Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Economia: o fantasma da crise externa

» Aos pobres, a xepa

» Por que o Brasil precisa de um Estado gastador

» A empregada de Guedes e a cozinheira de Lênin

» Esquerda e governo: ideias e lições históricas (2)

» Evo: Como reconstruir o Socialismo Comunitário

» Educação Pública: E se Bolsonaro destruir o Fundeb?

» Cinema: quando o vazio é combustível à vida

» Boaventura: o desenvelhecimento do mundo

» Coronavírus: por que a ameaça persiste

Rede Social


Edição francesa


» Apolitisme très politique des journaux municipaux

» La force molle de la social-démocratie

» L'enfance, une espèce en danger ?

» Progrès technologique et régression sociale

» La recolonisation du plus pauvre pays de l'hémisphère occidental

» Taïwan, ou l'indépendance dans le brouillard

» Sur les causes de la pauvreté des nations et des hommes dans le monde contemporain

» La criminalité en « col blanc », ou la continuation des affaires…

» Les manœuvres à l'intérieur du parti de M. McGovern diminuent les chances d'un candidat démocrate

» Un réseau élargi et solidaire


Edição em inglês


» US ideologues in the ascendant?

» US ideologues in the ascendant?

» Rojava, a fragmented territory

» Australia's angriest summer

» February: the longer view

» African national parks managed by African Parks

» Genetic medicine makes the world less fair

» From apartheid to philanthropy

» Who is the land for?

» Belarus, the industrious state


Edição portuguesa


» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…

» As marcas do frio

» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?

» Edição de Dezembro de 2019

» Uma fractura social exposta

» «Uma chacina»


LITERATURA

Bala de fogo

Imprimir
enviar por email
Compartilhe

(Poema singelo contra a morte)

Teresa Candolo - (25/04/2008)

Embala, João,
embala o caixão!
Em forma de bala,
Pra chupar na sala.
Embala, João,
Embala a menina
Embala e se cala
Co’a sua aspirina.

Embala, João,
Embala e se cala
Que a morte é uma bala
Que voa e, alada,
Abate e não fala,
Só leva a amada.

Embala, João,
E nunca se abala:
Embala a aspirina,
Devolve a menina
Pra dentro da sala;
Troca a sua sina
Devolve a mortalha
Pra morte canalha!

A morte não atina
Co’o corpo na vala
Troca a sua menina
Por um feixe de palha
Troca e sai correndo
Porque a morte, não vendo,
Também não atrapalha...
Troca e sai vendendo
Amor e Batalha
Em forma de bala.



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» Cultura
» Literatura
» Seção {Palavra}


Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos