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Rede Social


Edição francesa


» Le Maghreb central

» Conséquences du changement climatique au Maghreb

» Alphabétisation & scolarisation

» Développements comparés des pays du Maghreb

» Taux de croissance annuel de la population

» Pyramide des âges au Maghreb

» Au lycée, vigilance ou paranoïa

» TF1 ou la parabole de Frankenstein

» Víctor Erice et Abbas Kiarostami, deux cinéastes en correspondance

» Le toxicomane domestiqué


Edição em inglês


» January: the longer view

» United States: the black hole of Guantanamo

» Transnistria: a pro-Russian enclave in Europe

» The Chinese take to the slopes

» Japanese women find their voice

» The open-source world is more and more closed

» Transnistria, relic of a frozen conflict

» The Algeria-Morocco standoff

» Chile's victorious ‘new left' brings hope, but it's all to play for

» Europe's secretive system to keep out migrants


Edição portuguesa


» A orquestra do caos

» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» A pilhagem da comunidade do software livre

» Braço-de-ferro entre Marrocos e a Argélia

» Transnístria: o vestígio de um conflito congelado

» As japonesas já não querem ficar caladas

» O regresso da chantagem da dívida

» Homenagem do vício à virtude

» Impor uma visão do mundo


Tony Judt

Tony Judt é historiador, escritor e professor. Nascido em Londres, em 1948, leciona na New York University e escreve regularmente na New York Review of Books. Judeu, descende de imigrantes russos por parte de mãe e de uma longa linhagem de rabinos lituanos por parte de pai. Quando jovem, promoveu a imigração de judeus britânicos para Israel, trabalhou em kibbutz e se engajou voluntariamente nas Forças Armadas israelenses, tendo participado da Guerra dos Seis Dias. Mesmo assim, suas críticas à política israelense e sua defesa dos direitos palestinos provocam reações indignadas nos meios conservadores judaicos. Este artigo deriva de uma conferência pronunciada por Judt na Alemanha, por ocasião do recebimento do prêmio Hannah Arendt de 2007, que lhe foi atribuído.


Seus artigos nesse site:

O Holocausto e as raízes do mal

“Quando certas pessoas nos censuram por criticar a política israelense, com medo de que façamos ressurgir o fantasma dos preconceitos raciais, eu lhes respondo que elas estão invertendo completamente o problema. É especialmente esse tabu, que pretende tornar Israel inquestionável, que pode atiçar o anti-semitismo”

24 de junho de 2008

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