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» Le devoir de paresse

» Ainsi nos jours sont comptés

» Au Brésil, des collectionneurs d'art très courtisés

» Fantômes russes dans l'isoloir ukrainien

» Bernard Madoff, à la barbe des régulateurs de la finance

» Les famines coloniales, génocide oublié

» LTCM, un fonds au-dessus de tout soupçon

» Récalcitrante Ukraine

» Europe de l'Est : un bilan positif sur le plan social mais négatif dans le domaine des droits politiques

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» Rojava's suspended future

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» Africa's oil-rich national parks

» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?

» Senegal's five days of anger


Edição portuguesa


» "Catarina e a beleza de matar fascistas": o teatro a pensar a política

» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021


Amira Hass

Jornalista, correspondente na Palestina do jornal israelense Haaretz(Tel Aviv) em Ramallah. Autora de Boire la mer à Gaza, La Fabrique-éditions, Paris, 2001.


Seus artigos nesse site:

Rumo a soluções catastróficas?

Por não considerar que os atentados-suicidas são uma forma de luta dos palestinos contra a ocupação e as agressões de seu exército, a tese da “transferência”, ou melhor, expulsão maciça dos palestinos ganha adeptos em Israel

1º de fevereiro de 2003

O dia-a-dia da repressão

O exército israelense destruiu três casas, onde viviam as famílias de três homens procurados, num vilarejo próximo a Ramallah: um do Hamas e dois da FPLP. Em alguns segundos, os explosivos deixaram cerca de trinta pessoas desabrigadas

1º de dezembro de 2001

O pior cego é o que...

A organização israelense de direitos humanos Betselem divulgou um relatório que confirma que as informações dos porta-vozes militares e civis, em geral relativamente confiáveis, desta vez se fazem acompanhar por imprecisões, mentiras e omissões

17 de novembro de 2000

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