Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Biopolítica de uma catástrofe anunciada

» Vulnerabilidade, essência da Educação pós-capitalista

» Na metrópole infectada, uma normalidade melancólica

» O vírus transparente e os unicórnios invisíveis

» Artimanhas do mercado para socializar prejuízos

» CARF: um tribunal paralelo a serviço dos sonegadores

» Bolsonarismo, manipulação e perversidade

» Pandemia expõe a Era dos Empregos de Merda

» Governo estrangula (ainda mais) Ciência brasileira

» Coronavírus e os limites morais do capitalismo

Rede Social


Edição francesa


» Qui veut en finir avec le modèle de la BBC ?

» Médicaments du Nord testés sur les pauvres du Sud

» L'Afrique tente de retenir ses médecins

» Du Monténégro au Kosovo, la Serbie défiée

» De l'utopie scientifique au péril sanitaire

» Controverses en Inde autour de l'histoire coloniale

» Le culte d'Internet

» Hobsbawm (1917-2012), un itinéraire dans le siècle

» L'Afrique, cobaye de Big Pharma

» Dépeçage des libertés publiques


Edição em inglês


» What does Covid-19 mean for people displaced by climate change?

» April: the longer view

» To our readers

» Bangsamoro: Philippines' new Muslim-majority region

» Artist and filmmaker

» Looking without blinking

» Politics of city diplomacy

» Politics of city diplomacy

» The return of the city-state

» Philippines revives self-rule for Bangsamoro


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2020

» O tempo é agora

» Achatar as desigualdades

» O olhar dos artistas

» Assine por 3 meses (€10) ou 6 meses (€18)

» Edição de Março de 2020

» Um Brexit para nada?

» A precariedade não é só dos precários

» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…


LITERATURA

Palavra 29

Imprimir
enviar por email
Compartilhe

Ficção Científica no Brasil: grandes esperanças
A história está longe de terminar para a FC brasileira. Graças às comunidades de Web, novos autores, que não tinham a menor ligação com o CLFC nem com os autores citados anteriormente, foram surgindo e ocupando um lugar fundamental na literatura do gênero e em suas discussões críticas
Aqui

Joyce Carol Oates e sua ciranda de meninas más
Dona de uma visão extremamente singular do mundo, a autora demonstra maestria ao tecer enredos que, no melhor estilo do suspense norte-americano, muitas vezes dependem do elemento surpresa, do engenho ao manipular os elementos narrativos para causar sensações e sugestões
Aqui

A leitura como exercício da individualidade
Um dos momentos em que mais se pode reconhecer, reconquistar e exercer a individualidade é durante uma lenta leitura. A mim, a literatura vale muito mais, ou melhor, tem seu real valor quando a atenção despretensiosa mas inevitável é o que move a leitura
Aqui

A casa no morro – Parte 3
O cachorro tinha uma mancha de sangue na cabeça e estava próximo a uma porta que devia sair para o lado de fora. O chão me pareceu limpo. Ou sujo o suficiente para que o sangue sequer aparecesse. Inclinei-me por sobre o cachorro e olhei a porta. Dedos na maçaneta
Aqui

Rodrigo Gurgel - (16/05/2008)

Fábio Fernandes dá continuidade ao tema da ficção científica, agora analisando o desenvolvimento do gênero no Brasil. O artigo traça um panorama animador, principalmente no que se refere à produção a partir da década de 1950, e termina com uma nota promissora. Os augúrios, ao que parece, não poderiam ser melhores para a ficção científica brasileira.

Marina Della Valle escreve sobre a escritora norte-americana Joyce Carol Oates e seus temas recorrentes: “violência, desarranjo e conflitos sociais, crueldade doméstica, incesto, estupro, relações familiares patológicas, a infância feminina e a morte, em diversos matizes e nuances”. O texto de Marina Della Valle ainda traz um delicioso insight, ao comparar Oates com a banda The Stooges.

Renata Miloni critica o artigo de Carlos Eduardo de Magalhães, “O seu crítico”, originalmente publicado na edição de novembro de 2007 do jornal Rascunho. Renata Miloni não deixa dúvidas quanto ao seu veredicto: “Não me lembro de algum trecho com o qual eu tenha concordado”.

Olivia Maia publica a 3ª parte de seu folhetim policial, “A casa no morro”. Os policiais procuram Manuel, o suspeito, mas encontram uma habitação desolada, um cão morto, a poeira pegajosa, indícios da passagem de alguém pela casa e... uma instigante surpresa.

Boa leitura!

Rodrigo Gurgel, editor de Palavra



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos