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» 24 de maio de 2022

» Crônica: O clã (não tão) secreto dos Punhos-Cerrados

» Como Mastercard e Visa lucram com falcatruas

» Elon Musk e o lítio da Amazônia

» A cegueira da Europa diante dos abismos da guerra

» 23 de maio de 2022

» A cultura do cancelamento e os impasses da esquerda

» Chile: o conturbado início de Boric

» Eletrobrás: por que rechaçar a privatização

» Pochmann: O fim da financeirização?

Rede Social


Edição francesa


» Mario Vargas Llosa, Victor Hugo et « Les Misérables »

» Des médias en tenue camouflée

» Jénine, enquête sur un crime de guerre

» Le monde arabe en ébullition

» Au Proche-Orient, les partis pris de la Maison Blanche

» L'abolition du territoire

» Regard sur Sarajevo

» Les progrès du libéralisme économique à Sri-Lanka

» Le marché du blé pourra-t-il être codifié par un nouvel accord international ?

» Le président Marcos allié gênant et retors des États-Unis


Edição em inglês


» Lawfare in the Mediterranean

» Lebanon: ‘Preserving the past in hope of building the future'

» May: the longer view

» Fragmented territories

» A clash of memories

» Alsace's toxic time bomb

» The poisonous problem of France's nuclear waste

» Can Medellín change its image?

» Venezuela: a ‘country without a state'

» The urgent need to preserve Lebanon's past


Edição portuguesa


» Morrer em Jenin

» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» A Hipótese Cinema

» Um projecto ecofeminista em Aveiro

» David Bowie em leilão

» Como Pequim absorveu Hong Kong

» Na Colômbia, o garrote Medellín

» Face ao colapso, o Líbano quer preservar a sua memória

» Continua a Inglaterra a ser britânica?


Sergio Ferolla

Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia.


Seus artigos nesse site:

Incertezas e cobiça sobre o petróleo do Brasil

A descoberta das imensas jazidas do pré-sal convida a um debate, que a mídia insiste em omitir. Quem irá tirar proveito dos recursos de nosso subsolo? Por que manter uma legislação que favorece as transnacionais? Que alternativas permitiriam usar as reservas em favor das maiorias?

27 de julho de 2008

Olho grande sobre o urânio brasileiro

Um poderoso lobby age em silêncio, no Congresso e junto ao Executivo, para quebrar o monopólio estatal sobre o combustível. Interesse: exportá-lo em estado primário, num momento em que os preços internacionais não param de subir e o país desenvolveu tecnologia para processá-lo

12 de abril de 2008

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
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