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Edição francesa


» Offensive sur l'or noir africain

» Un Syrien sur cinq a quitté son pays

» Gramsci, un rayonnement planétaire

» L'ENA tentée par la philosophie des affaires

» Éloge du rire sardonique

» L'abstention gagne les classes moyennes

» Qui veut encore financer la presse ?

» L'unité de l'Algérie

» Créatrices et minotaures

» Absence d'enquêtes et bagarres de plateau, les recettes de l'information en continu


Edição em inglês


» April: the longer view

» Africa's oil-rich national parks

» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?

» Senegal's five days of anger

» Threat to Africa's parks

» Montenegro's ragged coalition


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021

» Acertar nas fracturas


Ricardo Petrella

Professor da Université Catholique de Louvain (Bélgica) e autor de Désir d’humanité. Le droit de rêver, Editions Labor, Bruxelas, 2004.


Seus artigos nesse site:

Declarar a pobreza ilegal

Durante a reunião do G8, em Gleneagles (Escócia), no iltimo mês de julho, importantes manifestações aconteceram em diversas partes do mundo – dentre as elas, o mega-festival Live 8, que aconteceu no dia 2 de julho simultaneamente em Londres, Paris, Roma, Berlim, Moscou, Joanesburgo, Tóquio, Filadélfia e Toronto para pedir o fim da pobreza na África. O objetivo dessas manifestações era fazer pressão sobre os dirigentes das oito principais potências econômicas do planeta e lhes forçar a erradicar a pobreza. Os esforços foram em vão. Entretanto, as soluções existem. E para colocá-las em prática, bastaria primeiro declará-la ilegal, proibindo a existência de pobres em todos os cantos do mundo

1º de agosto de 2005

Um Fundo Mundial para a Água

Diante dos discursos vazios e do desinteresse dos organismos internacionais e dos governos dos países do hemisfério Norte, cabe aos cidadãos do mundo inteiro mobilizarem-se para criar um Fundo Mundial de Cooperação para a Água

1º de novembro de 2003

PNUD reconhece recuos

Chefes de Estado de 189 países reunidos durante a Cúpula das Nações Unidas em 2000 definem os « Objetivos do Milênio » reconheceendo os recuos da globalização e que a pobreza é frequentemente um problema político

1º de agosto de 2003

A criminalização dos protestos

O furor dos governos contra os opositores à globalização liberal explica-se pelo fato de que a opinião pública a rejeita de modo cada vez mais amplo. Disso decorre a tentativa de caracterizar os que protestam como “geneticamente” violentos

1º de agosto de 2001

As armadilhas do neoliberalismo

A opção do Conselho Europeu, já traduzida em plano de ação, consiste em afirmar que a grande prioridade, nos próximos quinze anos, é a construção da "e-Europa" para que, em 2015, ela se torne a "e-economia" mais competitiva do mundo

12 de outubro de 2000

A nova "conquista da água"

A água é e será cada vez mais cara. De olho neste "ouro azul" do século XXI, as multinacionais, os governos aliados a elas e o Banco Mundial já tramam a repartição das fontes e dos mercados

12 de março de 2000

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
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