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Comentários sobre esse texto:

Ai dos que crêem no Império

Realmente; na arena geopolítica, econômica e tecnológica podemos dizer que os EUA ainda são a maior potência mundial, mas sua hegemonia acabou. Sem apelação. Sem chilique. Simplesmente acabou, gostando ou não.
Vivemos, na perspectiva analítica de Braudel, mais uma fase de outono do capitalismo, complementada pela análise de Arrighi dos ciclos de acumulação sistêmicos. A crise é transição para um ciclo novo, contudo, o processo é evolucionário, em que ocorrem fenômenos histórico-irreversíveis.A questão da aplicação da análise schumpeteriana das inovações cíclicas na esfera produtiva ainda está para encontrar quem consiga sistematizá-la na esfera financeira,pois justamente isso o que vimos: considerar-se a esfera financeira como um lócus para si mesmo, na primeira vez na história mundial, ocasionando uma completa dessintonização com a vida material, a esfera do mercado, a economia real.


Site: "Império"?
Rodrigo
2009-03-02 02:00:55

Ai dos que crêem no Império

Parece que só Gil Pereira pôde entender a realidade de modo pragmático. O antiamericanismo só revela o ressentimento dos que perderam a Guerra Fria e ficam a imaginar o declínio do império americano (do jeito que escrevem fazem inveja a Spengler, autor do livro "O Declínio do Ocidente", alás, muito usado para justificar a ascensão de Hitler). Por que ninguém escreve que a invasão americana do Iraque foi uma reação aos ataques de 11 de Setembro? A esquerda perdeu o rumo e quem pode explica bem isto é o jornalista inglês Nick Cohen no livro "O que Resta da Esquerda?"... Os EUA cooptaram os países que circundam a Rússia para a OTAN e a Rússia, coitadinha, esperneia, esperneia, mas, no final, vai deixando o território da Georgia sem alarde.
Aliás, as perguntas que fiz ao articulista ainda não foram - serão algum dia? - respondidas.


Bandarra
2008-09-14 05:07:48

Ai dos que crêem no Império

Parece que só Gil Pereira pôde entender a realidade de modo pragmático. O antiamericanismo só revela o ressentimento dos que perderam a Guerra Fria e ficam a imaginar o declínio do império americano (do jeito que escrevem fazem inveja a Spengler, autor do livro "O Declínio do Ocidente", alás, muito usado para justificar a ascensão de Hitler). Por que ninguém escreve que a invasão americana do Iraque foi uma reação aos ataques de 11 de Setembro? A esquerda perdeu o rumo e quem pode explica bem isto é o jornalista inglês Nick Cohen no livro "O que Resta da Esquerda?"... Os EUA cooptaram os países que circundam a Rússia para a OTAN e a Rússia, coitadinha, esperneia, esperneia, mas, no final, vai deixando o território da Georgia sem alarde.
Aliás, as perguntas que fiz ao articulista ainda não foram - serão algum dia? - respondidas.


Bandarra
2008-09-14 05:07:12

Ai dos que crêem no Império

Essa guerra foi anunciada há mais de um ano, é só ler o semanal Tiraspoltimes, da MOLDAVIA em:www.tiraspoltimes.com.

carlão sorocaba


carlos
2008-09-11 04:17:49

Ai dos que crêem no Império

Tão bem fariam à América (Latina),
correntes de vento do Oriente.
"Se oriente rapaz
pela constelação do Cruzeiro do Sul".


Paulino
2008-09-09 08:48:57

É uma questão de ponto de vista...

Ou de um jogo, dos que empreendem uma visão de alteração de mundo por causa de uma possível eleição "inovadora" nas Américas.
Os Estados Unidos são reconhecidos pela força daquilo que fazem ou que são capazes de fazer. Medir forças com o ímpeto Americano é pura balela, como diriam por aqui. O que nós temos que aprender a ver, é nossa oportunidade de tornarmos mais significantes, aumentando nossa parceria com o primeiro mundo. Precisamos mudar nossa forma de pensar e agir com um pouco de cumplicidade. As Américas somos nós também. Se os EUA afundarem, afundamos também. Se os ajudarmos a solidificarem sua posição que eles assumem com o mundo, podemos até alterá-la. Mas teremos um forte aliado, capaz até de nos ajudar se um dia precisarmos. Mas se continuarmos com este ufanismo bobo, continuaremos como uma nação medíocre, cheio de possibilidades mais de quase nada de pragmatismo...
Enquanto uns falam, outros fazem...
Esta é a diferença que nos afasta do tão malfadado primeiro mundo...
***
Eles pelo menos fazem...
***


