Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


Rede Social


Edição francesa


» Vieille régulation sociale et nouveau discours alarmiste

» Paix organisée dans les « kampungs »

» La foire aux libertés

» L'Italie, démocratie « de type spécial »

» La trajectoire originale du parti socialiste français

» Les médias et le changement

» Habits neufs et fausses pudeurs de l'extrême droite

» En Italie, le défi de la « question méridionale »

» Changements d'échelle, tranquillité perdue

» Les scientifiques, responsables et inquiets


Edição em inglês


» May: the longer view

» Saudi Arabia's diplomatic volte-face

» Global trade in plastic waste

» Gas pipelines and LNG carriers

» Rise and rise of the Israeli right

» Decline of Israel's Zionist left

» Knight who shed his shining armour

» How to sabotage a pipeline

» No more plastics in Southeast Asia paradise

» Whiteout for the skiing industry?


Edição portuguesa


» Edição de Maio de 2021

» O Estado, o temporário e o permanente

» Disse mesmo unidade?

» "Catarina e a beleza de matar fascistas": o teatro a pensar a política

» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?


Comentários sobre esse texto:

A Moral Caaleônica

Engraçado!Este país, com o pé no "1º mundo", com uma estrutura eleitoral de causar inveja, com um povo que aprende a cada dia que é preciso buscar o novo...Mas quando fala de PODER, de "LARGAR O DOCE", a sua conduta é de monarquia e, com a postura de que "Mateus primeiro os teus", "salve-se quem puder". ejamos o que diz o autor do texto: A Moral Camaleônica": eles - a mídia, o parlamento, alguns juristas, etc - mudam de opinião conforme o vento, conforme os interesses e os interesses que estão em destaque agora, são exatamente os do saudosismo, do desejo de "voltar" a comandar o país que, inclusive não estava dando certo tal qual hoje. E o pior, os índices de aprovação de FHC nunca chegaram a Lula. Portanto, resta sacarmos que para a mídia, para uma parte dos juristas e para os coronéis de plantão em Brasília - e vindos de todos os recantos desta "colônia" - "dois pesos e duas medidas", "aos amigos tudo e aos inimigos a lei" são só ditos aos quais se recorre conforme a ocasião. Mas é preciso que eles saibam que hoje é muito mais difícil esta velha direita com a boca torta se locpletar do poder sem que a população reaja. Parabéns.


Pascoal
2008-10-30 22:29:43

A moral camaleônica

Ótimo artigo, mordaz e inteligente. Algumas pessoas não entenderam que o Scalzilli não está defendendo o terceiro mandato, e sim questionando a mudança de valores da grande mídia.
Parabéns ao LMD!
Abraços do Ascânio Muniz



2008-10-16 16:07:21

A moral camaleônica

Dois pesos, duas medidas. Sou a favor do terceiro, quarto, quinto mandato, sim!! Sabe por que? Se eles dizem que uma nova eleição fere o princípio de alternância de poder, eu digo que votar em um candidato que eu não quero ou não votar em nenhum, pela falta de opções que me agrade, por obrigação, isso sim é uma afronta à democracia. Se esse sistema político prega a vontade popular, através da eleição direta, que deixem Lula ou qualquer outro concorrer. Quem vai eleger é o voto! Não é isso?? Se estiver errado, que perdoem minha humilde ignorância.


Francolino (bolsista do PROUNI, não fosse Lula, ainda estaria na fila)
2008-10-04 20:04:43

A moral camaleônica

Não posso discutir os argumentos da direita ou da esquerda, sou contra reeleições, de qualquer matiz. Por acaso a reeleição da esquerda, ungida pelos pobres é melhor do que a de direita, ungida pela mídia (em última instância, pelo dinheiro)?
Qualquer das duas leva à distorção básica: uso da máquina para permanecer no poder. Ambas são éticamente inaceitáveis, mas a ética política... sabemos que é bem outra.


Carlos
2008-10-03 22:28:25

Inverter os papéis outra vez. . .

A democracia que eles querem nada mais é que uma política que alimente o privilégio alheio - é o beabá da casta direitista. Quando a opinião pública está do lado deles, tudo é permitido por que "assim quer o povo"; quando um partido de esquerda governa o pais, qualquer hipótese de uma reforma constitucional é interpretada como ditatorial; - neste cenário, a "vontade do povo" é o desejo de uma "democracia populista". Agora, a democracia interessa ao povo, que pode com o voto mudar a sociedade, ou a democracia - quase um valor sagrado que não pode sequer ser discutido - é, de fato, pertencente a uma minoria? Reformas já!


Bravo
2008-09-21 21:49:11

A moral camaleônica

Afinal de contas, quem elege os políticos? a opinião pública ou a mídia?

Se for a mídia, me avisem para que eu não precise ir mais até a seção eleitoral.


leonardo
2008-09-21 07:35:02

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.