Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Lockdown com justiça social, Já! (2)

» Esse é o início do século asiático?

» O que Felipe Neto ensina sobre revisionismo histórico

» Escancara-se o projeto miliciano de Bolsonaro

» Cinema: brancura da neve e sua melancolia

» “Lockdown” com justiça social, já! (1)

» Equívocos de Marcos Nobre sobre a Frente Ampla

» Tatuagem: não há pecado ao Sul do Equador

» Bolsonaro, síndico de um condomínio em chamas

» Entre a Ciência e a cultura mundana

Rede Social


Edição francesa


» Shaw ou l'engagement ironique

» Cinquante ans de « dé-mesure » à l'anglo-saxonne

» Le magot de l'industrie musicale

» Les urnes et le peuple

» La démondialisation et ses ennemis

» La patrie littéraire du colonisé

» Intégrismes et laïcité

» Le mouvement social britannique sort de sa léthargie

» Extension du domaine de la régression

» Les chances d'un accord sino-américain dépendent uniquement des Etats-Unis


Edição em inglês


» Miami: flood risk and development

» Texas opens again for business

» US in the spring of the pandemic

» Florida's flooded future

» Oman struggles to stay neutral

» Syria's quiet return

» UK coexists with coronavirus

» Austerity is the killer

» UK, a new leader for Labour

» New Zealand's super-fast lockdown


Edição portuguesa


» Edição de Maio de 2020

» Defender os trabalhadores

» Todos crianças

» Há um problema com a representação jornalística da violência doméstica

» Chile, o oásis seco

» Edição de Abril de 2020

» O tempo é agora

» Achatar as desigualdades

» O olhar dos artistas

» Assine por 3 meses (€10) ou 6 meses (€18)


Comentários sobre esse texto:

que se siga à idiotice (com crase) o pensamento dos que iluminam os revolucionários desses brasis

Francamente, a verborragia apresentada por este Carlos Seabra mais parece gritinhos da ala feminista dessa esquerda atrapalhada que ainda sonha em revolucionar o passado. Faz-me rir seus apelos juvenis a respeito de um tema cuja história já tratou de por termo. Gritar agora que a pirataria instituída é caminho para revolução cultural da qual os autores precisam é tentar se aproveitar, de maneira tão ignorante quanto cega, de argumentos utilizados ao extremo por burgueses de outrora!

Cansa-me essa evolução de paquiderme que, volta e meia, estudantes tentam apresentar como alternativa ao caos que o capitalismo impõe. Surgem ora aqui, ora ali, vestidos nos mesmos trajes empoeirados para dizer dos mesmos erros, da mesma tolice, da mesma resistência desmantelada e burra!

Sem o saber, mostra tal movimento que o Brasil ainda permanecerá boquiaberto e embasbacado diante das oportunidades que o tempo, vez por outra, apresenta-lhe como alternativa à escuridão! A esquerda, conduzida pelas velharias dos que ainda se imaginam na vanguarda, mata a si própria ao inalar o veneno que produz com a ignorância tão bem utilizada pelas elites.

E fica o povo, para deleite dos intelectuais do chá das cinco, sem compreender afinal por que se luta tanto contra o tempo neste país!

Então, não sabem os ignorantes que o mundo desenha-se hoje de outra forma e o que o tempo condenou ao esquecimento só encontra eco na cabeça dos que vivem de seguir??!

Faça-me o favor, senhor seabra - porque nos é de conhecimento antigo pensamento iguais aos teus -, de renovar-se e ’re-evoluir’ para um contexto em que que essa rebeldia juvenil e essa resistência amadora possam se somar a conceitos que possibilitem a evolução do social. Não fique aí repetindo essas asneiras.

E se o senhor não conhece a direção, pois que siga o relógio e mantenha-se em silêncio.