gilpereira
2008-09-09 07:52:51

Ai dos que crêem no Império

Todo imperio tem o seu apogeu e queda. Com os Estados Unidos nao pode ser diferente, e parece que esta admiravel nacao esta entrando num lento porem firme declinio que talvez leve decadas para ser completa. Entretanto, os americanos possuem algo que outros imperios nunca tiveram, e talvez nunca terao: a capacidade de adaptar-se as adversidades e supera-las muitas vezes. A forca de vontade de seu povo, bemo como sua incomparavel criatividade, ambos frutos das liberdades garantidas pela Constituicao americana, certamente trarao surpresas ao mundo num futuro nao muito distante. Quem sabe elegendo um negro para a presidencia nao seria a primeira delas.



2008-09-09 07:30:58

Ai dos que crêem no Império

Final da década de 80, queda do leste europeu, queda do muro de Berlin, se o discurso era o do surgimento de uma Nova Ordem Mundial, não temos dúvidas que sim, mas não se tratava como queriam muitos, a supremacia do neoliberalismo, não há super poderosos se do outro lado apenas houver os super fracassados. Até o final da Guerra Fria, os EUA mantiveram a sua economia voltada para uma economia de Guerra, nenhum desenvolvimento tecnológico, científico, etc, estiveram longe de uma lógica da guerra, uma economia unilateral, focada para um único ponto, o belicismo. Após a Guerra Fria, uma economia de produção não bélica, jamais teria o mesmo sucesso econômico das armas, haverua avanços técnológicos em alta escala se não fosse a Guerra? Nós assistimos a ação norte amiericana no Aganistão. Num mundo com menos investimentos para as armas, os EUA deveria respeitar a importância no mundo dos países que mantém solo e subsolo, o que pode garantir o desenvolvimento e competição e a estabilidade Mundial. Os norte-americanos tem clareza disso, então a criação de um sistema de defesa permanente, e da formulação de um inimigo ilimitado e sem bandeira, seria o ideal para reaquecer o mercado bélico de hegemonia dos EUA. Assim, surge um novo inimigo, os comunistas são substituidos pelo terrorismo, Afganistão, Iráque, Irã, e outros, na America Latina, o perigo do narco terrorismo, Colômbia, Chile, Venezuela, etc... A crise norte americana já era anunciada, aproximadamente uma década após a queda do leste europeu e a queda do muro de Berlin, a economia norte americana acusou o golpe, não demorou muito para os EUA patrocinar o maior espetáculo bélico da terra. Devemos nos ater para o fato de que todo Império tem sua perna de lama, e a perna de lama dos EUA é o pensamento bélico. Quantas frentes de batalha o império poderá aguentar?


Rico Baco
2008-09-09 06:19:51

Ai dos que crêem no Império

Neste cenário, interpretado pelo Jornalista do Le Monde, ainda há peças do jogo de Xadrez adquirindo outras formas, de peões a rainhas, ou reis. Como assim? A China, pois está se transformando em uma grande potência, econômica, política e militarmente. Econômica porque é o país que mais cresce em cerca de vinte anos para cá. Onde os lucros em negócios tem progressão geométrica ao invés de outros que só contabilizam progressão aritmética (vejam Veja e Exame a respeito). Política porque assim como os EUA faziam eles também estão atuando com forte influência na Ásia e África de forma análoga ao que ocorria com Europa e América Latina. Suas decisões quando os 5 mais potentes se reúnem não são enfrentadas pelos EUA de forma implacável. Militarmente porque já detêm a tecnologia aeroespacial (os chineses eram e são a biotecnologia R&D no Vale do Silício nos EUA), e demonstraram tecnologia ao enviarem foguete para o espaço sideral e ainda ao destruirem um satélite próprio com míssel teleguiado (tecnologia similar ao do escudo espacial americano). E neste jogo continua quase que incólume a se desenvolver e reunindo forças sem perderem status ou parcerias importantes para o que eles focam, ser o que já foram há oito séculos atrás: um Império, mas agora com a beligerância ocidental.


