Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Boaventura: em busca de saídas para o Brasil

» “Sionismo de esquerda”, cruel contradição

» Numa sentença racista, os 500 anos de opressão

» A jaqueta assassina e o cinema do absurdo

» 12 de agosto de 2020

» Chega! Precisa-se de um projeto alternativo, já

» Imposto sobre Grandes Fortunas e a elite aflita

» Bolsonarismo e planejamento predatório

» Outras Cartografias: Medo, mortes e resistência LGBTI+

» SP: assim se enfrenta a fome na pandemia

Rede Social


Edição francesa


» Marseille, quartiers nord

» Le style paranoïaque en politique

» La Chine est-elle impérialiste ?

» Victor Hugo peintre

» La mémoire meurtrie de Mahabad

» L'hostilité et la haine, ici, chaque jour...

» Contestation sonore en Angola

» Contre la concurrence, l'émulation

» Fascination pour les pôles

» Ignorance toxique


Edição em inglês


» Violence spreads in Nigeria

» US-Iran: an election showdown?

» August: the longer view

» Hagia Sophia in Turkey's culture wars

» Pilgrimage routes

» Bolivia's shrinking glaciers

» It's the healthcare system, stupid

» The Twenty Years' war

» Government by the worst

» The eternal Johann Sebastian


Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2020

» Prisioneiros do paradigma

» A guerra dos vinte anos?

» Offshores: paraíso para alguns, inferno para todos

» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago


Isa Fonseca

Isa Fonseca é jornalista, escritora e mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo.


Seus artigos nesse site:

Quase matei

Aperto a bolsa contra o peito, cerro as pálpebras e encosto-me à pia, esperando que a vertigem se dissipe. Ouço, então, com alguma clareza, meu nome. Chamado, como num lamento, repetidas vezes

26 de julho de 2008

Minhas universidades, de Górki

Para Górki, o bravo homem russo é aquele que vive plenamente o real, que coloca a mão na massa, e que o intelectual nada mais faz que concluir o que, em realidade, o homem que vive plenamente o real já concluiu, passando por dissabores e fazendo, ele mesmo, a História.

29 de fevereiro de 2008

Ganhando meu pão, de Máximo Górki

De que matéria, afinal, é feita a ficção — Górki parece perguntar — e por que ela o cativa de maneira tão impressionante e, ainda, por que o que é ficcional pode ser tão belo, apropriado, sublime e, por vezes, inapropriado, já que não se cola ao real?

15 de fevereiro de 2008

A Infância de Máximo Górki

É interessante notar a maestria do autor em elaborar ficcionalmente e em detalhes as suas memórias daqueles anos, sem deixar de dar-nos um painel, ainda que muito sutilmente, do modo de viver do russo, do “homem comum”, no século 19.

26 de janeiro de 2008

A literatura que vem da Ásia

Que o leitor mais exigente não se engane: há, em tais best-sellers, algo que cativa e que aparece justificado num fazer literário que, não sendo fruto da mente de gênios da literatura, ainda assim, tem o seu lugar.

15 de dezembro de 2007

Na praia

Lançado Na praia, novo romance de Ian McEwan. Com uma narrativa inicialmente fluente e interessante, o texto escorrega para o tédio quando o autor faz uso, num primeiro momento, do recurso da digressão.

27 de outubro de 2007

Sylvia Plath e A Redoma de vidro

Isa Fonseca analisa autora norte-americana que se suicidou em 1962, aos 31 anos, semanas após escrever um dos grandes romances século 20

5 de outubro de 2007

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos