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Uma iniciativa


» 5 de julho de 2022

» PEC do Desespero: E o dinheiro apareceu…

» Cidades: uma possível saída ao nó da terra

» Roubini: assim será a próxima crise capitalista

» Trabalhadores informais protestam em três capitais

» Como a mídia constrói a alienação econômica

» Argentina e Chile: por que a esquerda está em apuros

» 4 de julho de 2022

» Como a esquerda quer governar a Colômbia

» Direito ao aborto: “A mulher não é um hospedeiro”

Rede Social


Edição francesa


» Transformer la population en électorat

» Dans les cuisines du marché électoral

» Le poids des pamphlets, le choc des classes

» En Russie, réprimer plus et enfermer moins

» Apprendre à nager n'est plus donné à tout le monde

» Bouillonnement de l'art contemporain africain

» Les Sri-Lankais défient le pouvoir

» Clarice Lispector, l'étoile de Rio

» Séparatismes ukrainiens

» Les mineurs, la mer et autres histoires


Edição em inglês


» Ankara's interests in Afghanistan

» Fragmented Yemen

» Ukraine's logistical crisis

» Tensions and blackmail over Western Sahara

» Migrants still risk their lives to reach England

» Africa: agribusiness or diversity?

» Poisoning our oceans

» UN Earth Summits: how the rot set in

» In Mexico, will slow and steady win the day?

» Sri Lanka plunges into crisis


Edição portuguesa


» 16 de Julho: Que pode o teatro face ao crescimento das extremas-direitas?

» A sua assinatura, o seu livro

» Campanha de Verão 2022

» Casas sim, kantatas também!

» Campanha de Verão

» Oferta: a sua assinatura, o seu livro

» Lançamento: Atlas das Utopias Reais: Criatividade, Cultura e Artes

» Livro: Atlas das Utopias Reais: Criatividade, Cultura e Artes

» Leitura furiosa

» Lisboa e a Memória do Império. Património, Museus e Espaço Público


Ricardo Petrella

Professor da Université Catholique de Louvain (Bélgica) e autor de Désir d’humanité. Le droit de rêver, Editions Labor, Bruxelas, 2004.


Seus artigos nesse site:

Declarar a pobreza ilegal

Durante a reunião do G8, em Gleneagles (Escócia), no iltimo mês de julho, importantes manifestações aconteceram em diversas partes do mundo – dentre as elas, o mega-festival Live 8, que aconteceu no dia 2 de julho simultaneamente em Londres, Paris, Roma, Berlim, Moscou, Joanesburgo, Tóquio, Filadélfia e Toronto para pedir o fim da pobreza na África. O objetivo dessas manifestações era fazer pressão sobre os dirigentes das oito principais potências econômicas do planeta e lhes forçar a erradicar a pobreza. Os esforços foram em vão. Entretanto, as soluções existem. E para colocá-las em prática, bastaria primeiro declará-la ilegal, proibindo a existência de pobres em todos os cantos do mundo

1º de agosto de 2005

Um Fundo Mundial para a Água

Diante dos discursos vazios e do desinteresse dos organismos internacionais e dos governos dos países do hemisfério Norte, cabe aos cidadãos do mundo inteiro mobilizarem-se para criar um Fundo Mundial de Cooperação para a Água

1º de novembro de 2003

PNUD reconhece recuos

Chefes de Estado de 189 países reunidos durante a Cúpula das Nações Unidas em 2000 definem os « Objetivos do Milênio » reconheceendo os recuos da globalização e que a pobreza é frequentemente um problema político

1º de agosto de 2003

A criminalização dos protestos

O furor dos governos contra os opositores à globalização liberal explica-se pelo fato de que a opinião pública a rejeita de modo cada vez mais amplo. Disso decorre a tentativa de caracterizar os que protestam como “geneticamente” violentos

1º de agosto de 2001

As armadilhas do neoliberalismo

A opção do Conselho Europeu, já traduzida em plano de ação, consiste em afirmar que a grande prioridade, nos próximos quinze anos, é a construção da "e-Europa" para que, em 2015, ela se torne a "e-economia" mais competitiva do mundo

12 de outubro de 2000

A nova "conquista da água"

A água é e será cada vez mais cara. De olho neste "ouro azul" do século XXI, as multinacionais, os governos aliados a elas e o Banco Mundial já tramam a repartição das fontes e dos mercados

12 de março de 2000

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