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Uma iniciativa


» 14 de janeiro de 2022

» A resposta que o vento sopra

» Assim chegamos à era do futilitarismo

» O irrealizável retorno

» O certo é autista tomar eletrochoque “suave”?

» Ucrânia: como enxergar a hipocrisia de Washington

» 13 de janeiro de 2022

» Muxima: financie a plataforma que enfrenta a evasão escolar

» Um coronel da PM propõe saídas ao Estado policial

» Trabalho: a velha ladainha e a nova agenda

Rede Social


Edição francesa


» Les fous du roi

» De la soumission dans les têtes

» Fidèle au poste

» L'Italie écartelée

» Affaire Moro : l'antique tragédie du pouvoir

» Kazakhstan, l'or noir et la colère

» L'Université féodale de demain

» Le retour de M. Cabot Lodge a éveillé à Saïgon la méfiance des généraux sud-vietnamiens

» Quand la droite américaine pensait l'impensable

» En Ukraine, jeux de miroirs pour héros troubles


Edição em inglês


» January: the longer view

» United States: the black hole of Guantanamo

» Transnistria: a pro-Russian enclave in Europe

» The Chinese take to the slopes

» Japanese women find their voice

» The open-source world is more and more closed

» Transnistria, relic of a frozen conflict

» The Algeria-Morocco standoff

» Chile's victorious ‘new left' brings hope, but it's all to play for

» Europe's secretive system to keep out migrants


Edição portuguesa


» A orquestra do caos

» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» A pilhagem da comunidade do software livre

» Braço-de-ferro entre Marrocos e a Argélia

» Transnístria: o vestígio de um conflito congelado

» As japonesas já não querem ficar caladas

» O regresso da chantagem da dívida

» Homenagem do vício à virtude

» Impor uma visão do mundo


Paulo Cannabrava Filho

Paulo Cannabrava Filho - Jornalista bilíngüe, com 52 anos de exercício profissional, 40 dos quais relacionados com comunicação social. Trabalhou durante 12 anos como correspondente de agências noticiosas nos países de América Latina. Elaborou e desenvolveu projetos de comunicação para organismos governamentais e empresas privadas na Bolívia, Peru, Panamá, Nicarágua e Itália. Reportagens e artigos publicados nos principais jornais e revistas do continente bem como em jornais da Itália e França. No Brasil foi repórter e editor em jornais como O Tempo, Correio da Manhã, A Nação, Última Hora e Folha de São Paulo. Integrou durante mais de 30 a equipe de Cadernos do Terceiro Mundo. Nas últimas décadas tem se dedicado ao estudo e elaboração de projetos de comunicação social. É presidente do conselho da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual dos Jornalistas e integra a diretoria do Sindicato dos Escritores do Estado de São Paulo. Tem livros e ensaios sobre problemática latino-americana publicados na Europa e em países da América Latina.


Seus artigos nesse site:

Quem tem medo de Obama

Aclamado pela mídia, a futura política de Obama permanece incerta. Ele é negro, mas não é baiano. E muito menos arretado. O novo presidente mostrarará ao mundo o que que a baiana tem?

12 de dezembro de 2008

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