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Edição francesa


» Raoul Ruiz ou le refus des normes

» Ces soldats américains envoyés combattre les bolcheviks

» Dictature numérique

» Au travail, les enfants

» En Afrique, la démocratie entravée

» Le grand partage du globe

» La France et son espace maritime de souveraineté économique

» Villes et comptoirs hanséatiques

» Le sultanat de Malacca à la fin du XVe siècle

» Les grandes poubelles de plastique


Edição em inglês


» The sea: hidden threats

» Dispatches from colonial North Africa

» The many shades of Latin American racism

» Window on the Russian soul

» The Arab world says #MeToo

» Lebanese central bank falls from grace

» Chips with everything

» Which way for Germany's CDU after Angela Merkel?

» Welcome to western China!

» France's watered-down climate bill


Edição portuguesa


» O direito à alimentação no mundo continua por cumprir

» Filho da Preguiça

» Boca de Cena

» Pandemónio Pandomínio

» Em Cuba, rumo ao fim do mais longo embargo da história

» Edição de Julho de 2021

» «Ajude um caloiro»: requiem por um direito

» Acalmia em França?

» Edição de Junho de 2021

» O jornalismo no novo negócio dos "media"


Ricardo Petrella

Professor da Université Catholique de Louvain (Bélgica) e autor de Désir d’humanité. Le droit de rêver, Editions Labor, Bruxelas, 2004.


Seus artigos nesse site:

Declarar a pobreza ilegal

Durante a reunião do G8, em Gleneagles (Escócia), no iltimo mês de julho, importantes manifestações aconteceram em diversas partes do mundo – dentre as elas, o mega-festival Live 8, que aconteceu no dia 2 de julho simultaneamente em Londres, Paris, Roma, Berlim, Moscou, Joanesburgo, Tóquio, Filadélfia e Toronto para pedir o fim da pobreza na África. O objetivo dessas manifestações era fazer pressão sobre os dirigentes das oito principais potências econômicas do planeta e lhes forçar a erradicar a pobreza. Os esforços foram em vão. Entretanto, as soluções existem. E para colocá-las em prática, bastaria primeiro declará-la ilegal, proibindo a existência de pobres em todos os cantos do mundo

1º de agosto de 2005

Um Fundo Mundial para a Água

Diante dos discursos vazios e do desinteresse dos organismos internacionais e dos governos dos países do hemisfério Norte, cabe aos cidadãos do mundo inteiro mobilizarem-se para criar um Fundo Mundial de Cooperação para a Água

1º de novembro de 2003

PNUD reconhece recuos

Chefes de Estado de 189 países reunidos durante a Cúpula das Nações Unidas em 2000 definem os « Objetivos do Milênio » reconheceendo os recuos da globalização e que a pobreza é frequentemente um problema político

1º de agosto de 2003

A criminalização dos protestos

O furor dos governos contra os opositores à globalização liberal explica-se pelo fato de que a opinião pública a rejeita de modo cada vez mais amplo. Disso decorre a tentativa de caracterizar os que protestam como “geneticamente” violentos

1º de agosto de 2001

As armadilhas do neoliberalismo

A opção do Conselho Europeu, já traduzida em plano de ação, consiste em afirmar que a grande prioridade, nos próximos quinze anos, é a construção da "e-Europa" para que, em 2015, ela se torne a "e-economia" mais competitiva do mundo

12 de outubro de 2000

A nova "conquista da água"

A água é e será cada vez mais cara. De olho neste "ouro azul" do século XXI, as multinacionais, os governos aliados a elas e o Banco Mundial já tramam a repartição das fontes e dos mercados

12 de março de 2000

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