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Edição francesa


» Occident contre Occident

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» L'Ukraine se dérobe à l'orbite européenne

» Le Donbass apprend à vivre sans Kiev

» L'État de droit, une notion faussement neutre

» En Guyane, sous les pavés la Bible

» État d'urgence permanent

» De nouvelles routes pour le pétrole et le gaz

» Donald Trump s'épanouit en chef de guerre

» Le camp d'Hagadera au quotidien


Edição em inglês


» June: the longer view

» Putting internal displacement on the map

» The Trans-Amazonian Highway

» Bosnia-Herzegovina: three intertwined histories

» Energy interdependence

» Consider the croissant: a history of food fraud

» Brazil's trans-Amazonian highway of fire and mud

» Fate of a Chinese colony

» Bosnia: coexistence without reconciliation

» Sinn Féin extends its reach to Ireland's South


Edição portuguesa


» Mapeamento de uma arte político-social: "Untitled", de Paula Rego

» Assembleia-Geral da Outro Modo

» O problema da riqueza

» «Sangrar a Rússia»

» Vulnerabilidades territoriais: o que se pode aprender com a crise pandémica?

» O paraíso da inovação militarizada

» Mineração em mar profundo: para quê destruir os fundos oceânicos?

» O lado oculto das cimeiras da Terra

» Viagem ao fim da Transamazónica

» A Finlândia e a Suécia rompem com o ideal nórdico


Comentários sobre esse texto:

Capitalistas, sim, mas zen...

Prezados editores do "Le monde diplomatique":

Achei importante a exposição desse artigo de Zizek na medida em que evidencia a fraqueza teórica e a mediocridade de um dos piores demagogos de nossa época. Zizek parace viver para reeditar mitos intelectuais indefensáveis como a retórica lacaniana e as posturas neo-stalinistas. Não conheço nenhum autor mais medíocre no cenário de nossa época. Nesse artigo que evidencia toda sua ignorância, obscurantismo e falta de preparo ele provoca uma confusão intencional entre o conteúdo normativo do pensamento budista e as bobagens da "nova era" com intenções obscurantistas que já se tornaram evidentes. Em artigo recente publicado no dia 13 d3 abril de 2008 no "mais" da folha de São Paulo intitulado
"O Tibete não é tudo isso" Zizek apresenta uma justificação grotesca do genocídio do povo tibetano promovido pelo governo de Beijing. É curioso que um pensador com pretensões críticas referende integralmente a visão da história do governo fascista de Beijing, visão essa que não resiste a nenhuma análise crítica mais séria. Acho curioso, pois no debate público sobre a questão tibetana realizado na câmara dos vereadores do Rio de Janeiro, o Cônsul geral da China, SR.Li Baojun apresentou uma visão da história idêntica à de Zizek o que comprova a meu ver que Zizek pouco mais é do que um ideólogo medíocre a serviço de um estado genocida. A única coisa deplorável nesse contexto é a falta de um espaço público de discussão em que se possa derrubar através dos debates esse representante do niilismo fascista de nossa época.

Sem mais, atenciosamente.

Joaquim Monteiro.
Monge Shaku Shoshin.


Joaquim Monteiro
2008-06-03 21:18:37

sobre o ducumentario citado

Boa Noite! Gostaria de saber onde encontro para alugar ou comprar ou reproduzir ou emprestar o documentario de Alexander Oye: Castelos de Areia. Budismo e as finanças mundiais??
Preciso com bastante urgencia
Danúbia
danubia_ivanoff@yahoo.com.br

Ficaria extremamente grata se alguém me ajudasse..


Site: Capitalistas sim, mas zen...
Danubia
2008-05-11 23:24:42

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