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Uma iniciativa


» 23 de junho de 2022

» Por que direitos humanos não “pegam” nas polícias

» Erveiros e benzedeiras na linha de cura

» Equador: as razões da nova revolta

» Cinema: Corpo livre, corpo cativo

» 22 de junho de 2022

» Internet: da privatização ao possível resgate

» A mão e o gatilho dos assassinatos de Bruno e Dom

» Despejo Zero: a luta contra violações do direito à moradia

» Contra os fascistas, o Estômago!

Rede Social


Edição francesa


» Le Donbass apprend à vivre sans Kiev

» L'État de droit, une notion faussement neutre

» En Guyane, sous les pavés la Bible

» Etat d'urgence permanent

» De nouvelles routes pour le pétrole et le gaz

» Donald Trump s'épanouit en chef de guerre

» Le camp d'Hagadera au quotidien

» Les réfugiés, une bonne affaire

» Crimes et réformes aux Philippines

» Une étape vers la moralisation de la coopération internationale


Edição em inglês


» June: the longer view

» Putting internal displacement on the map

» The Trans-Amazonian Highway

» Bosnia-Herzegovina: three intertwined histories

» Energy interdependence

» Consider the croissant: a history of food fraud

» Brazil's trans-Amazonian highway of fire and mud

» Fate of a Chinese colony

» Bosnia: coexistence without reconciliation

» Sinn Féin extends its reach to Ireland's South


Edição portuguesa


» Mapeamento de uma arte político-social: "Untitled", de Paula Rego

» Assembleia-Geral da Outro Modo

» O problema da riqueza

» «Sangrar a Rússia»

» Vulnerabilidades territoriais: o que se pode aprender com a crise pandémica?

» O paraíso da inovação militarizada

» Mineração em mar profundo: para quê destruir os fundos oceânicos?

» O lado oculto das cimeiras da Terra

» Viagem ao fim da Transamazónica

» A Finlândia e a Suécia rompem com o ideal nórdico


Mathieu Guidère

Diretor do Laboratório de Análise da Informação Estratégica (CRCEC Saint-Cyr)


Seus artigos nesse site:

Quem são os insurgentes?

Três anos depois da invasão de seu país pelos EUA, a resistência iraquiana mudou. Já não promove espetáculos brutais, como as decapitações. Mas, ao contrário do que diziam os EUA, a guerra deu vida nova à Al-Qaeda

1º de maio de 2006

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