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» 27 de junho de 2022

» Não culpem Moscou pela crise alimentar

» Trabalho: o que a Espanha ganhou ao restaurar direitos

» Pochmann: o que a parceira com a China pode trazer

» “Meu espirito dorme em algum lugar frio”

» 24 de junho de 2022

» Varoufakis: por que a inflação voltou

» A reencarnação prismática do Ulisses

» Poderá a técnica salvar o patriarcado?

» 23 de junho de 2022

Rede Social


Edição francesa


» Occident contre Occident

» Tunisie : le triple déni des cadres déchus

» L'Ukraine se dérobe à l'orbite européenne

» Le Donbass apprend à vivre sans Kiev

» L'État de droit, une notion faussement neutre

» En Guyane, sous les pavés la Bible

» État d'urgence permanent

» De nouvelles routes pour le pétrole et le gaz

» Donald Trump s'épanouit en chef de guerre

» Le camp d'Hagadera au quotidien


Edição em inglês


» June: the longer view

» Putting internal displacement on the map

» The Trans-Amazonian Highway

» Bosnia-Herzegovina: three intertwined histories

» Energy interdependence

» Consider the croissant: a history of food fraud

» Brazil's trans-Amazonian highway of fire and mud

» Fate of a Chinese colony

» Bosnia: coexistence without reconciliation

» Sinn Féin extends its reach to Ireland's South


Edição portuguesa


» Mapeamento de uma arte político-social: "Untitled", de Paula Rego

» Assembleia-Geral da Outro Modo

» O problema da riqueza

» «Sangrar a Rússia»

» Vulnerabilidades territoriais: o que se pode aprender com a crise pandémica?

» O paraíso da inovação militarizada

» Mineração em mar profundo: para quê destruir os fundos oceânicos?

» O lado oculto das cimeiras da Terra

» Viagem ao fim da Transamazónica

» A Finlândia e a Suécia rompem com o ideal nórdico


Galsan Tschinag

Galsan Tschinag nasceu em 1944 em uma família de criadores nômades tuvas, na Mongólia Ocidental e passou a juventude nas estepes do Alto Altai, nos confins da União Soviética. Depois de terminar o secundário em Ulan-Bator, beneficiando-se dos programas de cooperação entre países comunistas, Galsan Tschinag tem a possibilidade estudar lingüística em Leipzig, na RDA. Escreve em mongol e alemão. Sua primeira obra, Céu Azul, publicada na Alemanha em 1994, obteve o prêmio Adalbert von Chamisso, que recompensa um autor estrangeiro que escreve em língua alemã. Entre seus romances, pode-se citar: Ciel Bleu (1966, reeditado em 1999); Vingt jours et um (1998); Le Monde Gris (2001, reeditado em 2004); Sous la Montagne Blanche (abril 2004), todos pela editora Anne-Marie Métailié, Paris. Dojnaa foi publicado em 2003 pela editora Esprit des Peninsules, de Paris.


Seus artigos nesse site:

Na terra da estepe cinzenta

A Mongólia xamânica está no coração do tempo presente e vive também os abalos e mudanças que determinam nossa existência no planeta. A velocidade crescente e tudo o que a acompanha a inunda cada vez mais

1º de agosto de 2004

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