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Edição francesa


» En Italie, le défi de la « question méridionale »

» Changements d'échelle, tranquillité perdue

» Les scientifiques, responsables et inquiets

» Blancs ou noirs, tous les shérifs se ressemblent

» Des chaînes « tout info » bien peu dérangeantes

» Edelweiss et lutte des classes dans les Alpes

» « Ils voulaient des bras, ils ont trouvé des hommes »

» Une holding économico-criminelle

» Ce que furent les « années de plomb » en Italie

» En France, des archives bien gardées


Edição em inglês


» Saudi Arabia's diplomatic volte-face

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» Rise and rise of the Israeli right

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» Knight who shed his shining armour

» How to sabotage a pipeline

» No more plastics in Southeast Asia paradise

» Whiteout for the skiing industry?

» Brussels rewrites history


Edição portuguesa


» Edição de Maio de 2021

» O Estado, o temporário e o permanente

» Disse mesmo unidade?

» "Catarina e a beleza de matar fascistas": o teatro a pensar a política

» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?


Comentários sobre esse texto:

A arte de escrever bem

Este texto é de difícil compreensão, foi "forçosamente" bem escrito apenas para impressionar.

"Aprender várias línguas é questão de um ou dois anos, ser eloqüente na sua própria exige a metade de uma vida"
Voltaire


Eduardo Ferreira da Silva
2009-02-03 16:04:40

O vazio

O que causa revolta neste episódio é que uma das meninas que "grafitaram" o tal vazio, de 24 anos, está presa em um presídio desta capital há 20 dias. É inaceitável, bossal, truculento. Os bem-nascidos curadores da Bienal recusam-se a falar sobre o assunto, mas já tirei minhas próprias conclusões:

1 - Grafite de rico é arte.
2 - Grafite de pobre é crime.


Euclides Oliveira
2008-12-05 23:40:58

O vazio

Guilherme:

Belo texto, concordo com tudo, acentuando que a ruína não é institucional, mas Nacional. Não é falta de capacidade, mas de integridade, do exercício de uma ética que objetive o coletivo, não interesses de poucos que são muito competentes em gerenciar o dinheiro público quando o objetivo é pessoal ou de tribos. A crise é mais ampla, ética e justiça aos frangalhos, os parasitas usufruem da impunidade reinante.


Site: IMPUNIDADE
carlos pessoa rosa
2008-11-19 22:44:13

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