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» Ainsi nos jours sont comptés

» Au Brésil, des collectionneurs d'art très courtisés

» Fantômes russes dans l'isoloir ukrainien

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» Les famines coloniales, génocide oublié

» LTCM, un fonds au-dessus de tout soupçon

» Récalcitrante Ukraine

» Europe de l'Est : un bilan positif sur le plan social mais négatif dans le domaine des droits politiques

» La crise russo-ukrainienne accouchera-t-elle d'un nouvel ordre européen ?


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» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

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» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

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Comentários sobre esse texto:

No Pequod – em busca de Moby Dick

Só li o original em inglês (que releio sempre que posso - Melville, junto com Conrad e London, é o meu autor novecentista americano preferido), mas, como tradutor, fiquei muito feliz com as soluções encontradas por Irene Hirsch e Alexandre Barbosa de Souza. "Trate-me por Ishmael" é de uma simplicidade enganadora, pois é uma solução belíssima que, desconfio, os autores devem ter trabalhado muito para atingir - como todos os bons tradutores fazem. Parabéns a eles, e a você, pelo excelente texto.


Site: Fábio Fernandes

2008-07-18 01:52:56

Moby Dick, a Baleia

Confesso que, já há algum tempo, detenho um exemplar de "Moby Dick", cuja leitura ainda não me foi possível terminar. No entanto, o lançamento desta nova edição integral da obra de Mellville pela Cosac Naify, traduzido com esmero por Irene Hirsch e Alexandre Barbosa de Souza, é tido por mim como uma oportunidade de embarcar novamente à bordo do baleeiro Pequod. Espero, assim, adquirir em breve esta belíssima edição; lançar-me aos mares infindáveis da obra de Mellville.



2008-07-06 00:51:54

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