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Comentários sobre esse texto:

Crônica de um crime do "progresso"

Os 100 anos de omissões e mentiras produzidos por um dos mais poderosos lobbies industriais que se têm notícias - o do amianto - estão muito bem retratadas no artigo Crônica de um crime do "progresso" e o título CEGUEIRA CAPITAL lhe cai muito bem, o qual também poderia ser "A crônica da morte anunciada" porque todo mundo sabia que o amianto ou asbesto era um potente carcinogênico para os seres humanos e as autoridades públicas, governantes falharam em proteger a população.
Da mesma forma sindicalistas, políticos e mesmo a imprensa se calaram por muitos anos em todo o mundo em nome de um pretenso "enriquecimento coletivo", que de fato nunca houve, e não informaram convenientemente os trabalhadores e população em geral exposta à poeira assassina.
Deste pretenso progresso, só vimos a destruição do meio ambiente em nosso país pela fúria em busca do “mineral mágico” em vários estados brasileiros e, o que é pior, gente morrendo, sem ao menos saber a causa de seu padecimento. Um crime contra a Humanidade a ser levado aos tribunais internacionais de Direitos Humanos! Um genocídio sanitário!
Não foi diferente aqui o que ocorreu em outros países, como relatado no excelente artigo de Marleen Teugels e Nico Krols, onde duas multinacionais que aqui exploraram por mais de 50 anos o amianto, representadas por capitais de origem suíço e francês, reconheceram um passivo de mais de 4.000 vítimas, as quais elas vêem indenizando de maneira pífia para se livrarem de responder em tribunais sobre suas responsabilidades civis e criminais. Tudo com o beneplácito de uma legislação permissiva do ponto de vista judicial e protegidos pelo manto da impunidade que neste país têm os poderosos - os que cometem os crimes do colarinho branco ou crimes corporativos!
Nós, as vítimas do amianto, só nos tornamos visíveis graças ao trabalho de abnegados, entre os quais o da autora deste excelente relatório AMIANTO: OS CUSTOS HUMANOS DA VORACIDADE DAS EMPRESAS, Laurie Kazan-Allen, do Secretariado Internacional da Rede Ban Asbestos (IBAS), a qual somos afiliados, e que serviu de base para o presente artigo, e que está totalmente traduzido para o português e disponível em nosso website.


Site: AMIANTO: OS CUSTOS HUMANOS DA VORACIDADE DAS EMPRESAS
ELIEZER JOÃO DE SOUZA
2007-02-26 15:08:24

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