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Comentários sobre esse texto:

De costas para Rondon

Leis que privilegiam alguns nacionais são uma afronta a Nação Brasileira.
A historia demonstra que quando os povos eram nômades guerreavam entre si; quando tinham territórios também guerreavam para sobrevivência do grupo, aumentar seus territórios escravizarem e se fortalecerem.As diferenças (étnicas e sociais), a ganância por riquezas e poder levaram a humanidades a vários conflitos, como atualmente. A unidade territorial da maioria dos grandes países orientais só conseguiu ser mantida através do emprego da força, da coerção e dos assassinatos em massa. Isso aconteceu no Brasil durante a colonização e acontece ainda nos países orientais e africanos. É histórico.Enquanto existir na humanidade ganância por riquezas e poder não haverá paz, independente de Paises, etnias, grupos de interesses ou bandos isolados. Nada garante que mesmo na hipótese de ser concedido a reserva a esses brasileiros(índios ou quilombos), futuramente as etnias poderão ou por ganância de alguns de seus membros (diamantes e outras riquezas) entrarem em conflitos, não com flechas, mas com armas mais letais com ajuda de certas “ONGs”, contrabandistas e outros grupos de interesses, provocando fugas em massa para Manaus e região.E os milhões de brasileiros “ribeirinhos” que vivem isolados, como os brasileiros “índios”As riquezas do solo e mar deverão ser divididos para todos os brasileiros, sem discriminações, por empresas com maioria do capital brasileiro ou publico.A não exploração das riquezas do solo brasileiro e do mar afeta a Nação brasileira.Provavelmente com educação de qualidade para todos, a observância dos valores morais e patrióticos da maioria do povo, sem discriminações de distribuição de privilégios e impunidades; mídia e políticos responsáveis poderemos fortalecer a Nação Brasileira e viveremos com mais paz. A Constituição Brasileira não é respeitada, sendo manipulada de acordo com interesses de uma minoria, o Brasil sendo uma Republica Federativa, não se pode dividir o território ou tornar alguns brasileiros privilegiados e de acesso as riquezas do solo em prejuízo dos outros nacionais. Qualquer lei que contraria a moral, os bons costumes e unidade nacional, é uma afronta a Nação. Todos que nasceram no Brasil ou o adotaram como Pátria, devem ser respeitados e lhes dado oportunidades de igualdades de condições de estudos, trabalho, saúde, segurança, possibilitando que cada um dê melhor de si para progresso pessoal e da Nação Brasileira.


Todos São Brasileiros
2008-09-19 14:14:43

De costas para Rondon

ESSE ARTIGO É UM LIXO, PERGUNTEM AOS INGLESES SE ELES DÃO A INDEPENDÊNCIA A ESCÓCIA, AO PAÍS DE GALES E A IRLANDA DO NORTE OU AOS FRANCESES SE DÃO AOS CORSOS, BRETÕES, BASCOS E PROVENÇAIS OU AINDA AOS ESPANHÓIS COM RELAÇÃO AOS BASCOS,ASTURIANOS,GALEGOS,ARAGONESES,CATALÃES E ANDALUZES,ESSES SIM POVOS DE IDENTIDADE CULTURAL DIVERSA DA MAIORIA DE SUAS POPULAÇÕES E NÃO VENHAM QUERER CRIAR OUTRO PANAMÁ AQUI NO BRASIL COM A AJUDA DE MEIA DÚZIA DE ESQUERDISTAS TRAIDORES DE SUA PRÓPRIA PÁTRIA.


RONALDO PEREIRA DA ROCHA
2008-09-09 16:42:00

De costas para Rondon

Ö Brasil nào é um país sério" declarou também um militar francês; desculpem-me pela inezatidão desta frase, se houver, mas o que quero deixar relatado é que nosso país é visto no exterior exatamente como proferiu o "infeliz" desse milico que nada tinha a ver com nossa realidade social e étnica e que por imposição de meu patriotismo regionalista, prefiro nào expor o seu nome. Retornando meu pensamento sobre esta reportagem, deixo registrado meu sentimento de repúdio ao que tentam fazer com nossa integridade cultural por interesses de poucos privilegiados e endinheirados "empresários" que se "armam" de um "escudo" militar para desmoralizarem as condições legais dos povos indígenas. Me permito referir a endinheirados ao invés de capitalizados por que as iniciativas privadas aqui no Brasil se enriquecem como os antigos "coronéis" de fazendas de café e açúcar no período colonial; ou seja, sem nenhum pensamento estratégico ou global que acrescente desenvolvimento para os menos favorecidos. Os pensamentos "estratégicos" dos militares com relação à nossa soberania nacional, levando em conta ao desfavorecimento das condições de demarcações de terras dos indígenas é vulgar. Tento acreditar em boas intenções, mas me decepciono toda vez que procuro me informar mais sobre as notícias que leio. É... acho que este país nào é mesmo sério!


Carlos
2008-09-03 01:47:25

De costas para Rondon

Um painel perfeito que nos possibilita pensar e refletir sobre um assunto preteritamente resolvido e que agora, graças às famosas e conhecidíssimas inversões de valores, através de personagens midiáticos indecentes, adquire proporções indevidas, inclusive pelo absurdo terrorismo psicológico imposto quanto ao pretenso perigo à soberania nacional.

Mais uma cretinice que toma forma e se agiganta, através de informações inverídicas, descontextualizadas muitas vezes, vergonhosamente manipuladas e altamente reacionárias, as quais conseguem terreno fértil em certas cabeças propensas ao não pensar, ao não se interessar em saber ao fundo, enfim ao se deixar levar por publicações pueris, interesseiras e interessadas, tão somente, nos possíveis benefícios econômicos de alguns espertalhões, como sempre.

Os mesmos que se utilizam daquela argumentação tão primária de que os indígenas não são "gente", que são bêbados, indolentes, improdutivos e imbecis, logo sem direito a nada, apenas à miséria e ao confinamento - imbecilidades, cá entre nós, que estão, sim, nas mentes desses infelizes abutres!

Não nos esqueçamos das perfeitas e legítimas cidadanias indígenas, enquanto brasileiros que são tanto quanto nós, cidadãos bem nascidos e devida e magnificamente " bem educados" - educação essa que nos leva, sem dúvida, a situações de desconhecimento total da história desses povos e, porconseguinte, a decorrentes insensibilidades sociais.

Entendamos que tais reservas são demarcações soberanas aos povos indígenas e que as mesmas estão em mãos devidas, independentemente da ganância demonstrada em seu solo e em suas riquezas naturais por parte de agronegócios e/ou minerações, ambos muitas vezes, ou melhor, na maioria das vezes ecologicamente temerários.

Não deixemos que uma área virgem e nativa se transforme apenas ou em plantações de arroz, ou em pastos para quadrúpedes, ou, pasmem, em posses irregulares da terra com vista à futuras valorizações impróprias e indevidas das mesmas, ou seja, em práticas puramente especulativas.

Sem essa de que ali poderão ser erguidas comunidades trabalhadoras economicamente ativas e prósperas!

Sem essa de que tais terras poderão ser sinônimo de progresso ou de sei lá o quê!

Que optemos, isso sim, por políticas adequadas à biodiversidade própria e local.

Que optemos pela preservação sustentável e inteligente e não pela monocultura ou pastoreio burros e atrasados. Nem pela possível transformação de tal sítio em área de simples e danoso extrativismo com prospecção dos minérios ou seja lá o que mais esteja em seu subsolo. Não a um novo Eldorado do Carajás, de tão triste memória!

Que a partir desta data, torço, o STF tenha bom senso, coisa que tem lhe faltado há muito, e vote adequadamente pela manutenção territorial integral da já demarcada Reserva Raposa Serra do Sol.


Afonso de Oliveira
2008-08-28 19:37:46

De costas para Rondon

Interessante!
A Fundação Ford, que financia 6 dúzia de índios, la em Roraima, também acha que a terra deve ser devolvida aos índios.
As reservas indígenas já somam 13% do território brasileiro (1.105.000 km²), onde, SUPOSTAMENTE, VIVEM 750 mil índios, 0,41% da população do país. Mas até isso é falso, porque tais números incluem os índios que já vivem nas cidades.
Pois bem, vá lá... Mesmo com essa área gigantesca, correspondente a duas Franças, eles conseguiram a sua autonomia. Mesmo não vivendo mais da caça, da pesca, da agricultura primitiva, conseguem autonomia econômica? Não! Na maioria dos casos, tornaram-se Funai-dependentes. Temos 750 mil pessoas monopolizando 13% do território nacional, mas dependentes da caridade oficial. E que se note: a exploração econômica legal dessas regiões é proibida.
As reservas, na forma como estão hoje, não passam de um deliro de antropólogos que ainda sonham com o bom selvagem e que têm uma concepção de “povo indígena” um tanto zoológica — como se eles devessem ficar presos na jaula do preservacionismo.
E eles não ficam. Nesses 13% do território brasileiro sob o domínio de reservas, a exploração ilegal de madeira e do garimpo corre solta, com índios metidos com o crime organizado. Pesquisem o caso dos cintas-largas: alguns deles são nada menos do que bandidos.


Site: De costas para Rondon
Waldemar Pluschkat Neto
2008-08-28 00:18:57

De costas para Rondon

Ao Francisco Pucci,

ao contrário das terras particulares, as terras indígenas pertencem à União, ou seja, mesmo que quisessem, os índios não poderiam vendê-las. Eles têm apenas o usufruto e não a propriedade. E é aí que reside o desespero dos arrozeiros, por que não fosse isso, provavelmente eles já as teriam comprado há muito tempo. Ou extorquido, para fazer jus à história fundiária do Brasil, que é uma sucessão de extorsões e criação de fatos consumados, como estão fazendo esses arrozeiros.


Helena
2008-08-27 01:36:36

De costas para Rondon

A historia demonstra que quando os povos eram nômades guerreavam entre si; quando tinham territórios também guerreavam para sobrevivência do grupo, aumentar seus territórios, escravizarem e se fortalecerem.As diferenças (étnicas e sociais), a ganância por riquezas e poder levaram a humanidades a vários conflitos, como atualmente. A unidade territorial da maioria dos grandes países orientais só conseguiu ser mantida através do emprego da força, da coerção e dos assassinatos em massa. Isso aconteceu no Brasil durante a colonização e acontece ainda nos países orientais e africanos. É histórico.Império e ditaduras surgiram e ruíram, nada é eterno.Enquanto existir na humanidade ganância por riquezas e poder não haverá paz, independente de Paises, etnias, grupos de interesses ou bandos isolados. Nada garante que mesmo na hipótese de ser concedido a reserva a esses brasileiros(índios e quilombos), futuramente as etnias poderão ou por ganância de alguns de seus membros (diamantes e outras riquezas) entrarem em conflitos, não com flechas, mas com armas mais letais com ajuda de certas “ONGs”, contrabandistas e outros grupos de interesses, provocando fugas em massa para Manaus e região.As riquezas do solo e mar deverão ser divididos para todos os brasileiros, sem discriminações, por empresas com maioria do capital brasileiro ou publico.A não exploração das riquezas do solo brasileiro e do mar afeta a Nação brasileira.Provavelmente com educação de qualidade para todos, a observância dos valores morais e patrióticos da maioria do povo, sem discriminações de distribuição de privilégios e impunidades; mídia e políticos responsáveis poderemos fortalecer a Nação Brasileira e viveremos com mais paz.Ao longo do século XX, o controle de territórios ricos em petróleo foi motivo de manobras diplomáticas e guerras que redesenharam o mapa do mundo. A História ensina que essa preocupação do governo brasileiro é sensata. Foi para garantir o acesso a uma rica fatia dos poços do Oriente Médio que o antigo Império criou o Iraque e o Kuwait e sustentou a unificação da Arábia Saudita. As guerras do Golfo, no final do século passado, foram motivadas pelo controle da mais rica área de produção de petróleo. Mas é ingênuo acreditar que o país possa se tornar uma potência sem ferir interesses.



