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» 27 de junho de 2022

» Não culpem Moscou pela crise alimentar

» Trabalho: o que a Espanha ganhou ao restaurar direitos

» Pochmann: o que a parceira com a China pode trazer

» “Meu espirito dorme em algum lugar frio”

» 24 de junho de 2022

» Varoufakis: por que a inflação voltou

» A reencarnação prismática do Ulisses

» Poderá a técnica salvar o patriarcado?

» 23 de junho de 2022

Rede Social


Edição francesa


» Occident contre Occident

» Tunisie : le triple déni des cadres déchus

» L'Ukraine se dérobe à l'orbite européenne

» Le Donbass apprend à vivre sans Kiev

» L'État de droit, une notion faussement neutre

» En Guyane, sous les pavés la Bible

» État d'urgence permanent

» De nouvelles routes pour le pétrole et le gaz

» Donald Trump s'épanouit en chef de guerre

» Le camp d'Hagadera au quotidien


Edição em inglês


» June: the longer view

» Putting internal displacement on the map

» The Trans-Amazonian Highway

» Bosnia-Herzegovina: three intertwined histories

» Energy interdependence

» Consider the croissant: a history of food fraud

» Brazil's trans-Amazonian highway of fire and mud

» Fate of a Chinese colony

» Bosnia: coexistence without reconciliation

» Sinn Féin extends its reach to Ireland's South


Edição portuguesa


» Mapeamento de uma arte político-social: "Untitled", de Paula Rego

» Assembleia-Geral da Outro Modo

» O problema da riqueza

» «Sangrar a Rússia»

» Vulnerabilidades territoriais: o que se pode aprender com a crise pandémica?

» O paraíso da inovação militarizada

» Mineração em mar profundo: para quê destruir os fundos oceânicos?

» O lado oculto das cimeiras da Terra

» Viagem ao fim da Transamazónica

» A Finlândia e a Suécia rompem com o ideal nórdico


Walid Charara

Jornalista,autor com Frédric Domont, de Hezbollah,um movimento islamo-nacionalista, Fayard, Paris, 2004.


Seus artigos nesse site:

A política de "instabilidade construtiva” de Bush

Apostando no comunitarismo para enfraquecer os países e as forças opostas à sua hegemonia, impondo-se como instigador e árbitro de verdadeiras guerras civis de baixa intensidade, os Estados Unidos estimulam uma desestabilização que dificilmente poderão controlar

1º de julho de 2005

Quando os Estados Unidos provocam um confronto

Barrar as ambições nucleares de Teerã aparece como o objetivo imediato de Washington, mas a principal intenção da estratégia regional dos Estados Unidos permanece, a longo prazo, o mesmo de1979: derrubar a República Islâmica do Irã

1º de janeiro de 2005

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