Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Poderá Francisco salvar a Economia e o planeta?

» Auschwitz: os portões da memória ainda abertos

» As democracias engolidas e o erro de Piketty

» Eles lutam por todos nós

» Paulo Guedes, o bravateiro velhaco

» Mídia: a descarada sabotagem a Bernie Sanders

» Cronofagia: o roubo do tempo, sono e ideias

» Economia: o fantasma da crise externa

» Aos pobres, a xepa

» Por que o Brasil precisa de um Estado gastador

Rede Social


Edição francesa


» L'Afrique conteste en rap

» Les sondés ne veulent plus parler

» Apolitisme très politique des journaux municipaux

» La force molle de la social-démocratie

» L'enfance, une espèce en danger ?

» Progrès technologique et régression sociale

» La recolonisation du plus pauvre pays de l'hémisphère occidental

» Taïwan, ou l'indépendance dans le brouillard

» Sur les causes de la pauvreté des nations et des hommes dans le monde contemporain

» La criminalité en « col blanc », ou la continuation des affaires…


Edição em inglês


» US ideologues in the ascendant?

» US ideologues in the ascendant?

» Rojava, a fragmented territory

» Australia's angriest summer

» February: the longer view

» African national parks managed by African Parks

» Genetic medicine makes the world less fair

» From apartheid to philanthropy

» Who is the land for?

» Belarus, the industrious state


Edição portuguesa


» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…

» As marcas do frio

» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?

» Edição de Dezembro de 2019

» Uma fractura social exposta

» «Uma chacina»


SOCIEDADE

Enfim, uma indenização

Imprimir
enviar por email

Ler Comentários
Compartilhe

Sinais do neoliberalismo: uma decisão judicial revela que, mesmo num país "central", grandes corporações sentem-se à vontade para expor trabalhadores a doenças mortais

Annie Thebaud-Mony - (27/07/2007)

A empresa de produtos químicos francesa Adisseo, terceira do mundo no ramo de alimentos para animais, cometeu um erro imperdoável. Assim o julgou o Tribunal de Assuntos de Seguridade Social (Tass) de Moulins (França), em 20 de abril de 2007.

O tribunal condenou a empresa a pagar indenizações de 50 a 60 mil euros a cada um dos nove empregados e ex-empregados da fábrica de Commentry, acometidos de câncer de rim. A doença havia sido reconhecida como de origem profissional em 2003, pelo mesmo tribunal. Os queixosos trabalham ou trabalharam na oficina de produção de vitamina A da fábrica, que utiliza, desde 1982, o cloroacetal C5, molécula mutagênica e cancerígena. Para a corte, ‘‘desde quando reconheceu o caráter mutagênico do cloroacetal C5, em 1990, a companhia Adisseo France não demonstrou ter de fato reforçado as medidas de proteção de seus empregados.’’ Os juízes ressaltaram: ‘‘ A partir de 1984, vários casos de câncer de rim foram diagnosticados entre os empregados do local. Vinte e dois casos foram descobertos, com várias mortes [1]’’.

Tradução:Elisabete de Almeida
betty_blues_@hotmail.com



[1] Le Journal de l’environnement, de 24 de abril de 2007.


Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» França
» Neoliberalismo
» Trabalho
» Transnacionais
» Saúde do Trabalho

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos