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Uma iniciativa


» 27 de maio de 2022

» Corbyn: Um apelo à ação carregada de utopia

» Dowbor: Em busca de saídas ao inferno da precarização

» Como socorrer o Brasil que tem fome

» Guerra: a questão do critério e a confusão da esquerda

» 26 de maio de 2022

» Colômbia: como esquerda reavivou esperanças

» Getninjas: o perverso leilão digital de trabalho humano

» Cinema: Em Tantas almas, a contracorrente da guerra suja

» 25 de maio de 2022

Rede Social


Edição francesa


» En France et en Europe, ces lois qui créent des clandestins

» Évolution des budgets militaires des pays membres de l'OTAN

» Comment ça marche ? Les structures de fonctionnement de l'OTAN

» L'avancée vers l'est

» Ventes d'armes des États-Unis à leurs partenaires

» Opérations militaires de l'OTAN

» Mario Vargas Llosa, Victor Hugo et « Les Misérables »

» Des médias en tenue camouflée

» Jénine, enquête sur un crime de guerre

» Le monde arabe en ébullition


Edição em inglês


» France's new vocation

» Lawfare in the Mediterranean

» Lebanon: ‘Preserving the past in hope of building the future'

» May: the longer view

» Fragmented territories

» A clash of memories

» Alsace's toxic time bomb

» The poisonous problem of France's nuclear waste

» Can Medellín change its image?

» Venezuela: a ‘country without a state'


Edição portuguesa


» Na morte de MÁRIO MESQUITA (1950-2022)

» Rumos do jornalismo na era da hipérbole

» Transparência e opacidade no jornalismo português

» Morrer em Jenin

» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» A Hipótese Cinema

» Um projecto ecofeminista em Aveiro

» David Bowie em leilão

» Como Pequim absorveu Hong Kong


Olivier Toscer

Jornalista, autor de Dinheiro público, fortunas privadas, história secreta do favoritismo de Estado, ed. Folio documents, 2003.


Seus artigos nesse site:

À esquerda... mas com os patrões

Os governos “de esquerda”, na França, inauguraram uma nova etapa na história da corrupção e da promiscuidade entre o público e o privado, convocando executivos e bilionários para assessorar a República. Chamaram isso de “modernidade”

1º de dezembro de 2003

Verba pública, fortuna privada

Na França, como em alguns outros países do mundo, o clientelismo de Estado baseia-se numa fórmula já clássica: privatizar os lucros e nacionalizar as perdas. O caso do banco Crédit Lyonnais é emblemático: o governo acobertou o bilionário fraudador

1º de dezembro de 2003

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