, depois que seu principal oponente foi afastado por propaganda étnica.

Foi espetacular o perdão pedido pelo primeiro-ministro, nacomemoração do ano 2000. Dos países implicados na história do genocídio, só a França se mostra reservada

A próxima comemoração de 7 de abril de 2004 reveste-se de um brilho muito particular. Dez anos depois dos acontecimentos, já se fala de balanço. Mas balanço de quê? Provavelmente vão tratar da retirada das tropas ruandesas da República Democrática do Congo, das eleições passadas, da boa gestão econômica (restauração das infra-estruturas, da administração e dos serviços públicos), da criação de jurisdições descentralizadas para acelerar o julgamento dos supostos autores do genocídio5 , da reconciliação nacional6 . Quanto ao genocídio, um ano mais, outro menos, os sobreviventes e o governo ruandês têm o sentimento de ter adquirido um reconhecimento internacional. Foi espetacular o perdão pedido pelo primeiro-ministro belga Guy Verhofstadt, por ocasião da comemoração do ano 2000. Dos países implicados na história do genocídio, só a França se mostra reservada7 .

A alusão naturalmente ruidosa às responsabilidades internacionais parece ter como finalidade última a afirmação da soberania nacional. Uma maneira de dizer: “Depois do que aconteceu, e tendo em vista a maneira como se comportaram, vocês não têm lição de moral a nos dar”. Trata-se menos de culpabilizar do que postular a possibilidade de um outro tipo de relação política com as ex-potências coloniais. Resta a dolorosa questão da memória, individual ou coletiva, que evidentemente não pode ser resolvida nem por uma encenação oficial, nem a muito curto prazo.

(Trad. Regina Salgado Campos)

1 - A controvérsia referente ao número de vítimas faz com que os números oscilem entre 800 mil e 1 milhão e 500 mil.
2 - No sinistro código lingüístico dos matadores de 1994, “trabalhar” é massacrar os tútsis.
3 - Ler artigos de Colette Braeckman, Le Soir, 7 e 9 de abril de 1997.
4 - Ler, de Colette Braeckman, “Du Rwanda au Zaïre, l’onde de choc d’un génocide”, Le Monde diplomatique, dezembro de 1996 e, de Philippe Leymarie, “La politique France au Rwanda en questions”, Le Monde diplomatique, setembro de 1998.
5 - Uma lei de março de 2001 instituiu jurisdições denominadas gacaca em referência às práticas tradicionais da justiça. Foram criadas para enfrentar a impossibilidade de julgar um número muito elevado de acusados – 120 mil detentos esperando julgamento em 2003 –, e há mais de 8 mil em todo o país.
6 - Ler, de Anne-Cécile Robert, “Au Rwanda, vivre avec le génocide”, Le Monde diplomatique, julho de 2000.
7 - Na época em que Juppé era primeiro-ministro, Xavier Emmanuelli fez uma viagem de meditação que foi muito discreta. Ler, de Philippe Leymarie, “La politique France au Rwanda en questions”, Le Monde diplomatique, setembro de 1998.




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