A propósito, não foi defesa, porque, em nada dependo dessa indústria, foi cansaço diante da mediocridade de um pensamento copiado, repetido e divulgado sem qualquer consideração para com a inteligência alheia... saiba ler, mermão, e entender uma crítica, ou compre um gravador e seja feliz nos k-7 da revolução russa!
Perdeu,perdeu, perdeu...


Marcelo Nogueira
2008-01-14 18:24:44

Creative Commons

"Protagonista do circuito nacional de Conteúdos Livres — com suas mostras de filmes, sob as (des)licenças Creative Commons e copyleft, e seus festivais de mídia-ativismo, esse cineclube universitário trabalha com tecnologias acessíveis do digital para democratizar a produção cultural."

Bem, nenhum dos filmes citados eram Creative Commons ou copyleft. E esses tipos de licença não é por razão nenhuma menos licença do que as tradicionais, por isso não vejo sentido no "(des)licenças".


malebria
2008-01-10 17:15:05

A revolução do Cine Falcatrua

A pretexto (sem crase!) de defender a "indústria" e atacar o "banditismo", brinda-nos o senhor Marcelo do comentário anterior com uma manifestação de enorme confusão, bandoleira da razão.

A mudança nas fronteiras do direito autoral é um tema dos mais importantes e cabe discutirmos a usurpação que tem sido feita dos direitos dos autores por parte dos que os mais os subtraem e exploram.

O comentário rastaquera do senhor Marcelo evidencia que o mesmo não soube ou não quis ler o que estava escrito, e para os que desejarem mais informação a respeito, sugiro que leiam a Nota Oficial do Conselho Nacional de Cineclubes em http://www.midiaindependente.org/pt...

"Até quando juízes obscuros abusarão da justiça em nome de estreitas convicções pessoais que atropelam a legislação e os direitos civis mais elementares? Por quanto tempo ainda hão de zombar de nós com essa loucura? A que extremos se há-de precipitar essa audácia sem freio? (Discurso de Cícero contra Catilina)"

Ora, a exibição do filme em questão, "Farenheit 911" (cujo diretor disse ser livre para cópia e disponibilizou para download), como noticiada, é parte de um curso de extensão daquela universidade federal, realizado com uma entidade sem fins lucrativos - o Cineclube Falcatrua - regulamentada recentemente pela Instrução Normativa no. 63, da Ancine, sem cobrança de ingresso. A sessão foi realizada dentro do recinto da universidade, pública e igualmente gratuita.

Fala sério... vamos ser mais honestos ao fazer comentários sem bandoleira!


Carlos Seabra
2008-01-08 13:52:38

07, o senhor é um fanfarrão...

Preocupa-me demasiadamente este tipo de pensamento. Porque a insurreição não se relaciona com o banditismo! Não se pode, à pretexto de democratizar o acesso à cultura, vilependiar a ordem na qual se sustenta a democracia e o respeito ao trabalho de profissionais envolvidos nessa indústria.

Não há, nesse projeto, pelo que foi relatado pelo autor da matéria, qualquer argumento que justifique a ação dos estudantes. Levar cinema para o público que não tem dinheiro? Balela. Se esta fosse a intenção, o aluguel de cópias estaria bem posto.

Não me venha com essa conversa de que o projeto tem um viés social! E nem com essa argumentação rastaquera de que a não cobrança de ingressos retira o cunho comercial do projeto e que por isso não representa um flagrante desrespeito às pessoas que trabalham para que um filme chegue às salas de cinema.

Se a questão é o alto valor que se cobra - os altos lucros das empresas de distribuição -, a iniciativa, ou o combate, deve ser travado em outro cenário. Não por meio desse banditismo ignorante de quem ainda não pôs os pés no mercado de trabalho e, por isso, não conhece o que é ser desrespeitado no exercício da profissão...

Fala sério... vamos ser mais honestos ao apresentar temas para o debate... Tá sem bandoleira, 23?


Marcelo Nogueira
2007-12-30 01:08:27

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.