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Uma iniciativa


» Maquiavel explica o novo ministro da educação

» 10 de julho de 2020

» A luta decisiva contra o reconhecimento facial

» “Austeridade”, uma concha vazia

» Um vírus que revela nosso dissídio com a Natureza

» (Auto)cuidado – coletivo, político e inadiável

» Por que aproxima-se uma onda de fome no Brasil

» 9 de julho de 2020

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» A estratégia indígena para enfrentar o vírus

Rede Social


Edição francesa


» Aux bons soins d'une société sécuritaire

» La police, la gauche et le changement

» Primes pour stimuler la production et sanctions contre les pratiques illégales

» Les difficultés de l'économie soviétique ravivent le débat entre traditionalistes et partisans de la réforme

» Comment le Sahel est devenu une poudrière

» Tout commence, tout finit à Gaza

» Cette « double autorité » qui écartèle les Palestiniens

» Aux origines de la secte Boko Haram

» Michel Onfray, le dernier nouveau philosophe

» Les forces de l'ordre social


Edição em inglês


» Meanwhile in Minneapolis

» Cities: the power of the urban

» July: the longer view

» Fossil fuel disarmament

» Oil production and consumption around the world

» OPEC's share of production in a changing oil market

» Passport power

» Prato's migrant workforce

» No going back to business as usual

» Trade war in strategic minerals


Edição portuguesa


» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago

» «O desastre actual é a total ausência de espírito crítico»

» Edição de Junho de 2020

» A fractura social

» Vender carros Audi na Birmânia


Alain Roux

Professor emérito do Instituto Nacional das Línguas e Civilizações Orientais (Inalco), autor, sobretudo, de La Chine du XXe siècle, ed. Armand Colin, Paris, 2003.


Seus artigos nesse site:

Guerras do ópio e a impotência do Império

Interessada em abrir o mercado chinês para seus produtos e reverter a balança comercial a favor do Ocidente, a Inglaterra apelou para o uso do ópio, que, proibido na China, havia sido introduzido fraudulentamente no país, expondo a vulnerabilidade do Império do Meio

1º de outubro de 2004

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