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» Na pandemia, fermenta o Comum

» Literatura periférica, borbulhante e singular

» Epidemias e a queda do céu

» A Quarentena, o desencanto e os homens de gravata

» Contra o cinismo de 1%, a Reforma Tributária

» O fantasma de 1929 está vivo

» Contra a pandemia, a opção solidária

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» Stefan Zweig ou l'horreur de la politique

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» Une guerre tous azimuts

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» « Big Pharma », ou la corruption ordinaire

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» Quand l'OMS épouse la cause des firmes pharmaceutiques

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» Des services publics garants de l'intérêt général


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» To our readers

» Bangsamoro: Philippines' new Muslim-majority region

» Artist and filmmaker

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» Politics of city diplomacy

» The return of the city-state

» Philippines revives self-rule for Bangsamoro

» Marawi, the Philippines' ruined city

» Impasse in Morocco

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» Edição de Março de 2020

» Um Brexit para nada?

» A precariedade não é só dos precários

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» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?


Paul-Marie de La Gorce

Jornalista, autor do livro Dernier Empire, ed. Grasset, 1996 e de De Gaulle, ed. Perrin, Paris, 2000


Seus artigos nesse site:

O cerco à Síria

O regime sírio está sob pressão desde o fim da guerra no Iraque, apesar de ter tomado medidas que agradavam Washington, onde as intenções de desestabilizar o governo de Bachar Al-Assad foram desviadas momentaneamente pela resistência iraquiana

1º de julho de 2004

A guerra do pós-guerra

A vitalidade da resistência iraquiana, encarnando a revolta contra a invasão estrangeira, fez desabar todos os prognósticos norte-americanos. Seu futuro e seu êxito dependerá de sua capacidade de superar suas profundas divisões internas

1º de março de 2004

Vista a partir do Irã

Vistos pelos EUA como inimigos, apesar de terem cedido às suas pressões, dirigentes iranianos dão uma guinada em sua política externa levando em conta a importância assumida pela resistência iraquiana no cenário regional

1º de março de 2004

República Islâmica sob pressão

Diante do desenvolvimento espetacular das organizações xiitas no Iraque, o regime iraniano vê aumentar as ameaças norte-americanas e a exasperação de grande parte da população com o poder dos mulás e com a impotência dos grupos reformistas

1º de julho de 2003

O passo a passo da crise mundial

A necessidades de tempo para reunir tropas na região do Iraque e a decisão de Bush de se submeter às Nações Unidas favoreceram a oposição mundial à guerra e o crescimento da crítica à hegemonia norte-americana

1º de abril de 2003

Origens da oposição francesa

As divergências entre a França e os Estados Unidos datam de julho de 1958, quando, por ocasião de um encontro com o secretário de Estado Foster Dulles, o general De Gaulle rebateu, ponto por ponto, as teses defendidas pelos norte-americanos

1º de março de 2003

Sudoeste Asiático na mira dos EUA

O esforço para impedir o surgimento de um rival, a luta contra o terrorismo e a guerra (não terminada) do Afeganistão – objetivos estratégicos dos EUA – inserem-se num espaço geográfico que envolve a Rússia, a China e a Índia

1º de dezembro de 2002

Guerra preventiva, estratégia perigosa

Anunciada por Bush, e expressa claramente em documentos da Casa Branca, a nova doutrina militar dos EUA impõe por meios bélicos a ordem mundial defendida por Washington, e reacende o risco de um conflito nuclear

1º de setembro de 2002

Os contornos do Império americano

Três obras importantes, ricas e atuais, debatem a estratégia norte-americana pós-11 de setembro e o caos, ódio, fanatismo e barbárie das guerras contemporâneas

1º de junho de 2002

A nova doutrina militar americana

Em seu discurso em 31 de janeiro, o secretário norte-americano da Defesa, Donald Rumsfeld, traçou a essência da nova era da hegemonia militar dos Estados Unidos: colocou no mesmo campo inimigo organizações terroristas e países que supostamente as apóiam. E, justificou, assim, a explosão do orçamento militar

1º de março de 2002

As controvérsias de Washington

Em oposição à política de Bush, há uma corrente que tem por alvo o Iraque e outros países árabes, origem dos homens de Bin Laden e de outros grupos terroristas. É, portanto, no Oriente Médio que os Estados Unidos devem travar e ganhar essa guerra

1º de novembro de 2001

O novo xadrez no Oriente Médio

Uma visão reveladora da corrente política e social que se denomina “islamita”, e de que o Hamas é a expressão palestina, é a de que o que pode mobilizar o mundo árabe e muçulmano é a religião, e não as “revoluções”

1º de setembro de 2001

A Rússia em busca de parceiros

Os resultados obtidos durante a época de Boris Ieltsin, assim como o colapso econômico, social e mesmo moral que daí decorreram, dissiparam muitos sonhos e destruíram muitas esperanças e expectativas

1º de maio de 2001

Os EUA desenvolvem a guerra do futuro

Sob críticas das outras potências nucleares, estrategistas norte-americanos esperam retomar, após as eleições, o projeto do National Missile Defense. Ao tentar estabelecer a supremacia absoluta dos EUA, ele pode desencadear uma nova corrida nuclear

12 de setembro de 2000

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos