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Edição francesa


» En Afrique, la démocratie entravée

» Le grand partage du globe

» La France et son espace maritime de souveraineté économique

» Villes et comptoirs hanséatiques

» Le sultanat de Malacca à la fin du XVe siècle

» Les grandes poubelles de plastique

» Feu vert à la surveillance de masse

» G8 : policiers italiens condamnés... et promus

» L'Italie saisie par la tentation autoritaire

» En régionalisant, les gouvernements entendent préserver le cadre national d'une action cohérente


Edição em inglês


» The rift in the AfD

» The forgotten chapter of the women's movement

» The battle for narrative in Afghanistan

» Work less, pollute less

» July: the longer view

» Ethiopia's failed experiment in ethno-federalism

» What press freedoms for North Africa?

» The Balkans rediscover socialism

» China's balancing act: power or prosperity?

» The immovable Assad clan


Edição portuguesa


» O direito à alimentação no mundo continua por cumprir

» Filho da Preguiça

» Boca de Cena

» Pandemónio Pandomínio

» Em Cuba, rumo ao fim do mais longo embargo da história

» Edição de Julho de 2021

» «Ajude um caloiro»: requiem por um direito

» Acalmia em França?

» Edição de Junho de 2021

» O jornalismo no novo negócio dos "media"


Galsan Tschinag

Galsan Tschinag nasceu em 1944 em uma família de criadores nômades tuvas, na Mongólia Ocidental e passou a juventude nas estepes do Alto Altai, nos confins da União Soviética. Depois de terminar o secundário em Ulan-Bator, beneficiando-se dos programas de cooperação entre países comunistas, Galsan Tschinag tem a possibilidade estudar lingüística em Leipzig, na RDA. Escreve em mongol e alemão. Sua primeira obra, Céu Azul, publicada na Alemanha em 1994, obteve o prêmio Adalbert von Chamisso, que recompensa um autor estrangeiro que escreve em língua alemã. Entre seus romances, pode-se citar: Ciel Bleu (1966, reeditado em 1999); Vingt jours et um (1998); Le Monde Gris (2001, reeditado em 2004); Sous la Montagne Blanche (abril 2004), todos pela editora Anne-Marie Métailié, Paris. Dojnaa foi publicado em 2003 pela editora Esprit des Peninsules, de Paris.


Seus artigos nesse site:

Na terra da estepe cinzenta

A Mongólia xamânica está no coração do tempo presente e vive também os abalos e mudanças que determinam nossa existência no planeta. A velocidade crescente e tudo o que a acompanha a inunda cada vez mais

1º de agosto de 2004

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