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» 1º de julho de 2022

» 30 de junho de 2022

» Bifo: O mundo em guerra civil psicótica

» Meditação sobre os que partem e os que ficam

» A indispensável metamorfose agroecológica no Brasil

» “A cidade dos Sem-Teto”

» O Brasil debate as plataformas cooperativas

» Por que murchamos os pneus de SUVs

» Retrato do esgotamento dos comerciários digitais

» Golpes no Brasil (I): Uma república febril e oligarca

Rede Social


Edição francesa


» Le poids des pamphlets, le choc des classes

» En Russie, réprimer plus et enfermer moins

» Apprendre à nager n'est plus donné à tout le monde

» Bouillonnement de l'art contemporain africain

» Les Sri-Lankais défient le pouvoir

» Clarice Lispector, l'étoile de Rio

» Séparatismes ukrainiens

» Les mineurs, la mer et autres histoires

» Le droit à l'avortement menacé

» Occident contre Occident


Edição em inglês


» Fragmented Yemen

» Ukraine's logistical crisis

» Tensions and blackmail over Western Sahara

» Migrants still risk their lives to reach England

» Africa: agribusiness or diversity?

» Poisoning our oceans

» UN Earth Summits: how the rot set in

» In Mexico, will slow and steady win the day?

» Sri Lanka plunges into crisis

» Uncertain loyalties and competing narratives


Edição portuguesa


» Lançamento: Atlas das Utopias Reais: Criatividade, Cultura e Artes

» Livro: Atlas das Utopias Reais: Criatividade, Cultura e Artes

» Leitura furiosa

» Lisboa e a Memória do Império. Património, Museus e Espaço Público

» Outros Tons de Azul

» Que pode o teatro face ao crescimento das extremas-direitas?

» Mapeamento de uma arte político-social: "Untitled", de Paula Rego

» Assembleia-Geral da Outro Modo

» O problema da riqueza

» «Sangrar a Rússia»


Chico Lopes

Chico Lopes (Francisco Carlos Lopes) nasceu em Novo Horizonte, SP, em 1952, e reside em Poços de Caldas, MG, desde 1991. Em Poços, é programador e apresentador de filmes no Instituto Moreira Salles. Publicou Nó de sombras (Instituto Moreira Salles/SP, 2000) e Dobras da noite (Instituto Moreira Salles/2004), participou de antologias e teve publicadas várias traduções, entre elas a de A volta do parafuso, de Henry James (Editora Landmark).


Seus artigos nesse site:

Grito provinciano – eco universal

O mundo das Adriennes não mudou tanto assim. É gente que você sabe que nunca escapará a uma sina de pequenez, sovinice, tristeza, exílio, desespero. Porque essa sina é tudo que tem, é sua explicação, seu nexo ontológico

8 de novembro de 2008

Perdendo Heitor

Noites que ela guardaria pelo cheiro do cigarro, da terra batida das estradas furtivas, do desodorante impreciso que ele passava, e, por fim, de muito usá-la, aprová-la, repeti-la, ele a tinha declarado única, nunca conhecera carne, cheiro melhor

22 de agosto de 2008

Hóspedes do vento

Ergueu-se, abriu os braços, não sabendo como saudá-los senão assim, camisa aberta, arreganhado, ele Neno, ele total, a mangueira repleta

22 de agosto de 2008

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