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» 3 de dezembro de 2021

» O capitalismo “verde” atado em seu nó ambiental

» Convite a politizar o mal-estar

» Convite a politizar o mal-estar

» Iná Camargo sai “Em defesa do Iluminismo”

» A politização do mundo e a despolitização da política

» Fugir do sistema. Mas para onde?

» 2 de dezembro de 2021

» A lei da precarização ameaça os advogados

» Viagem ao inferno do trabalho em plataformas

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» Magie du charcutage électoral aux États-Unis

» « La chasse aux serveurs est ouverte »

» L'investiture par la grâce des sondages

» De si gentils artistes gouvernementaux

» Diplomatie « des valeurs » à la sauce verte

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» Mirages verts et sobriété californienne

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» Revendications et occupations en mer de Chine méridionale

» Le Vietnam


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» Rise of the right in Georgia's 14th district

» Vigilantes 2.0

» A new Hanseatic League for Europe

» Latvia, small and ever more divided

» Bolsonarism without Bolsonaro for Brazil?

» France's lucrative arms deals

» Bahrain unreformed

» In Iraq, ISIS is back in business

» Taliban victory sparks regional reset


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» O tecto de vidro europeu

» E a Grécia volta a ser exemplar

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» Um império que não desarma

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» Transformação e resiliência

» O caminho de Cabul


Michel Husson

Economista, membro do conselho Científico de Attac e da Fondation Copernic.


Seus artigos nesse site:

O preço do trabalho na França

O mito de que os assalariados europeus são bem-remunerados não resiste à análise dos números

29 de abril de 2007

Trabalhar mais, para ganhar menos

Um balanço da políticas neoliberais "de emprego" na França revela: além de rebaixarem salários, elas ampliaram as diferenças de rendimento entre homens e mulheres, a precariedade e a necessidade de trabalhos complementares. Que mais será preciso para uma mudança de rumos?

29 de abril de 2007

Como pagar as aposentadorias ?

Há uma grande campanha nos meios de comunicação que visam convencer a população de que é necessário escolher entre a maneira mais equitativa e menos dolorosa de repartir a diminuição dos recursos para as aposentadorias, pressupondo que não há outra saída. Nada mais falso.

1º de maio de 2003

O fascínio mortal do dólar

A dolarização surgiu, na Argentina, como uma resposta à calamidade da hiperinflação. Por meio da “lei da conversibilidade”, o presidente Carlos Menem e seu ministro das Finanças, Domingo Cavallo, instauraram a paridade entre o peso e o dólar

1º de fevereiro de 2002

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» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
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