2008-08-26 20:55:25

De costas para Rondon

Nota do autor

Considerando que, no que diz respeito às perspectivas de leitura do texto, possa ser proveitosa alguma indicação complementar à nota de créditos pessoais que a redação do Diplô fez constar a meu respeito, esclareço que realizei pesquisas de campo na Amazônia entre agosto de 1996 e setembro de 1999, período em que residi vários meses em comunidades indígenas. Após isso, transferi minha área de pesquisa etnográfica para os Andes Bolivianos, onde realizo, freqüentemente, pesquisas de campo e documentais desde 2001.


Ricardo Cavalcanti-Schiel
2008-08-26 19:29:00

De costas para Rondon

As discussões se valem dos modelos teóricos e ideológicos de quem discute. Isso se verifica claramente, inclusive, nos comentários a este texto. Concordo plenamente com o autor, mas, frente à "realidade" humana, podemos perguntar: índios não têm vendido as riquezas de suas reservas, inclusive naturais, contaminados que já estão pelo vírus do lucro imediato? Não farão o mesmo com suas terras a alienígenas expertos que não se detêm nem mesmo frente às guerras para dominar recuros?


FRANCISCO PUCCI
2008-08-26 19:05:54

De costas para Rondon

Miope e sem visão.
Nunca foi a Amazonia, assim como o Sr Alexandre Kappaun. Belas análises de escritório, no RJ, SP e Brasília, com ar condicionado e mapas sobre a mesa, é muito fácil criticar os homens que realmente se interessam e lutam pela soberania e liberdade desse País, desconhecido e roubado por burocratas como os srs. Passem uma temporada com o Gen Heleno, compartilhem com ele os problemas e depois voltem a escrever.
Oliveira


Oliveira
2008-08-26 16:38:33

De costas para Rondon

Parabéns pelo artigo e pela coragem em publicá-lo!

Que os nossos "queridos" milicos queiram nos impor, mesmo hoje, a "geopolítica pan-amazônica" do Gal. Meira Mattos, discípulo do destetável Gal. Golbery do Couto e Silva, infelizmente não é surpresa alguma. O que realmente me causou espando foi a maneira como a grande imprensa brasileira, quase em sua totalidade, foi engambelada pelo discurso raso e autoritário do Gal. Augusto Heleno Ribeiro Pereira. Será que já se esqueceram de todo o mal que o pensamento militar e sua ilegítima ditadura nos causaram?

Uma das poucas vozes, na grande imprensa, que ousou desafiar essa "unânimidade burra" foi a do jurista Dalmo de Abreu Dallari, que, em seus artigos no Jornal do Brasil, procurou sempre defender as nossas Constituição e democracia. Entre o general e o jurista, não tenho dúvida em escolher este último.

Fico, agora, ainda mais contente, ao saber que temos, no antropólogo Ricardo Cavalcanti-Schiel, mais uma voz que não se deixará calar pela arrogância do general e o imenso poder dissuasório da grande mídia.


Alexandre de Oliveira Kappaun
2008-08-26 04:34:18

De costas para Rondon



2008-08-26 04:30:55

De costas para Rondon

Exelente artigo! Parabens!!!!

Contar a historia do Brasil as vezes pega de surpresa a superficialidade lustrada pelo pseudo racionalismo.
Viva o Povo Brasiliano!!!!
Que a caserna de pijama durma em paz o sono final da esclerose mental e moral.
Viva Rondon e toda a diversidade cultural presente em nosso continente!

rmdf


Ricardo Mesquita Da Fonseca
2008-08-23 23:51:05

De costas para Rondon

comentário rídiculo de pessoa sem flexibilidade de raciocínio que não conseguiu diferenciar a conjuntura rondoniana da conjuntura atual. Compara as duas com se fossem contemporâneas.
Reportagem marcada pelo preconceito. Não informa, desinforma, destorce.


Washington
2008-08-23 13:38:23

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