Richard Sa
2008-09-09 06:06:39

Um novo mundo sob a informação

Tamanhas obviedades abrem os olhos da população.
Em Kosovo era certo. Na Geórgia era errado. Invadir o Iraque e Afeganistão pode, a Geórgia não.
E a imprensa que, nuns casos acha tudo ótimo, em outros acha tudo errado.
O grande império fica evidente. É o império da mídia. Mas, a variedade e o alcance da internet permitem o questionamento e o acesso à verdadeira informação.
Hoje, podemos fugir da lavagem cerebral. Essa é a derrocada do poder unilateral do ocidente capitalista. Curiosamente, sua ferramenta se volta contra si.


Luis
2008-09-09 05:58:06

Ai dos que crêem no Império

Não são mais superpotência?

1) Acabaram de passar por uma mega crise econômica interna e estão fazendo o resto do mundo pagar mais de metade da conta. 2) Suas forças armadas ocupam Afganistão e Iraque.
3) Possuem bases militares enormes no pais mais rico da Europa (Alemanha) e da Ásia (Japão).
4) Colocaram a Polônia, a Republica Tcheca e a Hungria (os tres paises mais ricos da antiga cortina de ferro) na OTAN.
5) Bastou o Brasil achar petróleo no Atlântico Sul e deslocaram a IV frota naval para a área.
6) Das 20 maiores empresas tecnológicas do mundo 17 estão sediadas lá.

Quanto ao conflito menor na Geórgia é bom lembrar sempre o seguinte sobre a suposta inimizade russo/americana: Em todas as guerras, inclusive as duas mundiais, eles sempre estiverem lutando do mesmo lado. O presidente da Georgia não se deu conta dessa simples mas importante obviedade.


Paulo
2008-09-09 04:56:28

Ai dos que crêem no Império

É muito interessante a análise de Wallerstein sobre o recente episódio no Caucáso.As críticas ao seu texto,sem argumentos consistentes,pareceram-me mais coisa do torcedor ou de alguém que nada entende da geopolítica.
Lembro-me perfeitamente que,quando a Russia reagiu e invadiu a Georgia,um alto funcionário da Casa Branca disse,’’ deste vez vamos ter de apreender a assistir".Essa declaração demonstra claramente os limites da ingerência norte americana em certos problemas globais.
Sabe-se que, em toda a história da Humanidade,nenhum país é uma potência apenas porque é uma potência.Não existe potência à revelia dos outros.
No último encontro do G8,lembro-me que Putin disse a Bush "para de insistir em querer levar a Ucrânia para OTAN,a Ucrânia não existe".Putin queria mostrar, à luz da história, que uma boa parcela territorial daquele país foi uma concessão russa:a tal Criméia.Mas,enfim,sabemos que muitas vezes a arrogância americana beira à estupidez.Mas o recado já foi dado, e nada menos que ninguém, a Europa sabe muito bem o que isso pode sginificar em todos os planos.


Tcherno
2008-09-09 03:02:53

Ai dos que crêem no Império

Os ruussos deram pronta resposta à rebeldia na sua área de influência. Adorei ! Mostrou que a União Soviética poderá renascer, embora com novo nome.
Idiotas os que imaginaram a União Soviética falida, acabada após o fracasso no Afganistão, aliás, êsse foi o Vietnã da
União Soviética. A Rússia matém sua autoridade e poder na Europa e em outras áreas. Agora há um namôro aberto com a Venezuela. Logo,logo, teremos suas bases militares ali instaladas. Equilibrar-se-a novamente o equilíbrio de forças militares
e influências entre a Rússia e os Estados Unidos. Bom para todo o mundo.


Nilson de Souza Rodrigues
2008-09-09 02:43:23

Ai dos que crêem no Império

como tem ainda pro americanos,depois do genocidio de hiroshima,nagazaki,coreia,vietnam,iraque? AMERICANO só chuta cachorro morto. É o maior poluidor do meio ambiente. Não cumprem nenhum tratado para melhorar nosso planeta só destroem. E ainda tem uns fãs,que que acreditam que os states é superpotencia.


ZENOVEI
2008-09-09 02:34:36

Ai dos que crêem no Império

RIDÍCULO! Os Estados Unidos podem ter mil problemas, mas são um exemplo de organização e prosperidade sem prazo pra acabar! A veja publicou uma excelente reportagem intitulada "A falácia da decadência americana", onde é explicado por que os EUA continuarão como império, e não, a China não é quem vai desbancá-los! Os EUA são um país pelo qual tenho muito respeito, sempre adimirei sua cultura e seu povo, que estão longe de ser os arrogantes que os invejosos brasileiros insistem dizer, adoro visitar as terras do Tio Sam! Quem quer ver defeito onde não tem que dê um jeito de tratar a própria inveja!


Lucas
2008-09-09 02:10:40

Ai dos que crêem no Império

Dizer que os EUA não são uma superpotência é, com todo o respeito, rídiculo. Responda o articulista, se puder, às seguintes perguntas: Quem cessou o massacre dos bosnios nos anos 90? Quem socorreu a província de Kosovo livrando-a de outro massacre sérvio? Foram os russos? Os europeus sozinhos? Quem derrubou o fascista Saddam Hussein? Os russos? Os franceses? A Rússia, nem de longe, possui o mesmo status, poder e riqueza dos EUA. Ela ou qualquer outro país do planeta.


bandarra
2008-09-04 23:54:14

Ai dos que crêem no Império

muiiiiiiiiitoooo Boniiitooo !!!


Daniel
2008-08-31 22:59:33

Ai dos que crêem no Império

Muito exagero por parte do autor, a Russia com certeza aos poucos mostra seu potencial, mas mesmo assim essas ações ainda se limitam a região, vide que a pouco tempo eles estavam apanhando na Chechênia. A Russia tem altos indices de corrupção e pobreza, sua riqueza se concentra nas maõs da elite do petroleo, seu exercito esta longe de ser grande e poderoso. A Georgia coitada, sem comentarios, porem essa mini guerra nao estabelece em hipotese algums s Russia como potencia mundial ainda mais dentro de uma nova ordem bipolar frente aos EUA, isso e’ um fato para a tristeza dos comunistas de plantao..............lembre-se a URSS acabou, a Russia e’ capitalista.


Joao Gabriel
2008-08-30 16:08:47

Ai dos que crêem no Império

Tudo não passa de enganação. As duas facções judáico-maçônicas jamais se degladiarão pra valer. Quem paga a conta são os não-judeus. A Kahal de Nova York jamais fará guerra de destruição aos seu rivais irmãos da Kahal de Moscou.
É tudo embromação, vide os Protocolos dos Sábios de Sião.



2008-08-29 22:06:06

Cairá não apenas este império, mas todos os outros...

Quando os trabalhadores de todo o mundo compreenderem as "quatro nobres verdades" do Ocidente, que são bem diferentes das enunciadas por Buda! kkk

Vamos a elas:

1- Conciliação entre capital e trabalho é impossível, mesmo com boa vontade: além do antagonismo de interesses, há a pressão da concorrência no mercado, que implica na busca constante de redução de custos — e de direitos!

2- Só defende a idéia de "país" aquele que nele é bem-servido. Pobre é pobre em qualquer lugar do mundo, assim como homogênea é também a exploração dos operários. Logo... Por que lutar por seu país contra outros oprimidos por aqueles que os oprimem, na defesa de seus interesses?

3- Sem controle social sobre o Estado — e sobre suas decisões — não há democracia além do discurso.

4- Não há sentido em pensar em soberania quando uma potência possui o direito de agir a seu bel-prazer com ou sem o aval da ONU...

Dito isso, concluo: as mudanças chegarão, no seu tempo. Mas a revolução possível só se dará após um grande choque de valores.


carlos
2008-08-29 09:39:27

O temor do exército high tec norte-americano

O moderno exército russo ainda se estrutura nas antigas doutrinas militares no mesmo instante em que tenta se adaptar ao surgimento de inovações tecnológicas que pretendem reformular as regras dos campos de batalha. Os generais ocidentais devem se surpreender ao vislumbrar a eficiência de um exército nacional organizado, em que os soldados de linha de frente ainda lutam com algum espírito de combate.



2008-08-28 21:50:52

UMA REVISAO NAO FARIA MAL

Independentemente da qualidade inquestionável da análise de Wallerstein, gostaria de sugerir uma revisão mais cuidadosa do texto, que não só está com digitações erradas, como chega a não ter partes dos comentários de Wallerstein, deixando frases incompletas e até mesmo sem sentido. Uma lástima.


