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Edição francesa


» Ainsi nos jours sont comptés

» Au Brésil, des collectionneurs d'art très courtisés

» Fantômes russes dans l'isoloir ukrainien

» Bernard Madoff, à la barbe des régulateurs de la finance

» Les famines coloniales, génocide oublié

» LTCM, un fonds au-dessus de tout soupçon

» Récalcitrante Ukraine

» Europe de l'Est : un bilan positif sur le plan social mais négatif dans le domaine des droits politiques

» La crise russo-ukrainienne accouchera-t-elle d'un nouvel ordre européen ?

» Offensive sur l'or noir africain


Edição em inglês


» Rojava's suspended future

» Biden's Middle East challenges

» April: the longer view

» Africa's oil-rich national parks

» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?

» Senegal's five days of anger


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021

» Acertar nas fracturas


Teresa Candolo

Teresa Candolo é formada em Letras pela Unicamp, onde também fez seu mestrado e doutorado em Literatura Medieval. Tem um DEA em Médiévistique pela UCL, Louvain, Bélgica, e DRT em Radialismo, Locução. Escreve prosa e poesia – e também literatura infantil. Até a publicação no “Palavra” do Le Monde Diplomatique era uma autora inédita, como o é, ainda, em papel. Trabalha dando aulas para Ensino Fundamental, por opção e gosto, e realiza pesquisas nas áreas de educação e audiolivro, educação e português para estrangeiros.


Seus artigos nesse site:

Pêlo amargo na narina

Ainda não havia feito a barba. Áspera. E, na narina, aquele pêlo. Pirata. Não, não era seu aquilo. Um pêlo que crescia de dentro pra fora, a incomodar-lhe, a roçar-lhe o buço, a lembrar-lhe a existência, minuto a minuto, a roubar-lhe tempo

6 de junho de 2008

Bala de fogo

(Poema singelo contra a morte)

25 de abril de 2008

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos