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Uma iniciativa


» 24 de maio de 2022

» Crônica: O clã (não tão) secreto dos Punhos-Cerrados

» Como Mastercard e Visa lucram com falcatruas

» Elon Musk e o lítio da Amazônia

» A cegueira da Europa diante dos abismos da guerra

» 23 de maio de 2022

» A cultura do cancelamento e os impasses da esquerda

» Chile: o conturbado início de Boric

» Eletrobrás: por que rechaçar a privatização

» Pochmann: O fim da financeirização?

Rede Social


Edição francesa


» Mario Vargas Llosa, Victor Hugo et « Les Misérables »

» Des médias en tenue camouflée

» Jénine, enquête sur un crime de guerre

» Le monde arabe en ébullition

» Au Proche-Orient, les partis pris de la Maison Blanche

» L'abolition du territoire

» Regard sur Sarajevo

» Les progrès du libéralisme économique à Sri-Lanka

» Le marché du blé pourra-t-il être codifié par un nouvel accord international ?

» Le président Marcos allié gênant et retors des États-Unis


Edição em inglês


» Lawfare in the Mediterranean

» Lebanon: ‘Preserving the past in hope of building the future'

» May: the longer view

» Fragmented territories

» A clash of memories

» Alsace's toxic time bomb

» The poisonous problem of France's nuclear waste

» Can Medellín change its image?

» Venezuela: a ‘country without a state'

» The urgent need to preserve Lebanon's past


Edição portuguesa


» Morrer em Jenin

» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» A Hipótese Cinema

» Um projecto ecofeminista em Aveiro

» David Bowie em leilão

» Como Pequim absorveu Hong Kong

» Na Colômbia, o garrote Medellín

» Face ao colapso, o Líbano quer preservar a sua memória

» Continua a Inglaterra a ser britânica?


Loïc Wacquant

Sociólogo na Universidade da Califórnia (Berkeley) e no Centre de Sociologie Européenne, Paris. Autor de Corps et âme. Carnets ethnographiques d’un apprenti boxeur, ed. Agone, Marselha, 2000, e de Punir les pauvres (a ser lançado pela mesma editora).


Seus artigos nesse site:

A aberração carcerária

Tornar a luta contra a delinqüência urbana um perpétuo espetáculo moral – como querem policiais e políticos ávidos por explorar o problema - permite reafirmar simbolicamente a autoridade do Estado, justamente no momento em que se manifesta sua impotência na frente de batalha econômica e social

1º de setembro de 2004

A privatização dos presídios

Com o aumento da população carcerária em vários países, estabelecimentos penitenciários e até seus serviços de vigilância engordam as contas bancárias de grandes grupos privados, enquanto aumenta o número de denúncias de maus-tratos contra os presos

1º de setembro de 2004

O governador descartável

O projeto de Arnold Schwarzenegger? Limpar as estrebarias de Augias, isto é, de Sacramento. E o que é essa limpeza? Ele explica que realizou o impossível em seus filmes de ação, que é “empresário” e que “quer retribuir à Califórnia que lhe deu tanto”

1º de novembro de 2003

Dissecando a “tolerância zero”

A chamada “tolerância zero”, vulgata da segurança que se apresenta como um discurso científico que propõe implantar uma ação policial “racional”, não passa de uma fraude, decantada por políticos de esquerda e direita pelo mundo inteiro

1º de junho de 2002

Um "investimento" de US$ 4 bi

Bill Gates, cujos "investimentos" políticos explodiram, teve o cuidado financeiro para que a Microsoft tenha, em qualquer das hipóteses, um amigo na Casa Branca — e a Casa Branca, um amigo na Microsoft

24 de dezembro de 2000

À velocidade da Internet

Quando os jornalistas subordinam a missão de informar bem à de ganhar audiência - e, dessa forma, aumentar os lucros dos proprietários das empresas - o resto é conseqüência. E o resto aconteceu

24 de dezembro de 2000

A lição

A sucessão de William Clinton vem sendo trabalhosa. E o futuro presidente terá certamente uma autoridade tão discutível quanto resultado da eleição de 7 de novembro. Eleição que revelou ao mundo um sistema político arcaico e exaurido

24 de dezembro de 2000

A nova bíblia de Tio Sam

Os efeitos da nova vulgata são tão poderosos e perniciosos que ela é veiculada não apenas pelos partidários do neoliberalismo, mas por produtores culturais e militantes de esquerda que, em sua maioria, ainda se consideram progressistas

12 de maio de 2000

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