Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Biopolítica de uma catástrofe anunciada

» Vulnerabilidade, essência da Educação pós-capitalista

» Na metrópole infectada, uma normalidade melancólica

» O vírus transparente e os unicórnios invisíveis

» Artimanhas do mercado para socializar prejuízos

» CARF: um tribunal paralelo a serviço dos sonegadores

» Bolsonarismo, manipulação e perversidade

» Pandemia expõe a Era dos Empregos de Merda

» Governo estrangula (ainda mais) Ciência brasileira

» Coronavírus e os limites morais do capitalismo

Rede Social


Edição francesa


» Qui veut en finir avec le modèle de la BBC ?

» Médicaments du Nord testés sur les pauvres du Sud

» L'Afrique tente de retenir ses médecins

» Du Monténégro au Kosovo, la Serbie défiée

» De l'utopie scientifique au péril sanitaire

» Controverses en Inde autour de l'histoire coloniale

» Le culte d'Internet

» Hobsbawm (1917-2012), un itinéraire dans le siècle

» L'Afrique, cobaye de Big Pharma

» Dépeçage des libertés publiques


Edição em inglês


» What does Covid-19 mean for people displaced by climate change?

» April: the longer view

» To our readers

» Bangsamoro: Philippines' new Muslim-majority region

» Artist and filmmaker

» Looking without blinking

» Politics of city diplomacy

» Politics of city diplomacy

» The return of the city-state

» Philippines revives self-rule for Bangsamoro


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2020

» O tempo é agora

» Achatar as desigualdades

» O olhar dos artistas

» Assine por 3 meses (€10) ou 6 meses (€18)

» Edição de Março de 2020

» Um Brexit para nada?

» A precariedade não é só dos precários

» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…


Primeira vez

Imprimir
enviar por email
Compartilhe

O editor da seção anuncia: “a cada semana, uma nova edição, para reverenciar a literatura – ou, antes dela, a Palavra”

Rodrigo Gurgel - (06/10/2007)

Os diálogos que deram vida à seção Palavra concentraram-se em três pontos: o espaço deveria servir à divulgação da literatura contemporânea de língua portuguesa, abarcando a prosa e a poesia; não poderia, contudo, abster-se de publicar crítica literária e artigos que refletissem sobre os diversos aspectos da literatura, do livro e do mercado editorial; e, finalmente, se comprometeria a não basear seus critérios de seleção editorial em questões de cunho ideológico, pois a literatura – ainda que muitos discordem desse ponto de vista – encontra-se acima de tais controvérsias. Aqui, dessa forma, imaginando um universo ideal, teriam espaço Sartre e Céline.

Passadas algumas semanas, oferecemos aos leitores esta primeira edição. Em “Sylvia Plath e A redoma de vidro”, Isa Fonseca elabora um delicado paralelo entre a ficção e a vida dessa poeta norte-americana. No conto “Um brinde no Largo do Arouche”, Antonio Carlos Olivieri imagina um curioso périplo paulistano, sem deixar de lado as inevitáveis contradições dessa capital. Finalmente, em “Poema não tão simples”, Ricardo Miyake nos oferece a nostalgia do amor que esteve a um passo de se realizar.

Semanalmente, às sextas-feiras, publicaremos uma nova edição, tentando não só cumprir os objetivos que nos propusemos, mas reverenciar a literatura – ou, antes dela, a Palavra.

Cordial abraço!


Rodrigo Gurgel é escritor, editor e crítico literário. Escreve regularmente no jornal Rascunho e em seu blog



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» Literatura
» Seção {Palavra}


Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos