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Comentários sobre esse texto:

Os intelectuais pacifistas de Israel

Excelente artigo,

Até que enfim estão começando a mostrar o outro lado desse conflito.
Um senhor aí embaixo disse que não houve ocupação da Palestina pelos sionistas!!! É muita cara de pau! A maioria dos judeus veio de outras paragens, ocuparam terras palestinas apelando para o terror. Foi tudo muito bem programado. Grupos paramilitares (hagannah, Irgum, etc) atuaram para tomar as terras dos palestinos. Destruíram centenas de aldeias. Apagaram do mapa, e substituíram os nomes árabes por nomes hebraicos. Meia dúzia de proprietários árabes venderam as suas terras para judeus e não para um futuro estado chamado Israel. Eles não faziam a menor idéia de que as terras vendidas seriam destinadas a cosntrução daquele estado. Independente disso a maioria das terras foram usurpadas, sim. Os próprios judeus admitem isso. A verdade está vindo à tona!!!


Moisés
2008-08-05 19:15:37

Os intelectuais pacifistas de Israel

Incrivelmente tendencioso o artigo, pois coloca os palestinos como vítimas e os judeus como conquistadores cruéis. Por que não divulgam que mais de 800 mil judeus que viviam nos países árabes foram expulsos depois da guerra de 1948? Por que não comentam que os palestinos se recusaram a assinar os termos da divisão da palestina e preferiram partir para uma guerra "santa" com o apoio de vários países árabes? Por que não divulgam que, para muitos países árabes, não interessava uma Palestina independente na mãos dos árabes?
Outra questão: se os "irmãos" árabes amam tanto os palestinos, por que não investem em infra-estrutura, com construção de hospitais, escolas, estradas, fábricas etc, para o crescimento da Palestina, ao invés de fomentar o ódio e distribuir armamentos para os palestinos?
A história não pode ser mostrada apenas por um lado, mas não se esqueçam de que, historicamente, os judeus já habitam aquela região quando nem existiam palestinos.

Delfino

Delfino


Delfino
2008-06-23 19:13:06

Os intelectuais pacifistas de Israel

Para se ter real moral, exigi-se do pretenso que não pague o mal com mal. cfe ensina um mestre nas Escrituras Sagradas dos judeus, a saber Jesus Cristo. Os judeus o chamam de mestre/profeta/inspi-rado por Deus porém, como se sabe são hipócritas, não seguem seus conselhos. Além de serem o único povo deicida de todos os tempos na Terra, pois o crucificaram sendo Jesus inocente. E tem a maior CARA DE PAU de negar este fato! Ainda não sei porque o sionismo não é considerado crime juntamente com a religião judaica, pois são unha e carne. Qualquer um de nós , se convertendo para qualquer religião no mundo [ católica, evangélica, budista, espírita, muçulmana, tibetana, etc ] pode galgar todos os seus cargos hierárquicos. Mas vá se converter ao judaísmo para ver se o mesmo acontece! Judeus são hipócritas assim como sua religião, que é negada por Deus! Por que Ben Gurion tem suas memórias censuradas? Quem não deve, não teme! Judeus são hipócritas. Não tem heróis, então precisam forjá-los. Precisam de propaganda. Precisam da manipulação de dados, fatos e informações. Holocausto. Muita presunção, arrogância se arrolarem como tal. Pois não existe nenhuma prova material do fato assim denominado, apenas "testemunhas", narrações,etc. Nunca se levantou esta questão com seriedade, pois precisam da manipulação! Além do fato que holocausto é oferta agradável e SEM DEFEITO feita para Deus. Judeus não tem defeitos?! Israel "quer" paz. Brincadeira! Vão quebrar sua economia, pois são a quarta maior exportadora de material bélico do mundo! Ganham dinheiro com guerras, destruição e morte! Judeus são hipócritas. Já dizia o intelectual judeu Ginsberg que "a guerra é a seara do judeu".
Realmente Israel não são os mocinhos. São hipócritas! Precisam de manipulação.



2008-06-18 20:13:17

Os intelectuais pacifistas de Israel

Tenho esperanças que surjam outras pessoas corajosas para trazer a tona todo o sofrimento palestino causado pelos judeus. Num mundo onde eles dominam a mídia e onde não se pode critica-los sem ser acusado de anti-semita é preciso coragem. O resgate da verdadeira historia nos mostra a verdadeira imagem de Israel.
Parabéns.


Lila
2008-06-16 22:04:13

Os intelectuais pacifistas de Israel

Um ótimo trabalho, parabens!!!!!!! Depois de ler os comentários escritos pela maioria judia, concluo: este povo não tem memória nem coragem, e se autodenomina intelectual O judeu gosta de remoer velhas feridas, mas não tem autoridade moral para sequer reclamar porque pratica piores atos com o povo palestino e acredita que pelo fato de apaga-lo de sua memória acabou até o remorso Acredito que Israel deve gastar muito em saúde mental, porque um cidadão normal não conseguiria dormir tranquilo depois de ter cometido tantas atrocidades, até com ratos, não com humanos. Por isso apagam a palavra palestina de todos os livros, jornais e textos... mais não conseguem apaga-la de sua mais intima memória.... Merecem o premio Nobel da guerra e da tortura!!!


Site: Os intelectuais pacifistas de Israel
Yone
2008-06-06 03:50:46

Os intelectuais pacifistas de Israel

gostaria de saber quando algum destes intelectuais irá se lembrar de cobrar os bens, dinheiro, emprego, auto-estima dos judeus que viviam nos países árabes e que de lá foram expulsos com uma mão na frente e outra atrás sem cidadania e que ficaram vagando na tentativa de encontrar abrigo em outros países?


silene balassiano
2008-06-03 04:02:30

Os intelectuais pacifistas de Israel

Ai que tristeza, que saudade dos anos 60 e 70 quando eu lia o Le Monde Diplomatique como uma referência séria. Até lembro que nele aprendi muito sobre os emirados do Golfo quando ninguém falava deles. E agora virou um jornaleco de propaganda, quem sabe financiado com dinheiro árabe, como a Fundação Carter. Dureza...

Lamentável o artigo de Eric Rouleau. Poderia parar já no primeiro parágrafo, a chamada, quando ele fala de "ocupação da Palestina". Que Palestina sr. Rouleau? Não existia isso. Que ocupação? Por acaso os sionistas desembarcaram com suas tropas bem armadas para ocupar, como os seus compatriotas fizeram na Argélia, Marrocos, Egito, etc, etc? Como assim ocupação se vieram se estabelecer legalmente comprando, veja bem, comprando terras. Aliás vendidas pelas mesmas elites árabes que incitaram os pobres camponeses árabes contra os supostos invasores e continuam a incitar até hoje. Que matéria repleta de contradições, já neste parágrafo, que termina falando dos planos de ocupação da direita sionista. Não sabe o sr. Eric Rouleau que na época o sionismo era liderado pela esquerda sionista? A direita chegou ao poder em Israel muito tempo depois.

Pode-se continuar a identificar os erros / omissões / falsidades em todo o resto do artigo. Até nas notas, logo na primeira, quando diz que "shoá" é um termo idiche. Não é, é hebraico. Onde está o rigor com a língua que era ensinado nas escolas francesas?

Rouleau mistura e faz confusão, fala de judeus religiosos fanáticos, que cresceram bem depois de 1948, por exemplo. Mas o principal, o grave, é que Rouleau chega atrasadíssimo. O fenômeno novos historiadores já aconteceu, já foi, já houve a onda inversa, já se "limpou" a história de Israel, já se sabe que ela não é maravilhosa e perfeita, aliás isto é óbvio para qualquer história. Já se sabe também que ela não é horrível como algumas foram. Bastaria ele consultar os livros e artigos mais recente de Benny Morris. Mas não, o sr. Rouleau prefere os livros do Ilan Pappe, que já foi desclassificado pelos historiadores sérios como uma pessoa nada objetiva, um fantasista. Isto pelos outros novos historiadores e pelos historiadores em geral.

Melhor teria feito o sr. Rouleau se tivesse lido Greilsammer, que por sinal é francês e escreve em francês, autor de uma historiografia dos novos historiadores, em que coloca todos eles em seu devido lugar, separando o joio (Pappe) do trigo (Morris e outros).

O "parti pris" do sr. Rouleau é claro quando cita textos militares, onde um general não vai dizer a seus comandados "vamos tomar parcialmente o territorio". Ou será que Napoleão não teria dito a suas tropas para ocupar toda a Rússia? Ou quando afirma que está demonstrado que os israelenses enxotaram os palestinos. Não está.

O "parti pris" do sr. Rouleau é mais evidente ainda quando se percebe que ele fala dos massacres israelenses e não fala dos massacres palestinos. Não fala do que aconteceu nas décadas que precederam 1948, sem as quais não se pode entender 1948. Não fala dos árabes que ficaram em Israel e estão relativamente bem. Relativamente aos árabes em países árabes.

O "parti pris" do sr. Rouleau fica mais claro ainda quando fala do êxodo dos árabes, não fala da ocupação egípcia e jordaniana em Gaza e na margem Oriental, e principalmente não fala do êxodo dos judeus de países árabes. Posso até entender o porque: ele cita números mas se computassem os números todos, com os judeus expulsos de países árabes, a conta ficaria ruim para o lado árabe. Melhor não mencionar então.

E assim por diante. Ele até usa o famoso massacre de Der Yassim, também sem contar a história toda e o que ocorreu com o comboio médico judeu depois de Der Yassim. Ou diz bobagens como a "guerra civil judaico-palestina" antes de 1948, quando é claro que os sionistas lutavam contra os ingleses, e os árabes teriam feito muito bem se juntassem suas forças com os judeus, em vez de cair na manobra inglesa de dividir para reinar.

Pode-se continuar porque cada parágrafo contém inverdades e distorções. Lamentável decadência de um jornal que já foi modelo.


Geraldo Coen
2008-05-31 01:46:05

Os intelectuais pacifistas de Israel

Artigo totalmente deturpado.As forças israelenses foram derrotadas na 1a fase da guerra de 48,perderam a cidade velha de Jerusalem.Foram os arabes que começaram a guerra,e perderam.Houve 700 mil refugiados arabes,parte deles’’ ajudados’’ pelas tropas israelenses, e igual numero de refugiados judeus de paises arabes,estes absorvidos pelo Estado de Israel.Já era hora de um tratado de paz e de pensar no dia de amanhã onde as lanças virarão arados.As aguas do Eufrates vindas da Turquia atraves do Libano irrigarão as terras palestinas e israelenses,o canal ligando o mar Morto ao mar Vermelho levará energia para a região.O jornal ’’Le monde diplomatique’’ é conhecido pela sua virulencia anti-israelense.E já dizia La Rochefoucauld ’’caluniai,caluniai, sempre ficará algo [da calunia].
Shalom, Salam


eduardo
2008-05-31 00:08:24

Os intelectuais pacifistas de Israel

Vê-se nesses movimentos de aparente exercício de inesperado "mea culpa", o mesmo gesto de manhosa "renúncia" feito por Peron: a famosa "peronada"...

Assim, até parece que esses senhores (que só agora estão a denunciar os crimes que todos conhecemos) discordam dessa aberração moral e política chamada Israel.

O título "Intelectuais pacifistas de Israel" é escandalosamente falacioso, e só engana quem quer ser enganado... Veja-se o artigo do Prof. Rogério César de Cerqueira Leite a respeito de um desses "pacifistas"...


Alfredo Braga
2008-05-30 23:51:53

O que aprender com "Os intelectuais pacifistas de Israel"

Olá!
Acho que o que há de mais importante nesta reportagem, de fato, é descobrirmos que a política de "guerra interminável" que parece prevalecer entre Israel e a Palestina pode, e bom grado, ser superada. Mais do que a ação de historiadores como os citados que propõem a pacificação à custa de uma acirramento de tensões, deve-se resaltar (e a ausência deste ponto é uma falha do artigo) que os escritores, dos quais Amós Óz é o grande exemplo, sociólogos, intelectuais, etc., da nova esquerda já entenderam algo básico: existem dois povos, uma terra, e nenhum dos povos pode ser exterminado!
A única solução é a coexistência, mesmo que isto nao signifique a amizade entre eles. Se, por um lado, remexer na lama que existe por trás das guerras promovidas pelo estado sionista (e por trás de quais guerras e quais Estados não há lama?) em nada ajuda neste processo, trazer à tona a verdade pode servir para que ambos os lados passem a pensar em sua parcela de culpa e vergonha desta guerra estúpida e, finalmente, decidan-se pela paz.

um abraço a todos


Gustavo Kcond
2008-05-30 23:23:35

Os intelectuais pacifistas de Israel

Este é o verdadeiro "jornalismo de encomenda". Ainda mais quando os escritos partem daqueles que querem “reescrever” a história, tal como do mencionado presidente do Irã e dos que o apóiam. Pelo visto, o escritor deste artigo compartilha suas idéias. Superfatura-se o sofrimento dos palestinos e se exagera na publicação das ações de Israel em proteger seu povo e a terra que lhe pertence. É novela onde se reescreve segundo o pensamento e sentimento de seus escritores, não se importando com os resultados que produza para Israel, contanto que no final favoreça os palestinos. Traidores e descontentes sempre existirão, assim o é no Brasil, Estados Unidos, Israel... Tanto quando o país vai bem ou quando vai mal e estes supostos “intelectuais pacifistas” não sentem (iram) na pele o quanto custou e custa aos verdadeiros judeus conservarem o bem precioso da sua terra.



2008-05-30 22:45:12

Os intelectuais pacifistas de Israel

Os árabes nunca quiseram a paz. A grande verdade é que eles são extremamente intolerantes e em nome de uma religião que se considera "o reino dos céus", altamente proselitista, cujas demais nações são "infiéis" (já pensou nisto? Se você não é muçulmano, é INFIEL!Você, jornalista, você escritor, articulista, leitor, seja lá o quê, é considerado pelo mundo islâmico um INFIEL!), não aceita em hipótese alguma a presença de um outro povo, em pouco mais de 22 mil Km quadrados! (Mais ou menos o Estado de Sergipe). E este povo está ali há quase quatro mil anos! Dá para negociar com gente assim? Gente que se explode e que joga seus filhos, crianças e adolescentes, para a luta? Sinto muito; os intelectuais pacifistas de Israel são uns ingênuos! Não acredito em paz negociada em Israel; gosto da paz, quero-a, mas não vou me enganar. Israel ama a paz e a quer. Mas seus inimigos estão toda hora pregando sua destruição. Dá para negociar com gente assim? Não dá, infelizmente. Portanto, Israel, vamos à luta! Conte comigo! Até que não reste mais força em nossos inimigos...


Joel Zaytune
2008-05-30 22:18:53

Os intelectuais pacifistas de Israel

É uma tragédia acontecendo neste lado do mundo e o Ocidente vira a cara para o outro lado.
E que a mídia oligárquica continua deturpando com suas mentiras.
Até quando este horror ?


Loanes
2008-05-30 22:05:09

Os intelectuais pacifistas de Israel

Para dar um exemplo de como a UOL não tem nem capacidade de análise dos textos que publica - de forma enganosa e leviana - basta ver que a tradução de "shoah" é descrita como se fose um termo em yiddish. Porém, "shoah" significa "holocausto" em hebraico.
Vamos ver agora...
Os judeus conseguiram falsificar emissões de rádio em áreab, seu exército mais forte que os dos árabes locais e dos 7 que invadiram o país, Witzman pediu aos ingleses a expulsão dos árabes locais... céus, acho que os Sábios de Sião não pensaram nisso!
E aqui encontro aqueles argumentos anti-semitas e ignorantes de sempre: judeus dominam os meios de comunicação, isolados, etc... Parem de colocar a culpa de tudo nos judeus e aprendam a enxergar seus próprios erros, em particular os palestinos, que nunca perderam uma oportunidade de perder oportunidade (obrigado Abba Eban).
Os pseudo-intelectuais, novos historiadores são meros editores de história, infelizmente, e lógico, vão todos amar ler e comprar livros que mostrem judeus fazendo o mal, para afinal tirar peso de séculos de perseguição. Ou mero antisemitismo mesmo.
Shalom e Salaam.


Jayme Lotem
2008-05-30 21:52:23

Os intelectuais pacifistas de Israel

Qualquer historiador sabe que tal revisão da história é fantasiosa.....não sei como esses neo-antissemitas conseguem espaço num jornal que eu achava que era de qualidade. Depois de tal artigo, já começo a duvidar da seriedade de tal jornal.



2008-05-30 21:46:05

Os intelectuais pacifistas de Israel

Finalmente a verdade sobre o genocídio palestino, perpetrado pelos sionistas, começa vir à tona...


Benê
2008-05-30 21:19:35

Os intelectuais pacifistas de Israel

Eric Rouleau faz o trabalho sujo da causa dos já decadentes neo-antisemitas ao "reformar" a história recente. Certamente inspirado e personagens bizzaros como o presidente iraniano Ahmadinejad (que nega o holocausto, entre outras coisas), inverte alucinadamente fatos, números e circunstâncias. Seu texto não resiste à avaliação de qualquer historiador mais credenciado. Lamentável que tenha espaço no Le Monde para, em nome do pacifísmo (tsk!!!), pregar de forma tão quixotesca em favor do ódio e da intolerância. Ainda bem que cabeças pensantes como as de Amós Oz, do Movimento Paz Agora, e tantos outros verdadeiramente pacifístas atuem brava e corajosamente dentro da sua Pátria pela coexistência entre israelenses e palestinos.



2008-05-30 20:33:29

Os intelectuais pacifistas de Israel

Sobre os intelectuais árabes, a ignorancia sionista e anti-semita não permite conhecer autores tais como : eduard said.


eduardo silva
2008-05-30 20:27:14

Os intelectuais pacifistas de Israel

Este artigo é o protocolo dos sabios do sião do século 21,agora escrito por um pseudo-intelectual frances,o original foi escrito pela policia secreta czarista.
o mufti de jerusalem,lider dos palestinos
na época da partilha,morou em Berlim durante toda segunda guerra e era amigo pessoal do Hitler,
inclusive é responsavel por milhares de mortes no holacausto.
e quanto aos 800 mil judeus expulsos dos paises arabes em 1948?
Quanto a força do pré exercito israelense
realmente era impressionante!
a sua força aérea tinha um teco teco e dois avioes comerciais,realmente uma força aerea espantosa!
e quanto aos milhares de judeus mortos
nos progroms organizados pelo bondoso mufti de jerusalem
outro fato interessante é que ninguem reclamou quando a inglaterra criou a Transjordania,em cima de 3/4 do territorio da Palestina
a ignorancia e o antisemitismo sao drogas poderosas
ninguem consegue abandonar,nem mesmo um genial pseudo-intelectual frances



2008-05-30 20:03:12

Os intelectuais pacifistas de Israel

É extremamente gratificante saber que mesmo com o domínio da mídia na população de Israel e dos judeus no resto do mundo, algumas pessoas corajosas querem reescrever a História contando nada mais que a verdade. Ninguém, ou a maioria esmagadora das pessoas, duvida da necessidade da existência de um estado para a maioria judia, porém isso não deveria,jamais, ser em detrimento da população palestina. Tomar casas e terras alegando direito religioso é o mesmo que concordar com qualquer ato violento praticado por qualquer outra religião.
Parabéns a estes homens e mulheres de extrema coragem.


Samuel Haddad Carvalho
2008-05-30 19:41:08

Os intelectuais pacifistas de Israel

A única diferença entre os judeus e os nazistas, na situação descrita, era o da suástica em relação a estrela de David.


Renato
2008-05-30 19:31:09

Os intelectuais pacifistas de Israel

Intelectuais pacifistas árabes?
É tão difícil de achar quanto um judeu não racista, que se sente superior, ariano e eleito por Deus. Você vai ter trabalho de achar. Mas vá tentando. Thau.



2008-05-30 19:23:30

Os intelectuais pacifistas de Israel

É extremamente gratificante saber que mesmo com o domínio da mídia na população de Israel e dos judeus no resto do mundo, algumas pessoas corajosas querem reescrever a História contando nada mais que a verdade. Ninguém, ou a maioria esmagadora das pessoas, duvida da necessidade da existência de um estado para a maioria judia, porém isso não deveria,jamais, ser em detrimento da população palestina. Tomar casas e terras alegando direito religioso é o mesmo que concordar com qualquer ato violento praticado por qualquer outra religião.
Parabéns a estes homens e mulheres de extrema coragem.


Samuel Haddad Carvalho
2008-05-30 19:19:18

Os intelectuais pacifistas de Israel

"O muro de ferro: Israel e o mundo árabe" do Avi Shlaim já tem edição em português. É um ótimo livro.


Celso
2008-05-30 19:04:30

Os intelectuais pacifistas de Israel

E os árabes possuem intelectuais pacifistas?



2008-05-30 19:02:25

Os intelectuais pacifistas de Israel

muy buen trabajo. los sionista que dominan israel no mquieren la paz. muchos judios no festejaron los 60 años de la creacion del estado . a los ue criticamos el estado terrorista israeli nos catalogan de antisemita . yo como argentino de asendencia judia critique muy duramante los inmigrantes rusos que directamente . con simbolos nazis en israel golpeaban a trabajadores de no acendecia judia . falta mucha imformacion
y les felicito por este articulo


ruben romberg
2008-05-30 15:16:17

Os intelectuais pacifistas de Israel

Verdades que sao sufocadas por mentiras que alimentam os povos; é pena que não cheguem a todos...
E ainda contam com a omissão dos civilizados povos, por interesses obviamente excusos.
E assim caminha a humanidade...


chicobau
2008-05-29 14:24:09

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