Cristina Pacheco
2008-08-28 16:00:16

Ai dos que crêem no Império

É uma coincidência muito estranha esse ataque da Geórgia logo após a visita de Condoleza Rice ao país... O objetivo parece claro: instigaram a Rússia a se defender para que se justifique a presença americana na região - com o escudo antimíssil e a OTAN. Infelizmente parece que está dando certo. É tão latente esse teatro orquestrado que causa estranheza comentários pró-Georgia que vemos na imprensa, e que felizmente temos exceções como o Le Monde Diplomatique. Aliás, a cena mais patética deste início de século foi aquela encenação de ataque que este cretino presidente da Geórgia participou... Patético os seguranças tentando ‘protege-lo’ de nada... E outra coisa, os EUA não intervem contra a Rússia por um simples motivo - sabem que o povo russo não é de se ajoelhar, e que a Rússia é sim poderosa, e não um país islâmico qualquer. Espero que a Rússia triunfe - sempre.


Paulo Braga
2008-08-27 14:44:17

Ai dos que crêem no Império

Os Estados Unidos perderam sua hegemonia de poder, seu status de Império?Não sei.A Rússia tenta mostrar que ali no pedaço ela ainda manda; mas quem saiu perdendo foi o povo da Georgia . A perspectiva de uma nova guerra ou confronto mesmo que local assusta o mundo.Todos nós sabemos que o vilão da história é o petróleo e os oleodutos que passam por aquela área.Os estados Unidos e a Rússia não vão se contentar em perder terreno.
O que virá depois?
É esperar pra ver.


oliveira
2008-08-26 21:27:19

Ai dos que crêem no Império

Claro que não se pode comemorar uma guerra em que vidas humanas inocentes são perdidas.Mas o conflito Georgia-Rússia teve um efeito positivo para o mundo.Serviu para mostrar aos EUA que,ainda que continuem sendo muito poderosos,não podem mais dar as cartas sozinhos,sem levar em conta os interesses das outras potências.O Império perdeu a capacidade de impor sua vontade.Perdeu sua hegemonia.Ainda bem.


Gabriel Braga
2008-08-26 20:49:57

Ai dos que crêem no Império

A historia demonstra que quando os povos eram nômades guerreavam entre si; quando tinham territórios também guerreavam para sobrevivência do grupo, aumentar seus territórios, escravizarem e se fortalecerem.As diferenças (étnicas e sociais), a ganância por riquezas e poder levaram a humanidades a vários conflitos, como atualmente. A unidade territorial da maioria dos grandes países orientais só conseguiu ser mantida através do emprego da força, da coerção e dos assassinatos em massa. Isso aconteceu no Brasil durante a colonização e acontece ainda nos países orientais e africanos. É histórico.Império e ditaduras surgiram e ruíram, nada é eterno.Enquanto existir na humanidade ganância por riquezas e poder não haverá paz, independente de Paises, etnias, grupos de interesses ou bandos isolados. Nada garante que mesmo na hipótese de ser concedido a reserva a esses brasileiros(índios e quilombos), futuramente as etnias poderão ou por ganância de alguns de seus membros (diamantes e outras riquezas) entrarem em conflitos, não com flechas, mas com armas mais letais com ajuda de certas “ONGs”, contrabandistas e outros grupos de interesses, provocando fugas em massa para Manaus e região.As riquezas do solo e mar deverão ser divididos para todos os brasileiros, sem discriminações, por empresas com maioria do capital brasileiro ou publico.A não exploração das riquezas do solo brasileiro e do mar afeta a Nação brasileira.Provavelmente com educação de qualidade para todos, a observância dos valores morais e patrióticos da maioria do povo, sem discriminações de distribuição de privilégios e impunidades; mídia e políticos responsáveis poderemos fortalecer a Nação Brasileira e viveremos com mais paz.Ao longo do século XX, o controle de territórios ricos em petróleo foi motivo de manobras diplomáticas e guerras que redesenharam o mapa do mundo. A História ensina que essa preocupação do governo brasileiro é sensata. Foi para garantir o acesso a uma rica fatia dos poços do Oriente Médio que o antigo Império criou o Iraque e o Kuwait e sustentou a unificação da Arábia Saudita. As guerras do Golfo, no final do século passado, foram motivadas pelo controle da mais rica área de produção de petróleo. Mas é ingênuo acreditar que o país possa se tornar uma potência petrolífera sem ferir interesses.



2008-08-26 20:11:54

Ai dos que crêem no Império

Muito inteligente é o Putin. Os americanos pensam que só eles são. Muito bom rever as regras dos senhores das guerras.


Marlon
2008-08-26 14:01:24

08 de agosto de 2008 - A Águia chamuscada!

Enfim, um mundo multipolar: o fogo do Dragão asiático e a reação do URSO das estepes.
A Águia terá de recolher as garras.


Umberto
2008-08-26 00:42:10

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